Unidos do Viradouro
Viradouro
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|---|---|
| Fundação | 24 de junho de 1946 (79 anos) [1] |
| Escola-madrinha | Portela[1] |
| Cores | |
| Símbolo | Coroa e um aperto de mãos inter-racial[1][2] |
| Bairro | Barreto[1] |
| Presidente | Hélio Nunes |
| Presidente de honra | Marcelo Calil Petrus |
| Desfile de 2026 | |
| Enredo | Pra Cima, Ciça! |
| Site oficial «www.unidosdoviradouro.com» | |
Grêmio Recreativo Escola de Samba Unidos do Viradouro (popularmente referida apenas como Viradouro ou Unidos do Viradouro) é uma escola de samba brasileira, da cidade de Niterói, mas que há muitos anos participa do carnaval da cidade do Rio de Janeiro. Foi fundada em 24 de junho de 1946, no bairro do Viradouro, em Niterói. Entre os seus fundadores estavam Nelson Jangada, Nelson Braga, Roque Soares, Paulo Dias, Lindolfo dos Santos e Otacílio Nascimento. A escola tem como símbolos uma coroa e um aperto de mãos inter-racial. Foi fundada com as cores azul e rosa, mas, a partir de 1971 adotou as cores vermelho e branco. Tem como padroeiros Nossa Senhora Auxiliadora e São João Batista. A Portela é sua escola-madrinha. Sua quadra é localizada na Avenida do Contorno, número 16, no bairro do Barreto, em Niterói. A Viradouro tem uma escola de samba mirim, a Virando Esperança, fundada em 2006.[3]
A Viradouro participou do Carnaval de Niterói durante 38 anos, entre 1947 e 1985, conquistando dezoito títulos de campeã. Participou da "era de ouro" do carnaval de Niterói, quando era considerado o segundo maior do Brasil, travando disputas acirradas com sua rival à época, a Acadêmicos do Cubango. Ainda detém o título de maior campeã do carnaval niteroiense, mesmo não desfilando na cidade há mais de quarenta anos. A partir de 1986 passou a desfilar no carnaval carioca, chegando rapidamente ao grupo de elite, em 1991. No carnaval de 1997, conquistou seu primeiro título no Grupo Especial, desfilando com o enredo "Trevas! Luz! A Explosão do Universo", do carnavalesco Joãosinho Trinta. O desfile ficou marcado pela "paradinha" em ritmo de funk da bateria de Mestre Jorjão.[4]
A escola possui três títulos de campeã do Grupo Especial, conquistados nos anos de 1997[5], 2020[6] e 2024.[7] Também foi campeã da segunda divisão em 1990, 2014 e 2018 e da terceira divisão em 1989. Ao longo dos anos, coleciona prêmios e homenagens. Em 2022 foi declarada Patrimônio Cultural Imaterial de Niterói.[8] Sua Bateria, apelidada de Furacão Vermelho e Branco, e sua galeria de Velha Guarda também receberam o título de Patrimônio Imaterial.[9][10] Entre os clássicos sambas da escola estão: "Amor em Tom Maior" (1981); "Mutou Muido Kitoko" (1982); "O Sonho de Ilê Yfé" (1984); "E a Magia da Sorte Chegou" (1992); "Orfeu, o Negro do Carnaval" (1998); e "O Alabê de Jerusalém: A Saga de Ogundana" (2016).
Fundação
A Unidos do Viradouro foi fundada em 24 de junho de 1946. A ideia de criar a escola surgiu durante as rodas de samba promovidas por Nelson dos Santos, conhecido como Nelson Jangada, no quintal de sua casa no bairro do Viradouro, no município de Niterói, no estado do Rio de Janeiro.[11] Na época de fundação da agremiação, o logradouro ainda não era um bairro, e sim um prolongamento do bairro de Santa Rosa, no trecho conhecido como Garganta, na subida do Morro da União.[12] Apaixonado por samba e carnaval, Jangada frequentava a recém fundada escola de samba União do Viradouro. Após se desentender com dirigentes e se desligar da agremiação, o sambista decidiu fundar uma nova escola de samba. Para isso, reuniu amigos e foliões da região, além de jogadores e torcedores de um time de futebol da localidade.[4] Entre os fundadores da Viradouro estavam, além de Jangada, Nelson Braga, Roque Soares, Paulo Dias, Lindolfo dos Santos e Otacílio Nascimento.[13][4]
Nome, símbolo, cores, padroeiros e escola-madrinha
A Unidos do Viradouro tem seu nome em referência ao seu lugar de origem, o bairro do Viradouro. São símbolos da agremiação uma coroa com ramos de folhas ao lado; e um aperto de mãos inter-racial, simbolizando a união de seus componentes.[2][14] A Viradouro foi fundada com as cores azul e rosa, inspiradas na vestimenta de Nossa Senhora Auxiliadora, a padroeira da escola. Perto de onde a agremiação foi fundada, no bairro de Santa Rosa, está erguida a Basílica de Nossa Senhora Auxiliadora. Por este motivo, a santa foi escolhida para apadrinhar a escola. A Viradouro foi fundada no dia dedicado a São João Batista, padroeiro da cidade de Niterói.[15] Por isso, o santo também foi escolhido para ser o padroeiro da agremiação. A Portela é a escola-madrinha da Unidos do Viradouro. Natal da Portela e a comitiva portelense foram batizar a escola de samba ainda em sua primeira quadra, na Garganta. A Velha Guarda da Viradouro também é batizada pela Velha Guarda da Portela.[16]
Troca de cores
Em seus primórdios, as escolas de samba utilizavam majoritariamente fantasias e adereços nas cores da própria agremiação. A Fábrica Matarazzo, de São Paulo, fabricava tecidos em cetim na tonalidade usada pela Viradouro. Com o fechamento da fábrica, a escola teve que recorrer a fornecedores diferentes e começou a ter dificuldades para encontrar a quantidade suficiente de tecidos na mesma tonalidade para seus desfiles. Naquela época, havia respeito às cores originais da escola e os adversários acusavam a Viradouro de desfilar com roupas e alegorias reaproveitadas de anos anteriores. Sentindo que as notas dos jurados começavam a refletir esse pensamento, a diretoria da escola decidiu, após o carnaval de 1970, trocar as cores azul e rosa. A partir de 1971, a Unidos do Viradouro adotou as cores vermelho e branco. No mesmo ano, voltou a vencer o carnaval de Niterói.[16]
Bandeira
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A bandeira da escola tem forma retangular. A versão utilizada desde que a Viradouro passou a disputar o carnaval carioca, possui dezesseis raios de cores intercaladas (oito brancos e oito vermelhos) partindo do centro do pavilhão em direção às extremidades, em formação similar à siemens star. No centro da bandeira, há duas circunferências concêntricas. Na circunferência maior, em cor branco, encontra-se a inscrição "G.R.E.S." (na parte superior) e "Unidos do Viradouro" (na parte inferior). Dentro da circunferência maior, há outra circunferência, na cor vermelho, onde localizam-se os símbolos da escola - a coroa (em cima) e o desenho de um aperto de mãos inter-racial (embaixo), entre dois ramos de folhas (um em cada lado). Acima da circunferência maior, três estrelas representam os três títulos da agremiação no carnaval do Rio. Abaixo da circunferência, próximo à borda inferior da bandeira, está inscrito o ano de confecção da mesma. A bandeira pode sofrer pequenas variações a cada ano, como por exemplo, as cores das circunferências e as disposições de cores dos raios.[2]
História
Primeiros anos
A escola desfilou pela primeira vez no Carnaval de Niterói em 1947, conquistando o quarto lugar, sendo esse o seu pior resultado na cidade. No ano seguinte, ficou em terceiro lugar. Em 1949, fazendo o terceiro desfile de sua história, a Viradouro conquistou seu primeiro título no Carnaval de Niterói. A escola desfilou com um enredo sobre o indígena Arariboia, considerado fundador da cidade de Niterói. Com o sucesso da agremiação, sambistas das outras duas escolas da região (União do Viradouro e Desprezados do Viradouro) migraram para a Unidos do Viradouro, tornando a escola ainda maior. No carnaval de 1950 foi bicampeã homenageando Tiradentes. Em 1952 foi tricampeã e em 1953 chegou ao tetracampeonato, se tornando a maior campeã do Carnaval de Niterói. Entre 1956 e 1959 conquistou mais um tetracampeonato consecutivo, chegando a marca de oito títulos conquistados em treze anos. Após mais dois títulos conquistados, em 1962 e 1963, a Viradouro foi convidada a se apresentar no Carnaval do Rio de Janeiro. No carnaval de 1964 desfilou no Grupo 3, com enredo sobre Maria Quitéria, mas não foi avaliada. No carnaval de 1965, também no Grupo 3, se classificou em último lugar entre as 26 escolas do Grupo desfilando com um enredo sobre o aniversário de quarto centenário da cidade do Rio de Janeiro. Em 1966 retornou ao carnaval de Niterói, onde se apresentou sem concorrer.[4]
O carnaval de 1967 marcou o início de uma nova fase no Carnaval de Niterói. A Acadêmicos do Cubango, fundada em 1959, conquistou um tetracampeonato entre 1967 e 1970, enquanto a Viradouro passava pelo maior jejum de títulos da sua história até então. A partir de 1971, a Viradouro passou a adotar as cores vermelho e branco. A mudança deu sorte e a escola foi campeã do carnaval de 1971 com um enredo sobre o Rio São Francisco. Nos anos seguintes a rivalidade entre Cubango e Viradouro aumentou, com as duas escolas se revezando nas conquistas dos títulos. O desfile de Niterói tomou proporções maiores, com o aumento do número de escolas e de público, tendo sido considerado, durante algum tempo, o segundo maior concurso de escolas de samba do Brasil, atrás apenas dos desfiles do Rio de Janeiro.[17][18] Personalidades e artistas do carnaval do Rio passaram a participar do desfile de Niterói. Em 1973, a Viradouro teve Clóvis Bornay como carnavalesco, sagrando-se campeã do carnaval de comemoração do quarto centenário de Niterói. Entre 1975 e 1979 a Cubango conquistou um pentacampeonato consecutivo, enquanto a Viradouro passava por mais um jejum de títulos.[4]
Década de 1980

Entre 1980 e 1984 a Viradouro conquistou um pentacampeonato consecutivo, enfileirando sambas marcantes como "Amor em Tom Maior" (1981); "Mutou Muido Kitoko" (1982); e "O Sonho de Ilê Yfé" (1984).[4] No carnaval de 1984, Viradouro e Cubango empataram na primeira colocação e conquistaram, juntas, seus últimos títulos em Niterói.[19] No carnaval de 1985, a Viradouro apresentou um enredo sobre a própria história, relembrando carnavais passados, seus fundadores, e homenageando seu ex-presidente Albano Ferreira de Matos, conhecido como Albano Gordo, morto em 1980. Segundo o jornal O Globo, Cubango e Viradouro "estavam pobres, com poucos carros alegóricos e deixando muitos vazios". O jornal destacou que a Viradouro "agradou pela bateria, que estava firme e não atravessou em nenhum momento; pela comissão de frente; e pelo número de componentes (cerca de 2.500)".[20] Com o desfile, a Viradouro se classificou em segundo lugar. O carnaval de 1985 marcou a despedida de Viradouro e Cubango do carnaval de Niterói. Se sentindo desprestigiadas e antevendo o declínio dos desfiles na cidade, ambas já planejavam a mudança para o Rio de Janeiro. O resultado de 1985, contestado pelas duas, foi o estopim para a mudança. A Viradouro fez um plebiscito interno com seus componentes para que avaliassem os prós e contras da mudança, e o resultado foi 98% a favor da ida para o Rio. Viradouro com dezoito títulos e Cubango com onze, se despediram da folia de Niterói como as duas maiores campeãs da cidade.[11]
No carnaval de 1986, a Viradouro foi a terceira escola a se apresentar pelo Grupo 2B, a quarta e última divisão do carnaval. A agremiação não foi avaliada, desfilando como hors concours. O enredo "Novos Ventos, Novos Tempos - História de Uma Integração", assinado por Luiz Fernandes e Ricardo Aquino, celebrou a Universidade Federal Fluminense (UFF), sediada em Niterói. O jornal O Globo elogiou o desfile, definindo-o como "um exemplo de animação".[21] Em 4 de fevereiro de 1987, morreu Nelson Jangada, um dos fundadores da agremiação. No carnaval de 1987, a Viradouro foi a quinta escola a se apresentar pelo Grupo 4 (antigo 2B). Segundo o jornal O Globo, Viradouro, Cubango e Leão de Nova Iguaçu foram as escolas mais aplaudidas pelo público que acompanhou o desfile na Avenida Graça Aranha.[22] Apesar dos elogios, a Viradouro se classificou apenas na quinta colocação, se mantendo na quarta divisão, enquanto a Cubango foi vice-campeã, sendo promovida ao terceiro grupo.[23] No carnaval de 1988, a Viradouro foi a última das nove escolas que se apresentaram pelo Grupo 4. O enredo "Contribuição do Negro ao Folclore Brasileiro" foi assinado pelo carnavalesco Júlio Mattos, multicampeão pela Mangueira.[24] Segundo o jornal O Globo, a escola apresentou "dois mil figurantes, uma bateria com 180 ritmistas, fantasias em vermelho e branco, carros alegóricos ricamente decorados e destaques luxuosos".[25] Com o desfile, a Viradouro se classificou em segundo lugar, garantindo sua promoção ao Grupo 3. No carnaval de 1989, a Viradouro foi a quarta escola a se apresentar pelo Grupo 3. O carnavalesco Júlio Mattos desenvolveu o enredo "Mercadores e Mascates". A Viradouro foi campeã do Grupo 3, sendo promovida à segunda divisão do carnaval.[26][27]
Década de 1990
A década de 1990 marcou a chegada da Viradouro ao Grupo Especial e a consolidação da escola na elite do carnaval carioca. Em 1992, protagonizou um dos acidentes mais marcantes da história do carnaval, quando uma de suas alegorias pegou fogo durante o desfile. Em 1997, tendo Joãosinho Trinta como carnavalesco e impulsionada pela "paradinha" em ritmo de funk da bateria de Mestre Jorjão, a Viradouro conquistou seu primeiro título de campeã no carnaval do Rio. Entre os sambas apresentados na década, destaque para o premiado "E a Magia da Sorte Chegou" (1992) e o popular "Orfeu, o Negro do Carnaval" (1998).
- 1990: "Só Vale o Escrito"

Para o carnaval de 1990, o contraventor do jogo do bicho José Carlos Monassa Bessil assumiu a presidência da escola. A Viradouro contratou o carnavalesco Max Lopes, campeão com a Imperatriz Leopoldinense no ano anterior com o histórico "Liberdade! Liberdade! Abre as Asas sobre Nós". Junto com Mauro Quintaes, que trabalhava como seu assistente há alguns anos, Max desenvolveu um enredo sobre a escrita, fazendo uma crítica irreverente à burocracia no Brasil.[28] A Viradouro foi a segunda escola a se apresentar pelo Grupo 1. Especialistas elogiaram a apresentação, listando a escola entre as favoritas para conquistar o acesso à primeira divisão. Segundo o jornal O Globo, a Viradouro "desfilou com ares de campeã, com carros gigantescos e efeitos especiais". O único problema citado foi um escorregão da porta-bandeira Rosane, que caiu no chão em frente à cabine de jurados.[29] Confirmando a expectativa, a Viradouro foi campeã do Grupo 1, garantindo sua promoção inédita ao Grupo Especial do carnaval carioca.[30]
- 1991: "Bravo! Bravíssimo! - Dercy Gonçalves, o Retrato de Um Povo"

A Viradouro fez sua estreia na elite da folia carioca no carnaval de 1991. O carnavalesco Max Lopes escolheu sair da Imperatriz e continuar na Viradouro, assinando o desfile da escola junto com Mauro Quintaes.[31][32] Primeira escola a se apresentar na segunda noite (segunda-feira) do Grupo Especial, a Viradouro realizou um desfile em homenagem à atriz, humorista e cantora Dercy Gonçalves.[33] Aos 83 anos de idade, Dercy desfilou no carro abre-alas com os seios à mostra. A atriz, que sofrera um acidente de trânsito no mês anterior ao desfile, contrariou a recomendação médica e desfilou em pé. Especialistas elogiaram o desfile, destacando a interação da homenageada com o público presente no Sambódromo.[34][35] A ala de crianças, que desfilou com fantasia de sapo em referência ao maior sucesso da carreira musical de Dercy, a música "Perereca da Vizinha", recebeu o prêmio Estandarte de Ouro, sendo o primeiro da história da Viradouro.[36] Com o desfile, a Viradouro se classificou em sétimo lugar, garantindo sua permanência no Grupo Especial. A escola somou a mesma pontuação final que a quarta colocada, Beija-Flor, mas, no quesito de desempate (Bateria), acabou caindo para a sétima posição.[37]
- 1992: "E a Magia da Sorte Chegou"


Para o carnaval de 1992, a Viradouro realizou mudanças em sua equipe. Mestre Marçal e Paulinho Botelho assumiram o comando da Bateria. Marçal deixaria a escola meses depois por divergências com Paulinho. Andrezinho e Patrícia Gomes formaram o novo primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, iniciando uma longa trajetória na escola. A passista Patrícia Costa foi coroada Rainha de Bateria. No primeiro dia de 1992, um temporal que atingiu a Região Metropolitana do Rio de Janeiro derrubou o teto da quadra, afetando a agenda de ensaios da escola. Sétima das oito agremiações que se apresentaram na primeira noite (domingo) do Grupo Especial, a Viradouro realizou um desfile sobre a cultura cigana, com enredo dos carnavalescos Max Lopes e Mauro Quintaes.[38][39] A escola fazia um desfile luxuoso, que a credenciaria ao título de campeã, quando protagonizou um dos acidentes mais marcantes da história do carnaval.[40] Faltando doze minutos para o encerramento do desfile, a alegoria "Geleiras da Rússia", que reproduzia uma geleira com vários huskies siberianos, pegou fogo ao cruzar o portão final do desfile rumo à Praça da Apoteose. Cerca de 22 componentes que estavam no carro alegórico conseguiram se salvar pulando da alegoria, alguns com a fantasia pegando fogo. Não houve vítimas fatais, apenas feridos sem gravidade. Bombeiros tentaram apagar as chamas com extintores, mas a alegoria, confeccionada com fibra de vidro e algodão, foi rapidamente consumida pelo fogo.[41][42] Apenas seis minutos após o início do incêndio, dois carros-pipa dos bombeiros chegaram ao local, mas o fogo já tinha destruído toda a alegoria. A escola ficou parada até que os bombeiros controlassem a situação e liberassem a dispersão para a passagem dos demais carros e componentes. Com o atraso, a escola encerrou seu desfile com treze minutos a mais do que o tempo máximo permitido por regulamento, o que gerou uma penalização de treze pontos. A crítica especializada lamentou o acidente, apontando que a Viradouro certamente disputaria o título de campeã com as outras favoritas: Estácio e Mocidade.[43][44]
A Viradouro se classificou em nono lugar entre as quinze escolas do grupo, se mantendo na primeira divisão. Dos trinta julgadores do carnaval, apenas oito não deram nota máxima à escola. Sem a penalização de treze pontos, a agremiação se classificaria na terceira colocação, sendo que o incêndio também prejudicou quesitos como Evolução, Harmonia e Conjunto, onde a escola também perdeu pontos.[45] A Viradouro recebeu três prêmios do Estandarte de Ouro: melhor samba-enredo, melhor ala de baianas e melhor passista feminino para a Rainha de Bateria, Patrícia Costa.[46] O desfile de 1992 é cercado de histórias místicas, com contornos de lenda urbana. Segundo o carnavalesco Max Lopes, durante a preparação para o carnaval, ciganos visitaram o barracão e alertaram para a possibilidade de um incêndio.[47] Uma outra versão popular é a de que ciganos pediram para Max colocar uma fogueira no desfile, mas o carnavalesco teria recusado alterar o projeto.[48]

- 1993: "Amor, Sublime Amor"
A Viradouro chegou ao carnaval de 1993 cercada de expectativa após o bonito desfile do ano anterior. Os carnavalescos Max Lopes e Mauro Quintaes desenvolveram um enredo sobre o amor, abordando o amor pela natureza, pela liberdade, pela própria agremiação, e lembrando casais famosos como Chica da Silva e João Fernandes de Oliveira, e os cangaceiros Lampião e Maria Bonita.[49][50] A Viradouro foi a quarta escola a se apresentar na primeira noite (domingo) do Grupo Especial. Especialistas classificaram o desfile como "decepcionante", alegando que, apesar do luxo e beleza, a escola teve problemas de evolução com aberturas de "buracos" (espaço entre alas) e fantasias pesadas que prejudicaram a evolução dos componentes.[51][52] Com o desfile, a Viradouro se classificou em sétimo lugar. A escola conseguiu a pontuação máxima apenas no quesito Comissão de Frente, onde sete casais de mestres-salas e porta-bandeiras simbolizavam o amor pelo carnaval. Conforme esperado, o quesito mais despontuado foi Evolução, com a perda de 4,5 pontos.[53][54]
- 1994: "Tereza de Benguela - Uma Rainha Negra no Pantanal"
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Para o carnaval de 1994, a Viradouro contratou o carnavalesco multicampeão Joãosinho Trinta, que voltou ao carnaval após um ano afastado.[55] Com a transferência de Quinzinho para o Salgueiro, Rico Medeiros assumiu o posto de intérprete oficial da escola.[56] Quarta agremiação a se apresentar na primeira noite (domingo) do Grupo Especial, a Viradouro realizou um desfile sobre Tereza de Benguela, uma rainha africana que foi escravizada no pantanal mato grossense e liderou o Quilombo do Quariterê.[57] Especialistas destacaram o luxo e a beleza das alegorias e fantasias.[58][59][60] Com o desfile, a Viradouro se classificou em terceiro lugar, conquistando sua melhor colocação no carnaval carioca até então. A escola conseguiu a pontuação máxima nos quesitos Alegorias, Bateria, Comissão de Frente e Fantasias. O quesito mais despontuado foi Samba-enredo, com a perda de dois pontos.[61] Após o carnaval, o então presidente e patrono da escola, José Carlos Monassa foi condenado e preso por formação de quadrilha.[62][63]
- 1995: "O Rei e os Três Espantos de Debret"
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A Viradouro foi a penúltima das nove agremiações que se apresentaram na segunda noite (segunda-feira) do carnaval de 1995. O fictício enredo criado por Joãosinho Trinta retratou três "espantos" do pintor francês Jean-Baptiste Debret com o Brasil. O primeiro espanto foi com a natureza brasileira e a mistura de três raças (brancos, negros e indígenas). Tempos depois, Debret reencarna em um cidadão francês e se espanta com a morte de indígenas, a devastação das florestas e outras calamidades no Brasil. O terceiro e último espanto ocorre no presente, com Debret transfigurado na própria Viradouro, presenciando o Plano Real, o tetracampeonato da Seleção Brasileira de Futebol, as escolas de samba e o carnaval.[64] Sem o dinheiro do patrono, que estava preso, a Viradouro realizou um desfile simples, com alegorias grandes, porém, mal acabadas.[65][66] A escola também teve problemas de evolução e não conseguiu empolgar o público presente no Sambódromo.[67] Com o desfile, a Viradouro se classificou em oitavo lugar. A escola conseguiu a pontuação máxima na metade dos quesitos: Bateria; Enredo; Comissão de Frente, Mestre-sala e Porta-bandeira; e Samba-enredo. Os quesitos mais despontuados foram Alegorias e Conjunto, com a perda de 1,5 pontos em cada.[68] Após o carnaval, Luiz Henrique Monassa Bessil, filho de Carlos Monassa, assumiu a presidência da escola.
- 1996: "Aquarela do Brasil Ano 2000"


A Viradouro realizou mudanças em sua equipe para o carnaval de 1996. Mestre Jorjão assumiu o comando da Bateria; Nêgo Martins foi o intérprete oficial; e Jussara Pádua dirigiu a Comissão de Frente. A Viradouro foi a sétima das nove agremiações que se apresentaram na primeira noite (domingo) do Grupo Especial. O enredo elaborado por Joãosinho Trinta homenageou as cinco regiões do Brasil (Norte, Sul, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste), abordando aspectos e costumes de cada lugar.[69] A escola enfrentou diversos problemas em seu desfile. As alegorias do Piauí e de Parintins se chocaram contra as grades laterais do Sambódromo. No carro do Ceará, a escultura de uma mulher rendeira estava com a cabeça quebrada e, ao bater na torre de transmissão da TV, perdeu definitivamente a cabeça. Alguns componentes se feriram com a batida. Além dos incidentes, as alegorias estavam com problemas de acabamento visíveis. A escola ainda teve problemas de evolução, com aberturas de "buracos" (espaço entre alas). Um carro da Portela, escola que desfilou antes, quebrou na dispersão e dificultou a saída das alegorias da Viradouro, piorando os problemas de evolução.[70][71] Com o desfile, a Viradouro se classificou em décimo terceiro lugar entre as dezoito escolas do grupo, duas posições acima da zona de rebaixamento. A escola conseguiu a pontuação máxima nos quesitos Bateria, Fantasias e Mestre-sala e Porta-bandeira. O quesito mais despontuado foi Conjunto, com a perda de 4,5 pontos.[72] Esse foi o pior resultado da carreira de Joãosinho Trinta na elite do carnaval.[73]
- 1997: "Trevas! Luz! A Explosão do Universo"

Para o carnaval de 1997, Joãosinho Trinta elaborou um enredo sobre a evolução humana desde o Big bang até a contemporaneidade, misturando teorias da ciência e religião. Meses antes do carnaval, Joãosinho sofreu uma isquemia cerebral, que paralisou o lado direito do seu corpo. Mesmo debilitado, o carnavalesco conseguiu dar andamento à preparação do desfile.[74] A Viradouro foi a segunda escola a se apresentar na segunda noite (segunda-feira) do Grupo Especial. Especialistas elogiaram o desfile, listando a escola entre as favoritas ao título.[75][76] Um dos destaques da apresentação foi a bateria de Mestre Jorjão, que inovou ao executar "paradinhas" em ritmo de funk carioca. Também causou impacto o carro abre-alas em tons escuros, simbolizando o nada antes do Big bang.[77][78] A escola foi saudada pelo público presente no Sambódromo com gritos de "campeã".[79] Pela primeira vez, a Viradouro recebeu o Estandarte de Ouro de melhor escola do ano.[80] Confirmando a expectativa, a Viradouro foi campeã, conquistando seu primeiro título no carnaval carioca. Dos 36 julgadores do carnaval, apenas dois não deram nota máxima à escola, sendo que, as duas notas foram descartadas, seguindo o regulamento do concurso, que previa o descarte da menor nota de cada quesito. Com isso, a Viradouro foi campeã somando os 180 pontos possíveis, com diferença de meio ponto para a vice-campeã, Mocidade Independente.[81] O desfile marcou a estreia de Dominguinhos do Estácio como intérprete oficial da escola. Ele também foi um dos autores do samba-enredo do desfile.[82]
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- 1998: "Orfeu, o Negro do Carnaval"
Tentando o bicampeonato para a Viradouro, Joãosinho Trinta desenvolveu um enredo adaptando a história do mito grego Orfeu à realidade do Rio de Janeiro. No enredo, Orfeu é um homem negro, favelado e sambista, que venceu o concurso de samba-enredo da escola da favela onde morava, que tinha como enredo "A História do Carnaval". No dia do desfile, sua amada, Eurídice, é morta atingida por uma bala perdida. Desolado, Orfeu encontra o Bloco das Bacantes, mas despreza todas as mulheres, que o jogam do alto do morro para a morte. A escola da favela vence o desfile e o nome de Orfeu é glorificado.[83] O samba-enredo do desfile foi muito tocado nas rádios, fazendo grande sucesso durante todo o carnaval.[84]
A Viradouro foi a quarta escola a se apresentar na segunda noite (segunda-feira) do Grupo Especial. Joãosinho Trinta misturou elementos da mitologia grega com a estética das favelas cariocas, e fez uma grande homenagem ao carnaval, com referências às escolas de samba, ranchos e grandes sociedades. Durante o desfile, foram filmadas cenas para o filme Orfeu, do diretor Cacá Diegues. Atores do filme, Toni Garrido, Zezé Motta, Isabel Fillardis e Maria Ceiça participaram das filmagens no desfile. A Rainha de Bateria, Patrícia Costa, também participou da produção. Além de Garrido, Mestre Jorjão e o cantor Djavan, que desfilou no carro abre-alas, também representaram Orfeu no desfile.[85][86]
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A Viradouro foi aclamada pelo público presente no Sambódromo com gritos de "campeã" durante toda a sua apresentação.[87] A crítica especializada também elogiou o desfile, listando a escola entre as favoritas ao título de campeã.[88][89][90] Em pesquisa realizada pelo IBOPE com o público no Sambódromo, a Viradouro foi eleita a melhor escola do ano.[91] O júri de especialistas do Jornal do Brasil também elegeu a Viradouro como a melhor escola do ano.[92] A Viradouro ainda recebeu o troféu Tamborim de Ouro de melhor escola.[93] Apesar do favoritismo, a Viradouro se classificou apenas na quinta colocação do carnaval de 1998.[94] A escola conseguiu a pontuação máxima apenas no quesito Alegorias. Samba-enredo foi o quesito mais despontuado, com a perda de 2,5 pontos.[95] Os julgadores alegaram que o verso "Hoje o amor está no ar" tinha a mesma melodia do verso "O Teleporto está no ar" do samba-enredo da Estácio de Sá de 1996. Entre os compositores dos dois sambas está Gustavo Clarão, que desmentiu as acusações de plágio.[96] No Desfile das Campeãs, a Viradouro levou uma grande faixa com a inscrição "Por quê?", questionando as notas recebidas, e o público presente no Sambódromo voltou a aclamar a escola com gritos de "campeã".[97]
- 1999: "Anita Garibaldi - Heroína das Sete Magias"

O carnaval de 1999 marcou a chegada de Mestre Ciça e da Rainha de Bateria Luma de Oliveira à Viradouro, substituindo, respectivamente, Mestre Jorjão e Patrícia Costa; além do retorno do bicheiro José Carlos Monassa à presidência da escola. O carnavalesco Joãosinho Trinta elaborou um enredo místico sobre Anita Garibaldi, associando a guerrilheira à sete lendas de bruxas, corsários, indígenas, e até à fundação de Roma, fazendo um elo entre a trajetória de Anita no Brasil e na Itália. Anita também foi associada à Iansã, orixá dos ventos, raios e tempestades; sempre lembrando das batalhas e epopeias vividas pela revolucionária brasileira.[98][99] A forma como o enredo foi desenvolvido desagradou os moradores de Laguna, cidade natal de Anita, que desejavam uma narrativa mais convencional sobre a história da heroína da cidade.[100] A Viradouro foi a última das sete escolas que se apresentaram na primeira noite (domingo) do Grupo Especial. Então vocalista do grupo Katinguelê, o cantor Salgadinho desfilou no carro de som da agremiação. Especialistas elogiaram a apresentação, listando a escola entre as favoritas ao título de campeã.[101] O público presente no Sambódromo também aclamou a escola com gritos de "campeã".[102] Um dos destaques da apresentação foi a bateria, que executou diversas "paradinhas". Em determinados momentos, os ritmistas erguiam seu instrumentos para o alto.[103] A escola recebeu o prêmio Estandarte de Ouro de melhor Ala de Baianas.[104] Em pesquisa realizada pelo IBOPE com o público no Sambódromo, Viradouro e Mocidade foram eleitas as melhores escolas do ano.[105] A Viradouro se classificou em terceiro lugar. Dos trinta julgadores do carnaval, apenas cinco não deram nota máxima à escola. A agremiação conseguiu a pontuação máxima em Alegorias, Bateria, Evolução e Samba-enredo, perdendo 2,5 nos demais quesitos.[106] No Desfile das Campeãs, a Viradouro voltou a receber gritos de "campeã" do público presente no Sambódromo.[107]
Década de 2000
A Viradouro começou e terminou a década de 2000 de maneiras diferentes. Mesmo com a saída de Joãosinho Trinta, após o desfile de 2000, a escola se manteve competitiva nos anos seguintes. Em 2005, morreu o presidente e patrono da escola, José Carlos Monassa Bessil. O novo presidente, Marco Lira, contratou o badalado carnavalesco Paulo Barros, mas a parceria durou apenas dois anos. Crise financeira e disputas políticas levaram a escola ao rebaixamento em 2010.
- 2000: "Brasil: Visões de Paraísos e Infernos"
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Em comemoração ao aniversário de quinhentos anos da descoberta do Brasil pelos portugueses, a LIESA decidiu que os enredos das escolas no carnaval de 2000 abordariam períodos específicos do país. A própria Liga forneceu 21 opções temáticas para as agremiações. Cada escola recebeu uma quantia extra de quinhentos mil reais da Prefeitura do Rio de Janeiro para confeccionar os desfiles.[108] A Viradouro foi a última das sete agremiações que se apresentaram na segunda noite (segunda-feira) do Grupo Especial. O enredo, desenvolvido por Joãosinho Trinta, retratou os "paraísos" e "infernos" vividos por indígenas, negros e brancos na história do Brasil.[109] Especialistas elogiaram o desfile, listando a escola entre as favoritas ao título de campeã.[110] A Bateria de Mestre Ciça executou "paradinhas" e, em determinados momentos, ritmistas colocavam os próprios instrumentos no chão, arrancando gritos de "campeã" do público presente no Sambódromo.[111] Dominguinhos do Estácio recebeu o Estandarte de Ouro de melhor intérprete do ano.[112] A Viradouro repetiu a colocação do ano anterior, se classificando em terceiro lugar. Dos trinta julgadores do carnaval, apenas três não deram nota máxima à escola. A agremiação perdeu apenas um ponto em Mestre-sala e Porta-bandeira; meio ponto em Alegorias e meio ponto em Fantasias.[113] O desfile marcou a despedida do carnavalesco Joãosinho Trinta da agremiação após sete carnavais consecutivos e um título conquistado.[114]
- 2001: "Os Sete Pecados Capitais"

Para o carnaval de 2001, a Viradouro contratou o carnavalesco Roberto Szaniecki, que desenvolveu um enredo sobre os sete pecados capitais. Faltando dois meses para o desfile, o carnavalesco foi demitido da escola por chegar frequentemente atrasado ao trabalho. O desfile foi finalizado por uma Comissão de Carnaval formada por dez pessoas, incluindo o diretor de carnaval (Heraldo Faria), o presidente da escola (José Carlos Monassa), e chefes de diferentes áreas: desenho, carpintaria, ferragem, escultura e costura; incluindo o desenhista Lane Santana, responsável pelos desenhos e confecção das alegorias.[115][116] Terceira agremiação a se apresentar na segunda noite (segunda-feira) do Grupo Especial, a Viradouro abriu seu desfile recebendo gritos de "campeã" do público presente no Sambódromo.[117] Segundo especialistas, a escola empolgou o público, mas apresentou problemas de acabamento em alegorias e fantasias. O destaque da apresentação foi a Bateria de Mestre Ciça, que executou diversas "paradinhas" diferentes e uma coreografia em que os ritmistas se ajoelhavam no chão da Sapucaí junto com a rainha Luma de Oliveira.[118][119] A escola recebeu o troféu Tamborim de Ouro de melhor bateria do ano.[120] Com o desfile, a Viradouro se classificou em quinto lugar, garantindo a última vaga do Desfile das Campeãs. A escola conseguiu a pontuação máxima nos quesitos Bateria, Comissão de Frente, Mestre-sala e Porta-bandeira e Samba-enredo. O quesito mais despontuado foi Conjunto, com a perda de dois pontos.[121]
- 2002: "Viradouro, Vira-Mundo, Rei do Mundo"
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Para o carnaval de 2002, a Viradouro contratou o carnavalesco Chico Spinoza, que desenvolveu um enredo em que Viramundo, representando o cidadão moderno, castigado pelo desemprego, pela fome e pela exclusão social, encontra sua "libertação" no carnaval, personificado na figura do Rei Momo. "Viramundo" era o nome dado ao grilhão de ferro usado para prender os escravizados. Ainda segundo o enredo, Rei Momo e Viramundo celebram a união das quatro raças (negros, vermelhos, amarelos e brancos) na busca pela paz espiritual.[122] A Viradouro foi a penúltima das sete escolas que se apresentaram na segunda noite (segunda-feira) do Grupo Especial.[123] Especialistas classificaram o enredo como "confuso", mas elogiaram o desempenho da Bateria de Mestre Ciça, que executou paradinhas em ritmo de afoxé, além das características coreografias criadas pelo diretor. Em determinados momentos, os ritmistas balançavam lenços brancos, enquanto a Rainha da Bateria, Luma de Oliveira, erguia uma bandeira branca com a inscrição "Paz".[124][125] Ao final do desfile, componentes precisaram "correr" para não ultrapassar o tempo máximo de apresentação, o que rendeu perda de pontos no quesito Evolução. A Viradouro se classificou em quinto lugar, repetindo a colocação do ano anterior. A escola conseguiu a pontuação máxima nos quesitos Bateria, Harmonia e Mestre-sala e Porta-bandeira. O quesito mais despontuado foi Conjunto, com a perda de 1,6 pontos.[126]
- 2003: "A Viradouro Canta e Conta Bibi, Uma Homenagem ao Teatro Brasileiro"

Assistente de Max Lopes na década de 1990, Mauro Quintaes retornou à Viradouro como carnavalesco titular. Quarta escola a se apresentar na primeira noite (domingo) do carnaval de 2003, a Viradouro homenageou a atriz e cantora Bibi Ferreira, que completava oitenta anos de idade e sessenta de carreira.[127] O desfile reuniu diversos atores, amigos de Bibi, como Paulo Goulart, Nicette Bruno, Rosamaria Murtinho, Ruth de Souza, Nathalia Timberg e Eliane Giardini.[128] A homenageada desfilou na última alegoria, à frente de uma escultura do seu pai, o ator Procópio Ferreira, morto em 1979.[129][130] Com o desfile, a Viradouro se classificou em sexto lugar, garantindo a última vaga para o Desfile das Campeãs. A escola conseguiu a pontuação máxima nos quesitos Enredo e Samba-enredo. O quesito mais despontuado foi Fantasias, com a perda de 1,3 pontos.[131] Dominguinhos do Estácio recebeu o troféu Tamborim de Ouro de melhor intérprete do ano.[132] O desfile marcou a despedida de Luma de Oliveira após cinco anos como Rainha de Bateria da escola; e de Jussara Pádua após oito anos dirigindo a Comissão de Frente.[133]
- 2004: "Pediu pra Pará, Parou! Com a Viradouro, Eu Vou... Pro Círio de Nazaré"
Para o carnaval de 2004, em comemoração aos vinte anos da LIESA, as escolas foram incentivadas a reeditar sambas antigos. Quatro agremiações aderiram à proposta: Viradouro, Portela, Império Serrano e Tradição. Inicialmente a proposta da Viradouro era fazer um samba-enredo inédito sobre o Círio de Nazaré. A disputa de samba chegou a ser iniciada, mas foi interrompida pelo então presidente da escola, José Carlos Monassa, que decidiu reeditar "A Festa do Círio de Nazaré", samba apresentado pela Unidos de São Carlos no carnaval de 1975.[134] O enredo passou a abordar todo o estado do Pará e, com isso, a Viradouro conseguiu o patrocínio de empresas da região.[135] A atriz niteroiense Juliana Paes, que já desfilava na escola há quatro anos, foi coroada Rainha de Bateria, substituindo Luma de Oliveira.[136] Penúltima das sete escolas que se apresentaram na segunda noite (segunda-feira) do Grupo Especial, a Viradouro desfilou debaixo de forte chuva. A Comissão de Frente da escola, que passou a ser coreografada por Deborah Colker e Ulysses Cruz, teve a participação dos atores Murilo Rosa e Cássia Kis, que estava grávida, interpretando os romeiros do Círio.[137][138] Especialistas elogiaram o desfile, listando a escola entre as favoritas ao título de campeã.[139][140] Assim como no ano anterior, Dominguinhos do Estácio recebeu o troféu Tamborim de Ouro.[141] Apesar dos elogios, a Viradouro se classificou em quarto lugar. Dois jurados tiraram décimos do clássico samba-enredo. A maior despontuação foi no quesito Conjunto, com a perda de 1,2 pontos, por causa da nota de um único jurado, Adilson Gomes de Oliveira. O julgador deu notas baixas para todas as escolas, incluindo 8,8 para a Viradouro, o que fez ele ficar conhecido como o jurado mais "cruel" da história do carnaval.[142][143]
- 2005: "A Viradouro É Só Sorriso!"

Terceira escola a se apresentar na segunda noite (segunda-feira) do carnaval de 2005, a Viradouro realizou um desfile sobre o sorriso. A apresentação foi prejudicada pela falta da segunda alegoria, que teve o eixo de direção quebrado e não participou do desfile. A escola também teve problema de evolução com a abertura de um "buraco" (espaço entre alas) próximo a uma cabine de jurados.[144] Especialistas destacaram a animação dos componentes, a Comissão de Frente de Deborah Colker e Ulysses Cruz, e a Bateria de Mestre Ciça, que realizou "paradinhas" em ritmo de funk e coreografias.[145] Em determinados momentos, os ritmistas se dividiam em dois grupos, abrindo um espaço no meio da Bateria, para a apresentação de artistas circenses. Em outro momento, a Rainha de Bateria, Juliana Paes, desfilava entre os ritmistas.[146] A Viradouro recebeu o troféu Tamborim de Ouro de melhor enredo do ano.[147] Com o desfile, a Viradouro se classificou em oitavo lugar, sua pior posição em dez anos. Desde 1996, a escola não ficava de fora do Desfile das Campeãs. A Viradouro conseguiu a pontuação máxima apenas em Comissão de Frente. Destaque também para Bateria e Samba-enredo, que perderam apenas um décimo cada. Com a leitura prejudicada pela falta de uma alegoria, o quesito enredo foi o mais despontuado, com a perda de 1,9 pontos.[148] O desfile marcou a despedida do mestre-sala Andrezinho após quatorze anos consecutivos na agremiação.[149] O carnavalesco Mauro Quintaes também foi dispensado da escola.[150]
- 2006: "Arquitetando Folias"

Em agosto de 2005, morreu o presidente da Viradouro, José Carlos Monassa Bessil, aos 65 anos de idade, vítima de uma hemorragia provocada por uma úlcera estomacal.[151] "Braço direito" de Monassa, o advogado e inspetor da Polícia Civil Marco Lira foi eleito presidente da Viradouro contando com o apoio da cúpula do jogo do bicho e da Liesa.[152][153] O carnaval de 2006 foi o primeiro confeccionado na Cidade do Samba, inaugurada em setembro de 2005.[154] A Viradouro foi a terceira escola a se apresentar na segunda noite (segunda-feira) do Grupo Especial. Os carnavalescos Milton Cunha, Mário Monteiro e Kaká Monteiro confeccionaram um desfile sobre os quinhentos anos de arquitetura no Brasil, com reproduções de ocas, favelas, o MAC (Museu de Arte Contemporânea de Niterói), e terminou projetando uma "casa do futuro", no espaço sideral.[155] Especialistas elogiaram o desfile e a escola recebeu gritos de "campeã" do público presente no Sambódromo.[156][157] A Bateria de Mestre Ciça recebeu o troféu Tamborim de Ouro.[158] A Viradouro se classificou em terceiro lugar, com quatro décimos de diferença para a campeã Vila Isabel, e a vice, Grande Rio.[159] Os melhores desempenhos da escola foram nos quesitos Bateria, Comissão de Frente e Evolução, onde perdeu apenas um décimo em cada. Os quesitos mais despontuados foram Alegorias e Fantasias, com a perda de cinco décimos em cada.[160] O desfile marcou a despedida da porta-bandeira Patrícia Gomes após quinze anos consecutivos na agremiação.[161]
- 2007: "A Viradouro Vira o Jogo"

A Viradouro chegou ao carnaval de 2007 como favorita, impulsionada pela contratação do badalado carnavalesco Paulo Barros, que vinha fazendo desfiles inovadores na Unidos da Tijuca.[162] Também houve troca na Comissão de Frente, com a chegada do coreógrafo Sérgio Lobato. O samba-enredo do desfile fez sucesso na fase pré-carnaval, tendo seu refrão principal ("Sou Viradouro e vou cantar / Com muito orgulho, com muito amor / Esse jogo vai virar / E eu quero ser o vencedor") cantado pelas torcidas de Vasco e Botafogo, trocando o nome da agremiação pelos dos times.[163] Quarta escola a se apresentar na primeira noite (domingo) do Grupo Especial, a Viradouro realizou um desfile sobre jogos. O grande destaque da apresentação foi a bateria desfilando em cima de uma alegoria. Ao sair do primeiro recuo, os ritmistas subiram num carro que tinha a forma de um tabuleiro de xadrez. Eles desfilaram tocando em cima da alegoria até o segundo recuo, quando desceram do carro e foram substituídos por uma ala com fantasia semelhante. A manobra demorou pra ser concluída o que fez com que a escola perdesse tempo parada, tendo que "correr" ao final do desfile para não ultrapassar o tempo máximo de apresentação.[164][165]

Fazendo sua estreia na escola, a porta-bandeira Simone desfilou com uma saia curta, em forma de roleta, que soltava fogos frios ao girar; enquanto o mestre-sala Julinho desfilou caracterizado como crupiê. A Viradouro recebeu gritos de campeã do público presente no Sambódromo.[166][167] Assim como no ano anterior, a Bateria de Mestre Ciça recebeu o troféu Tamborim de Ouro.[168] Com o desfile, a Viradouro se classificou em quinto lugar. A escola conseguiu a pontuação máxima apenas nos quesitos Enredo, Fantasias e Samba-enredo. O quesito mais despontuado foi Alegorias, com a perda de nove décimos. A moderna fantasia do mestre-sala e da porta-bandeira também não agradou aos jurados, que tiraram sete décimos do casal.[169] No Desfile das Campeãs, ritmistas da Viradouro protestaram contra o resultado usando narizes de palhaço. Outros componentes desfilaram com cartazes em apoio à Paulo Barros, que, decepcionado com as notas de Alegorias, chegou a anunciar que mudaria o seu estilo.[170] A escola novamente foi saudada pelo público no Sambódromo com gritos de "campeã".[171]
- 2008: "É de Arrepiar!"
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Para o carnaval de 2008, Paulo Barros desenvolveu um enredo sobre as coisas que causam sensação de arrepio no ser humano. O intérprete Dominguinhos do Estácio foi demitido da agremiação após se indispor com a direção da escola por ter seu samba eliminado no concurso que escolheu o samba-enredo do desfile. Outro autor do samba cortado, o compositor Gustavo Clarão também se afastou da escola. Anos mais tarde, quando assumiu a presidência da agremiação, Clarão adaptou a obra, que virou o samba-exaltação oficial da Viradouro.[172] Para substituir Dominguinhos, a escola contratou o intérprete Nêgo.[173] Raphael Rodrigues assumiu o posto de primeiro mestre-sala, dançando com Simone Pereira. A Viradouro foi a última das seis agremiações que se apresentaram na primeira noite (domingo) do Grupo Especial. O desfile explorou a sensação de frio no carro abre-alas com uma pista artificial de esqui com 26 toneladas de gelo picado, onde esquiadores desciam na "neve" improvisada. A sensação de nojo na alegoria em que componentes fantasiados de baratas subiam num banquete de comidas; além da sensação de prazer sexual no carro onde componentes simulavam posições do Kama Sutra; e o arrepio do parto numa alegoria com a reprodução de um enorme bebê recém-nascido. A cantora mangueirense Beth Carvalho, que estava brigada com a Mangueira, desfilou numa alegoria em homenagem ao cantor e compositor Cartola.[174]
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A escola pretendia apresentar uma alegoria sobre o holocausto, com representações de cadáveres e um destaque vestido de Adolf Hitler. Ao tomar conhecimento do caso, a Federação Israelita entrou com uma ação na Justiça e a Viradouro foi proibida de levar a alegoria para o Sambódromo.[175] A dois dias do desfile, Paulo Barros precisou reformular o carro alegórico.[176][177] A solução encontrada foi transformar a alegoria num protesto a favor da liberdade de expressão. Na nova alegoria, diversos componentes vestiram roupas brancas e utilizaram uma mordaça.[178] O destaque que seria Hitler, desfilou como Tiradentes enforcado. A alegoria ainda apresentou duas faixas com as inscrições "Liberdade ainda que tardia" e "Não se constrói futuro enterrando a história".[179] Com o desfile, a Viradouro se classificou em sétimo lugar, ficando de fora do Desfile das Campeãs. A escola conseguiu a pontuação máxima nos quesitos Bateria e Comissão de Frente. O quesito mais despontuado foi Harmonia com a perda 1,2 pontos.[180] O desfile marcou a despedida da atriz Juliana Paes em sua primeira passagem como Rainha de Bateria da Viradouro.[181]
- 2009: "Vira-Bahia, Pura Energia"
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Em maio de 2008, Marco Lira foi reeleito presidente da Viradouro com 580 votos contra 105 do candidato da oposição, Marcos Quaresma. A disputa pré-eleitoral foi marcada pelo polêmico anúncio da candidatura de Luma de Oliveira à presidência da agremiação. A ex-rainha de bateria da Viradouro desistiu de concorrer ao pleito devido à falta de apoio dos segmentos da escola.[182] Para o carnaval de 2009, Lira pediu a Paulo Barros que ele fizesse um desfile mais luxuoso e tradicional, o que fugiria de seu estilo. Com a recusa do carnavalesco, ele foi demitido da agremiação.[183] Para ocupar o seu lugar, foi contratado o carnavalesco Milton Cunha, que desenvolveu um enredo sobre biocombustível, desenvolvimento sustentável e o combate à degradação do planeta, fazendo associação à força mística dos orixás.[184] O intérprete Nêgo foi demitido após não comparecer à gravação do samba da escola para o álbum oficial do carnaval. Para ocupar o seu lugar, foi contratado o intérprete David do Pandeiro.[185] Robson Sensação e Ana Paula assumiram o posto de primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira. Dançarina do grupo É O Tchan e integrante da escola há cinco anos, Juliane Almeida foi coroada Rainha de Bateria da agremiação.[186] A Viradouro foi a última escola a se apresentar na segunda noite (segunda-feira), encerrando os desfiles do Grupo Especial de 2009.[187][188] Segundo especialistas, o destaque da apresentação foi o desempenho da bateria de Mestre Ciça, que anunciou sua saída da escola logo após o desfile.[189][190][191][192] A Viradouro recebeu o Troféu Rádio Manchete de melhor bateria[193] e o Troféu Sambario de melhor samba-enredo.[194] Bateria foi o único quesito em que a escola conseguiu a nota máxima de todos os julgadores. Perdendo muitos décimos nos demais quesitos, a Viradouro se classificou em oitavo lugar.[195]
Década de 2010
A Viradouro começou a década de 2010 com o rebaixamento para a segunda divisão. A escola venceu a Série A em 2014, garantindo seu retorno ao Grupo Especial, mas foi rebaixada novamente. A chegada de Marcelo Calil Petrus e seu filho Marcelinho Calil à presidência da escola marcou o início de uma nova era na Viradouro. Mais organizada, a escola venceu a Série A em 2018 e no seu retorno à elite do carnaval conquistou o vice-campeonato do Grupo Especial de 2019.
- 2010: "México, o Paraíso das Cores, Sob o Signo do Sol"
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No carnaval de 2010, a Viradouro teve como carnavalescos Edson Pereira e Júnior Schall, que desenvolveram um enredo sobre o México. Campeão com a escola em 1997, Mestre Jorjão retornou ao comando da bateria, reeditando as "paradinhas" em ritmo de funk.[197] Marco Lira causou polêmica ao colocar a própria filha, Júlia Lira, de apenas sete anos de idade, como Rainha de Bateria.[198] A Viradouro foi a quarta escola a se apresentar na primeira noite (domingo) do Grupo Especial.[199][200] Especialistas criticaram o desfile, apontando a escola como candidata ao rebaixamento.[201][202] Passando por uma crise financeira, a escola teve dificuldade para confeccionar o seu desfile, resultando em problemas de acabamento visíveis nas alegorias.[203] A escola também teve o "azar" de desfilar após o histórico "É Segredo!" da Unidos da Tijuca, que seria a campeã do ano. O destaque do desfile da Viradouro foi a Rainha de Bateria mirim, que ganhou diversas matérias na imprensa nacional e internacional. Jornais estrangeiros como Le Monde, El País, The New York Times e The Guardian, destacaram o choro da menina devido ao assédio dos fotógrafos antes do desfile.[204] Confirmando a expectativa, a Viradouro se classificou um último lugar entre as doze escolas do grupo, sendo rebaixada para a segunda divisão após vinte carnavais consecutivos no Grupo Especial. Dos cinquenta julgadores do carnaval, apenas um deu nota máxima para a escola.[205] Após o carnaval, Marco Lira renunciou à presidência da Viradouro, pondo fim ao seu mandato dois anos antes do término previsto.[206]
- 2011: "Quem Sou Eu Sem Você?"

Em junho de 2010, o compositor Gustavo Clarão, autor de vários sambas da Viradouro, foi eleito presidente da escola, tendo como vice-presidente o empresário Rildo Seixas, ex-diretor de carnaval. Os dois tinham se afastado da agremiação por desavenças com a administração de Marco Lira.[207] A nova diretoria manteve o casal de mestre-sala e porta-bandeira, Robson e Ana Paula, trocando o restante da equipe. Ritmista da Viradouro desde 1996, Mestre Pablo assumiu o comando da bateria, substituindo Jorjão.[208] O consagrado coreógrafo Fábio de Mello, que fez história na Imperatriz Leopoldinense, assumiu a direção da Comissão de Frente. Wander Pires continuaria como intérprete, mas foi demitido após uma briga com o diretor de carnaval Wilson Beloba.[209] Em substituição, a escola decidiu montar um quarteto de cantores com Diego Nicolau, Silas Leleu, Gilberto Gomes e Niu Souza.[210] A escola contratou o carnavalesco Jack Vasconcelos, que desenvolveu um enredo sobre os vários tipos de comunicação, desde os tradicionais até os inusitados como a comunicação com extraterrestres e com outras vidas através do espiritismo e da mediunidade.[211] A Viradouro foi a terceira agremiação a se apresentar pelo Grupo A do carnaval de 2011. A escola desfilou com duas rainhas de bateria: a ex-rainha Patrícia Costa e a assistente de palco do programa Caldeirão do Huck, Dany Bananinha. A Viradouro recebeu o Troféu Gato de Prata de melhor escola do Grupo A.[212] Robson e Ana Paula receberam os prêmios Estrela do Carnaval[213]; S@mba-Net;[214] e Troféu Jorge Lafond.[215] Com o desfile, a Viradouro conquistou o vice-campeonato, com nove décimos de diferença para a campeã, Renascer de Jacarepaguá. A Viradouro conseguiu a pontuação máxima na maioria dos quesitos, sendo Comissão de Frente o quesito mais despontuado, com a perda de cinco décimos.[216]
- 2012: "A Vida como Ela É, Bonitinha mas Ordinária... Assim Falou Nelson Rodrigues"

Para o carnaval de 2012, a Viradouro contratou o carnavalesco Alexandre Louzada, que desenvolveu um enredo sobre o jornalista e escritor Nelson Rodrigues, morto em 1980. Luciana Yegros assumiu o comando da Comissão de Frente. A atriz Monique Alfradique foi coroada Rainha de Bateria.[217] A Viradouro foi a sexta das nove agremiações que se apresentaram pelo Grupo A de 2012. Especialistas elogiaram o desfile, listando a escola entre as favoritas, mas apontando vantagem para o Império Serrano.[218][219] O resultado oficial, que consagrou a Inocentes de Belford Roxo como campeã, é cercado de polêmicas. Durante a preparação para o carnaval, circularam, na internet, boatos sobre a possível vitória da Inocentes.[220][221][222] O fato do presidente da escola campeã, Reginaldo Gomes, ser também presidente da liga organizadora do desfile contribuiu para as suspeitas de fraude.[223][224] Além disso, dois julgadores não lançaram notas para algumas escolas.[225] O favorito Império Serrano ficou com o vice-campeonato, enquanto a Viradouro se classificou na quinta colocação.[226] A escola conseguiu a pontuação máxima apenas em Bateria e Harmonia. Os quesitos mais despontuados foram Alegorias e Fantasias.[227] A Bateria da Viradouro recebeu o prêmio S@mba-Net;[228] enquanto a porta-bandeira Alessandra Chagas recebeu os prêmios Samba É Nosso e Troféu Jorge Lafond.[229][230]
- 2013: "Nem Melhor nem Pior, que não Sai da Minha Mente. Inspiração para o Meu Samba, Eu Também Sou Diferente"

A Viradouro realizou diversas mudanças em sua equipe para o carnaval de 2013. Max Lopes retornou como carnavalesco após vinte anos. David do Pandeiro substituiu Silas Leleu no carro de som da escola, formando o quarteto de cantores com Diego Nicolau, Gilberto Gomes e Niu Souza. Marlon Flores assumiu o posto de primeiro mestre-sala, dançando com Alessandra Chagas.[231] Houve mudanças também na Direção de Carnaval, assumida por Wilson Polycarpo; e na Direção de Harmonia com a chegada de Miltinho Souza e Gabriel Sequeira. Depois do polêmico resultado de 2012, a segunda divisão do carnaval foi reformulada, passando a se chamar Série A e os desfiles foram divididos em duas noites. Última escola a se apresentar na primeira noite (sexta-feira), a Viradouro realizou um desfile em homenagem ao Acadêmicos do Salgueiro, que completava sessenta anos em 2013.[232] A escola recebeu gritos de "campeã" do público presente no Sambódromo. Especialistas elogiaram o desfile, destacando o samba-enredo, curto e sem refrão, que também fez sucesso junto ao público.[233][234] A Viradouro conquistou o vice-campeonato com quatro décimos de diferença para o campeão Império da Tijuca. A escola conseguiu a pontuação máxima na maioria dos quesitos, perdendo décimos em Alegorias, Fantasias e Comissão de Frente.[235]
- 2014: "Sou a Terra de Ismael, 'Guanabaran' Eu Vou Cruzar... Pra Você Tiro o Chapéu, Rio Eu Vim Te Abraçar"
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Depois do desfile de 2013, a Viradouro foi desalojada do seu barracão devido às obras de revitalização da Zona Portuária. Depois de oito meses mantendo suas alegorias em um terreno a céu aberto na Avenida Brasil, a escola conseguiu se alojar no antigo barracão da Mangueira, nas proximidades do Sambódromo.[236] Para o carnaval de 2014, a Viradouro contratou o intérprete Zé Paulo Sierra, voltando a ter apenas um intérprete oficial. Musa da escola nos dois anos anteriores, Raíssa Machado assumiu o posto de Rainha de Bateria.[237] Assistente de Max Lopes no ano anterior, João Vitor Araújo fez sua estreia como carnavalesco no Rio, assinando o desfile da Viradouro.[238] Quinta das nove agremiações que se apresentaram na segunda noite (sábado) da Série A de 2014, a Viradouro realizou um desfile em homenagem a sua cidade-sede, Niterói. A escola empolgou o público presente no Sambódromo, recebendo gritos de "campeã".[239] Especialistas elogiaram a apresentação, apontando a escola como favorita ao título.[240][241] A Viradouro recebeu diversas premiações de melhor escola, incluindo o Estandarte de Ouro.[242] Destaque também para Zé Paulo, o intérprete mais premiado do ano no grupo. Confirmando a expectativa, a Viradouro foi campeã da Série A de 2014, garantindo seu retorno ao Grupo Especial, quatro anos após o seu rebaixamento. Dos quarenta julgadores do carnaval, apenas três não deram nota máxima à escola, sendo que duas dessas notas foram descartadas seguindo o regulamento do concurso, que previa o descarte da menor nota de cada quesito. Com isso, a escola perdeu apenas um décimo, em Comissão de Frente, garantindo a pontuação máxima nos demais quesitos.[243] Após o carnaval, Gustavo Clarão foi reeleito presidente da Viradouro por aclamação em chapa única inscrita no pleito.[244]
- 2015: "Nas Veias do Brasil, É a Viradouro em Um Dia de Graça"
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De volta ao Grupo Especial, a Viradouro manteve a maior parte da equipe campeã de 2014. As exceções foram a Comissão de Frente, que passou para o comando do coreógrafo Sérgio Lobato;[245] e a Bateria, que passou a ser comandada por uma comissão formada por Pedro Magrão, Heros Leonardo, Vini Lemos, Thiago'z, Gabriel Policarpo e Thalita Santos, todos ex-diretores da Furacão Vermelho e Branco.[246] Em um expediente inédito, a escola utilizou como samba-enredo uma junção das músicas "Nas Veias do Brasil" e "Por Um Dia de Graça", ambas do compositor Luiz Carlos da Vila, morto em 2008. A adaptação foi feita pelo presidente da escola, Gustavo Clarão.[247] Primeira escola a se apresentar pelo Grupo Especial do carnaval de 2015, a Viradouro realizou um desfile sobre a importância da raça negra na formação do povo brasileiro. A escola foi prejudicada por uma forte chuva que atrasou o desfile e danificou alegorias e fantasias.[248][249] Ex-rainha de bateria, a atriz Juliana Paes desfilou como destaque na Comissão de Frente.[250][251] A Viradouro recebeu o Estandarte de Ouro de melhor ala das baianas; enquanto Zé Paulo recebeu o prêmio SRzd de melhor intérprete.[252][253] Conseguindo a pontuação máxima apenas no quesito samba-enredo, a Viradouro se classificou em último lugar, sendo rebaixada de volta para a segunda divisão.[254]
- 2016: "O Alabê de Jerusalém: A Saga de Ogundana"
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Para o carnaval de 2016, a Viradouro realizou diversas mudanças em sua equipe, contratando o diretor de bateria Paulinho Botelho (de volta a escola após vinte anos); o experiente casal de mestre-sala e porta-bandeira Marquinhos e Giovanna; os coreógrafos de comissão de frente Sylvio Lemgruber e Fernanda Misailidis; além de Wilsinho Alves, ex-presidente da Unidos de Vila Isabel, como diretor de carnaval. Márcia Lage chegou a ser anunciada como carnavalesca, mas pediu dispensa da escola devido a problemas de saúde. Vice-campeão com a escola em 2013, Max Lopes retornou à agremiação como carnavalesco.[255] Quinta escola a se apresentar na primeira noite (sexta-feira) da Série A, a Viradouro realizou um desfile baseado na ópera "O Alabê de Jerusalém", do cantor e compositor Altay Veloso, que narra a história do africano Ogundana, nascido na cidade de Ifé, na Nigéria, contemporâneo de Jesus Cristo, que retorna à Terra como uma entidade de culto africano para contar sua experiência.[256]
Com problemas financeiros, a escola teve dificuldade para confeccionar seu carnaval, o que resultou num desfile simples, com problemas de acabamento em algumas alegorias. Ainda assim, especialistas listaram a agremiação entre as favoritas ao título e o público presente no Sambódromo aclamou a escola com gritos de "campeã".[257][258] O grande destaque do desfile foi o samba-enredo, que venceu todos os prêmios do ano, incluindo o Estandarte de Ouro.[259] Destaque também para Zé Paulo Sierra, que foi o intérprete mais premiado do ano no grupo. Com o desfile, a Viradouro se classificou em terceiro lugar, se mantendo na Série A para o ano seguinte. A escola conseguiu a pontuação máxima apenas nos quesitos Bateria e Samba-enredo. O quesito mais despontuado foi Alegorias, com a perda de cinco décimos.[260]
- 2017: "...E Todo Menino É Um Rei"

A Viradouro ainda passava por uma crise financeira, com dívidas de cerca de três milhões de reais e muita dificuldade para montar seu carnaval, quando o então presidente, Gustavo Clarão, se afastou do cargo, e a escola passou a ser comandada por um conselho liderado pelo contraventor do jogo do bicho Marcelo Calil Petrus e seu filho Marcelinho Calil.[261] A família já tinha ligação com o carnaval, investindo durante anos na Acadêmicos do Cubango, e em 2016 no Porto da Pedra. A família Calil chegou na Viradouro faltando pouco mais de um mês para o carnaval, conseguindo reverter o atraso no andamento do barracão da agremiação.[262] A escola promoveu mudanças em sua equipe, contratando o carnavalesco niteroiense Jorge Silveira; o mestre de bateria Maurão; o coreógrafo da comissão de frente, Anderson Rodrigues e o casal de mestre-sala e porta-bandeira Diego Machado e Alessandra Chagas. Diego substituiu Matheus Olivério, que se desligou da agremiação após ser promovido à primeiro mestre-sala da Mangueira. No dia em que completou setenta anos, a Viradouro anunciou o retorno de Dominguinhos do Estácio ao carro de som da escola após dez anos afastado. Durante todo o pré-carnaval, o veterano dividiu o microfone com Zé Paulo Sierra. No desfile, porém, foi destaque do carro abre-alas. Terceira agremiação a se apresentar na primeira noite (sexta-feira) da Série A do carnaval de 2017, a Viradouro realizou um desfile sobre a infância, sendo este o primeiro enredo de temática infantil da história da escola. Especialistas elogiaram a apresentação, listando a escola entre as favoritas ao título.[263] Com o desfile, a Viradouro obteve o vice-campeonato da Série A, com cinco décimos de diferença para o campeão, Império Serrano. A escola perdeu pontos em Evolução, Enredo, Harmonia e Comissão de Frente.[264]
- 2018: "Vira a Cabeça, Pira o Coração - Loucos Gênios da Criação"

Em abril de 2017, a Viradouro passou por eleição presidencial. A única chapa inscrita no pleito foi aclamada vencedora, tendo como o novo presidente Marcelinho Calil (filho do presidente de honra Marcelo Calil Petrus) e como vice-presidente Susie Bessil (filha do ex-presidente José Carlos Monassa). A nova diretoria da escola promoveu diversas mudanças na equipe da escola visando o carnaval de 2018. A escola contratou o carnavalesco Edson Pereira, o casal de mestre-sala e porta-bandeira Julinho Nascimento e Rute Alves, o coreógrafo da comissão de frente Márcio Moura. Também houve mudança na Direção de Carnaval, assumida por Alex Fab e Dudu Falcão; e na Direção de Harmonia com a chegada de Mauro Amorim.[265] Durante o pré-carnaval de 2018 a Viradouro promoveu algumas inovações, como a transmissão da escolha de samba-enredo através de sua página no Facebook e o lançamento de um álbum com releituras de sambas clássicos da agremiação na voz de seu intérprete, Zé Paulo Sierra, tendo seu repertório escolhido pelos torcedores através de enquete. Intitulado "Os sambas que vão tocar seu coração", o álbum conta com as participações de Alcione, Altay Veloso, Bibi Ferreira, Dudu Nobre, Quinzinho, Dominguinhos do Estácio, entre outros. Terceira escola a se apresentar na segunda noite (sábado) da Série A, a Viradouro realizou um desfile sobre personalidades consideradas "geniais", como Albert Einstein, Leonardo Da Vinci, Galileu Galilei, Charlie Chaplin, além de personagens como Dom Quixote e Frankenstein.[266][267] Especialistas elogiaram a apresentação, listando a escola entre as favoritas ao título.[268][269][270] A Viradouro recebeu os prêmios S@mba-Net[271] e Troféu Sambista[272] de melhor escola; além de diversas outras premiações para o intérprete Zé Paulo, a bateria, a comissão de frente. Confirmando a expectativa, a Viradouro foi campeã da Série A, com três décimos de vantagem sobre a Unidos de Padre Miguel, garantindo seu retorno ao Grupo Especial. A escola conseguiu a pontuação máxima na maioria dos quesitos, perdendo apenas três décimos em Samba-enredo.[273][274]
- 2019: "Viraviradouro!"
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Na preparação para o carnaval de 2019, a escola se reforçou trazendo de volta, após uma década, o carnavalesco Paulo Barros e o diretor de bateria Ciça. O coreógrafo Alex Neoral, vindo da Vila Isabel junto com o carnavalesco, também foi contratado. Outros segmentos, como o casal de mestre-sala e porta-bandeira Julinho e Rute e o intérprete Zé Paulo Sierra tiveram seus contratos renovados. Segunda escola a se apresentar na primeira noite (domingo) do Grupo Especial, a Viradouro realizou um desfile sobre histórias encantadas de transformações, tendo como fio condutor a ave fênix, figura da mitologia grega que tem o poder de se regenerar das cinzas.[275] Especialistas elogiaram o desfile, destacando que a escola conseguiu empolgar o público presente no Sambódromo mesmo sendo a segunda a desfilar.[276][277] A Viradouro conquistou o vice-campeonato pela primeira vez em sua história, além de obter o melhor resultado de uma escola vinda do Grupo de Acesso, superando o feito que antes pertencia ao quinto lugar da Unidos da Tijuca em 2000. A escola conseguiu a pontuação máxima na maioria dos quesitos, perdendo apenas um décimo em Alegorias e dois décimos em Samba-enredo, terminando a classificação com três décimos de diferença para a campeã Mangueira.[278] A Viradouro recebeu o prêmio Estrela do Carnaval de melhor desfile do ano; além de outras premiações para Paulo Barros e Zé Paulo Sierra.[279]
Década de 2020
- 2020: "Viradouro de Alma Lavada"
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Visando o carnaval de 2020, à princípio, foi mantida toda equipe do carnaval anterior. Entretanto, Paulo Barros foi contratado pela Gaviões da Fiel, de São Paulo. A ideia do carnavalesco era assumir as duas escolas. Ele ficaria na Viradouro de segunda a quinta e na Gaviões no final de semana, mas a Viradouro queria exclusividade e não aceitou "dividir" o carnavalesco com outra escola. Sem chegarem a um acordo, Paulo e Viradouro decidiram romper a parceria.[280][281] Posteriormente foram contratados os carnavalescos Tarcisio Zanon e Marcus Ferreira, que desenvolveram o enredo "Viradouro de Alma Lavada", que exaltou a história das Ganhadeiras de Itapuã.[282][283] A Viradouro teve patrocínio da Prefeitura de Niterói, diferente das escolas do Rio, que não receberam subvenção oficial. Após dois anos cortando a verba pela metade, o prefeito Marcelo Crivella decidiu cortar integralmente a subvenção das escolas que desfilam no Sambódromo.[284] A Viradouro foi a segunda escola a se apresentar na primeira noite (domingo) do Grupo Especial. Um dos destaques do desfile foi a Comissão de Frente, onde a atleta da seleção brasileira de nado sincronizado Anna Giulia Veloso, vestida de sereia, mergulhava em um aquário com sete mil litros de água mineral, representando a Lagoa do Abaeté.[285]
O samba-enredo também fez sucesso nas arquibancadas da Sapucaí, especialmente o refrão "Ó, mãe! Ensaboa, mãe! Ensaboa pra depois quarar". Com o desfile, a Viradouro conquistou seu segundo título de campeã do carnaval carioca, quebrando o jejum de 23 anos sem conquistas. A escola obteve a mesma pontuação final da vice-campeã, Grande Rio, conquistando o título no quesito de desempate (Evolução), onde teve notas melhores que a escola de Caxias. Pela primeira vez no sambódromo, a segunda escola a desfilar na primeira noite foi campeã.[286] A Viradouro recebeu o Troféu SRzd de melhor escola do ano.[287] Também foi premiada com o Estandarte de Ouro de melhor enredo e de melhor comissão de frente.[288] O desfile marcou a despedida de Raíssa Machado da escola após sete anos consecutivos como rainha de bateria da agremiação.[289] A atriz Erika Januza foi escolhida como a nova rainha de bateria da escola.[290] Em junho de 2020, Marcelinho Calil foi reeleito presidente da agremiação, tendo Hélio Nunes como vice-presidente.[291]
- 2021/2022: "Não Há Tristeza que Possa Suportar Tanta Alegria"
Para 2021, a Viradouro manteve os carnavalescos campeões, que desenvolveram um enredo sobre a história do carnaval carioca de 1919, conhecido como o maior do século passado, destacando o sentimento dos cariocas que foram às ruas naquele ano para celebrar o fim da pandemia da gripe espanhola. O enredo foi inspirado no livro "O Carnaval da Guerra e da Gripe", do escritor e jornalista Ruy Castro.[292] Com o retorno de Eduardo Paes à Prefeitura do Rio de Janeiro, a subvenção voltou a ser paga às agremiações.[293] Por causa do avanço da Pandemia de COVID-19 em todo o mundo, o desfile das escolas de samba de 2021 foi cancelado, sendo a primeira vez, desde a criação do concurso, em 1932, que o evento não foi realizado.[294][295] Com o agravamento da pandemia, as escolas paralisaram as atividades presenciais nas quadras e barracões, mas seguiram se programando para o desfile futuro. No final de 2021, com a campanha de vacinação contra a COVID e a diminuição de mortes pela doença, as escolas retomaram os ensaios para o carnaval de 2022.[296] Com o aumento dos casos de COVID no país devido ao avanço da variante Ómicron, o desfile das escolas de samba que ocorreriam no carnaval de 2022 foram adiados para abril do mesmo ano, durante o feriado de Tiradentes.[297] A Viradouro foi a quinta agremiação a se apresentar na primeira noite do Grupo Especial. Especialistas elogiaram a apresentação, listando a escola entre as favoritas ao título.[298][299][300] Perdendo décimos em Harmonia, Comissão de Frente, Bateria e Mestre-sala e Porta-bandeira, a Viradouro obteve o terceiro lugar, se classificando para o Desfile das Campeãs.[301] A escola recebeu o Estandarte de Ouro de inovação pelo seu samba-enredo com letra em forma de carta.[302]
- 2023: "Rosa Maria Egipcíaca"
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Para o carnaval de 2023, a Viradouro dispensou os coreógrafos da comissão de frente, contratando Priscilla Mota e Rodrigo Negri, que estavam na Mangueira, para substituí-los. O carnavalesco Marcus Ferreira deixou a escola, se transferindo para a Mocidade Independente de Padre Miguel.[303] A Viradouro manteve o carnavalesco Tarcísio Zanon, que desenvolveu um enredo sobre Rosa Maria Egipcíaca da Vera Cruz, escravizada que chegou criança ao Brasil, onde foi prostituta, beata, realizadora de exorcismos e alvo de adoração de fiés, sendo perseguida pela Igreja Católica. Também é considerada a primeira mulher negra a escrever um livro no Brasil.[304] A Viradouro foi a última das seis escolas que se apresentaram na segunda noite (segunda-feira), encerrando os desfiles do Grupo Especial. Especialistas elogiaram a apresentação, listando a escola entre as favoritas ao título junto com Vila Isabel e Imperatriz Leopoldinense.[305][306][307] A Viradouro recebeu os prêmios Estrela do Carnaval [308]; Troféu Sambario [309]; 100% Carnaval [310]; e Fala Galera[311] de melhor desfile do ano. A comissão de frente de Priscilla Mota e Rodrigo Negri foi a mais premiada do ano, recebendo a maioria das premiações. A Viradouro conquistou o vice-campeonato com um décimo de diferença para a campeã, Imperatriz. A escola conseguiu a pontuação máxima na maioria dos quesitos, perdendo apenas dois décimos em Harmonia e um décimo em Bateria.[312]
- 2024: "Arroboboi, Dangbé"

Para o carnaval de 2024, a Viradouro anunciou a saída do intérprete Zé Paulo Sierra depois de nove anos defendendo a agremiação. A decisão foi tomada de maneira amigável entre as partes e o cantor posteriormente se transferiu pra Mocidade.[313] Para o seu lugar foi contratado Wander Pires, egresso do Paraíso do Tuiuti, que retornou a escola depois de quatorze anos. Os demais segmentos tiveram os contratos renovados. Em maio de 2023, Hélio Nunes foi aclamado novo presidente da agremiação e assumiu o cargo após dois mandatos de Marcelinho Calil, que passou a exercer a função de diretor-executivo.[314] Assim como no ano anterior, a Viradouro foi a última das seis escolas que se apresentaram na segunda noite (segunda-feira), encerrando os desfiles do Grupo Especial. O carnavalesco Tarcísio Zanon desenvolveu um enredo sobre a história do culto ao vodu Dambê, representado por uma píton-real, desde a manifestação da energia na costa ocidental da África até a chegada do culto ao Brasil, com a instalação de terreiros na Bahia pela sacerdotisa Ludovina Pessoa e a formação do candomblé Jeje.[315]

O desfile foi amplamente elogiado pela crítica especializada, recebendo adjetivos como "perfeito", "impecável", "irretocável" e "avassalador".[316][317][318] A escola foi apontada como favorita ao título de campeã e recebeu diversas premiações, sendo a agremiação mais premiada do ano. Um dos destaques do desfile foi a comissão de frente de Priscilla Mota e Rodrigo Negri com uma serpente mecanizada de nove metros de comprimento. Confirmando o favoritismo, a Viradouro foi campeã do carnaval de 2024, conquistando seu terceiro título no Grupo Especial.[319] A escola recebeu apenas três notas diferente de dez, mas todas foram descartadas, seguindo o regulamento do concurso, que previa o descarte da menor nota de cada quesito. Com isso, a Viradouro foi campeã somando os 270 pontos possíveis, com diferença de sete décimos para a vice-campeã (Imperatriz), sendo a maior diferença entre campeã e vice desde 2011.[320] Em 2024, o desfile ganhou uma exposição no Museu de Arte Contemporânea de Niterói, reunindo duzentas fotografias e vinte fantasias, além da serpente da comissão de frente.[321]
- 2025: "Malunguinho: O Mensageiro de Três Mundos"
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Tentando o bicampeonato consecutivo, a Viradouro escolheu um enredo sobre Malunguinho, uma falange espiritual afro-ameríndia presente nos terreiros de Catimbó, Jurema Sagrada, Toré e Umbanda, sobretudo da região nordeste do Brasil, inspirada na figura de João Batista, o último líder do Quilombo de Catucá, em Pernambuco.[322] No enredo desenvolvido por Tarcísio Zanon, com pesquisa de João Gustavo Melo, ao fugir de emboscadas anti-quilombolas, Malunguinho aprende com os indígenas o segredo da força das ervas. Após absorver esses conhecimentos, torna-se "Mensageiro de Três Mundos: Mata, Jurema e Encruzilhada", o dono da chave mágica para abrir senzala e fechar o corpo dos que a ele rogam proteção.[323] De acordo com os autores, a pesquisa foi desenvolvida em torno de uma profunda imersão na cultura da Jurema, seus ritos e aplicações como remédio e como psicoativo.[324] A partir do carnaval de 2025, o desfile do Grupo Especial passou a ser dividido em três noites, com quatro escolas se apresentando em cada noite.[325] A Viradouro foi a terceira escola a se apresentar na primeira noite (domingo). Especialistas elogiaram o desfile, destacando o impacto do conjunto alegórico, mas apontaram problemas na evolução da escola e em peças de fantasias que se desfizeram pela pista ao longo da apresentação.[326][327] O casal de mestre-sala e porta-bandeira Julinho Nascimento e Rute Alves recebeu o Estandarte de Ouro.[328] No julgamento oficial do carnaval, a Viradouro conquistou a pontuação máxima nos quesitos Mestre-sala e Porta-bandeira, Alegorias e Adereços, Fantasias, Samba-Enredo e Comissão de Frente; perdendo um décimo nos quesitos Bateria, Harmonia e Evolução. A maior perda foi no quesito Enredo, com três décimos perdidos. A escola se classificou em quarto lugar, garantindo seu retorno ao Desfile das Campeãs.[329] O desfile marcou a despedida de Erika Januza como rainha de bateria da agremiação após quatro anos consecutivos.[330]
- 2026: "Pra Cima, Ciça!"
Para o carnaval de 2026, a Viradouro escolheu como enredo uma homenagem ao seu diretor de bateria, Mestre Ciça. O anúncio foi realizado durante um evento na quadra da escola e surpreendeu o próprio homenageado, que ficou emocionado diante da torcida e dos segmentos da agremiação.[331] Convidada por Ciça, a atriz Juliana Paes voltou a ser rainha de bateria da agremiação após dezessete anos.[332] A escola também reformulou seu quadro de casais de mestre-sala e porta-bandeira, mantendo apenas o primeiro casal.[333][334]
Carnavais
| Legenda: * Sem informação disponível |
| Carnavais da Viradouro | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Ano | Colocação | Divisão | Enredo | Carnavalesco | Ref. |
| 1947 | 4.º Lugar | Especial de Niterói | * | * | [335] |
| 1948 | 3.º Lugar | Especial de Niterói | * | * | [335] |
| 1949 | Campeã | Especial de Niterói | "Araribóia" | * | [335] |
| 1950 | Campeã | Especial de Niterói | "Tiradentes - Mártir da Independência" | * | [335] |
| 1951 | Não houve desfile | [335] | |||
| 1952 | Campeã | Especial de Niterói | "Vultos Nacionais" | * | [335] |
| 1953 | Campeã | Especial de Niterói | "Cândido Rondon" | * | [335] |
| 1954 | Concurso anulado | [335] | |||
| 1955 | Vice-campeã | Especial de Niterói | "Batalha Naval do Riachuelo" | * | [335] |
| 1956 | Campeã | Especial de Niterói | "Independência do Brasil" | * | [335] |
| 1957 | Campeã | Especial de Niterói | "Quatro Grandes Feitos da História" | * | [335] |
| 1958 | Campeã | Especial de Niterói | "Primeiro Reinado" | * | [335] |
| 1959 | Campeã | Especial de Niterói | "Carlos Gomes" | * | [335] |
| 1960 | 3.º Lugar | Especial de Niterói | "Catulo da Paixão Cearense" | * | [335][336] |
| 1961 | Não concorreu | [335] | |||
| 1962 | Campeã | Especial de Niterói | "A Chegada da Família Real" | * | [337] |
| 1963 | Campeã | Especial de Niterói | "O Último Baile Imperial" | * | [337] |
| 1964 | Não foi avaliada | Grupo 3 (RJ) | Maria Quitéria | * | [337] |
| 1965 | 26.º Lugar | Grupo 3 (RJ) | "Rio Quarto Centenário" | * | [337] |
| 1966 | Menção honrosa | Especial de Niterói | "Homenagem a Niterói' | * | [337] |
| 1967 | Vice-campeã | Especial de Niterói | "Chico Rei" | * | [337] |
| 1968 | Vice-campeã | Especial de Niterói | "Rugendas - Viagem Pitoresca Através do Brasil" | * | [337] |
| 1969 | Vice-campeã | Especial de Niterói | "A Festa do Divino" | * | [337] |
| 1970 | Vice-campeã | Especial de Niterói | "Quilombo dos Palmares" | * | [337] |
| 1971 | Campeã | Especial de Niterói | "São Francisco - Rio da Integração Nacional" | * | [337] |
| 1972 | Vice-campeã | Especial de Niterói | "Três Festas Tradicionais Brasileiras" | Érico Lameiras, Nelson dos Santos e Juvenil | [338] |
| 1973 | Campeã | Especial de Niterói | "Niterói - Sua Origem e Evolução" | Clóvis Bornay, Érico Lameiras e Nelson dos Santos | [339] |
| 1974 | Campeã | Especial de Niterói | "Pleito de Vassalagem de Olorum" | Augusto Henrique Alves | [337] |
| 1975 | Vice-campeã | Especial de Niterói | "Rei Midas de Catas Altas" | Augusto Henrique Alves | [340] |
| 1976 | 3.º Lugar | Especial de Niterói | "Só Mesmo na Bahia" | Augusto Henrique Alves | [341] |
| 1977 | 3.º Lugar | Especial de Niterói | "No Mundo Encantado da Fantasia" | Augusto Henrique Alves | [337] |
| 1978 | Vice-campeã | Especial de Niterói | "Ídolos de Ébano" | Max Lopes, Érico Lameiras e Floriano Carvalho | [337] |
| 1979 | Vice-campeã | Especial de Niterói | "Ainda Um Paraíso Tropical" | Érico Lameiras e Gilberto | [342] |
| 1980 | Campeã | Especial de Niterói | "Os Três Encantos do Rei" | Yarema Ostrog, Hilda Perna e Adriano Jorge | [343] |
| 1981 | Campeã | Especial de Niterói | "Amor em Tom Maior" (Samba-enredo composto por: Passarinho, Silvinho e Zelito) |
Yarema Ostrog, Hilda Perna e Adriano Jorge | [344][337] |
| 1982 | Campeã | Especial de Niterói | "Mutou Muido Kitoko" | Yarema Ostrog, Hilda Perna e Adriano Jorge | [337] |
| 1983 | Campeã | Especial de Niterói | "Acredite Se Quiser" (Samba-enredo composto por: Aristides, Crioulo Doido e Vantoil) |
Yarema Ostrog, Hilda Perna e Adriano Jorge | [337][345] |
| 1984 | Campeã (Junto com Cubango) |
Especial de Niterói | "O Sonho de Ilê Yfé" (Samba-enredo composto por: Joel do Cavaco e Odair Conceição) |
Yarema Ostrog, Hilda Perna e Adriano Jorge | [337] |
| 1985 | Vice-campeã (Junto com Sossego) |
Especial de Niterói | "Na Terra de Antônio Maris, Só não Viu Quem não Quis" (Samba-enredo composto por: Aristides, Crioulo Doido e Vantoil) |
Yarema Ostrog, Hilda Perna e Adriano Jorge | [346][347] |
| 1986 | hors concours | Grupo 2B | "Novos Ventos, Novos Tempos - História de Uma Integração" (Samba-enredo composto por: Carlos André e Torino) |
Luiz Fernandes e Ricardo Aquino | [346][21] |
| 1987 | 5.º Lugar | Grupo 4 | "Na Boca e na Ponta da Língua ... É Carnaval" | Rodney Lucas | [346] |
| 1988 | Vice-campeã (Promovida) |
Grupo 4 | "Contribuição do Negro ao Folclore Brasileiro" | Júlio Mattos | [346][24] |
| 1989 | Campeã (Promovida) |
Grupo 3 | "Mercadores e Mascates" (Samba-enredo composto por: Gilberto, Mário, Odar, Nilo, Charuto, Carlos, Japona e Delfim) |
Júlio Mattos | [346][26] |
| 1990 | Campeã (Promovida) |
Grupo 1 | "Só Vale o Escrito" (Samba-enredo composto por: Adir, Odir Sereno, Gelson e Gilberto Barros) |
Max Lopes e Mauro Quintaes | [346] |
| 1991 | 7.º Lugar | Especial | "Bravo! Bravíssimo! - Dercy Gonçalves, o Retrato de um Povo" (Samba-enredo composto por: Gelson, Rubinho, Odir Sereno e Adir) |
Max Lopes e Mauro Quintaes | [348] |
| 1992 | 9.º Lugar | Especial | "E a Magia da Sorte Chegou" (Samba-enredo composto por: Heraldo Faria, Flavinho Machado, Gelson e Rubinho) |
Max Lopes e Mauro Quintaes | [349] |
| 1993 | 7.º Lugar | Especial | "Amor, Sublime Amor" (Samba-enredo composto por: Heraldo Faria, Flavinho Machado e Gelson) |
Max Lopes e Mauro Quintaes | [346] |
| 1994 | 3.º Lugar | Especial | "Tereza de Benguela - Uma Rainha Negra no Pantanal" (Samba-enredo composto por: Cláudio Fabrino, PC Portugal, Jorge Baiano e Rico Medeiros) |
Joãosinho Trinta | [350][351] |
| 1995 | 8.º Lugar | Especial | "O Rei e os Três Espantos de Debret" (Samba-enredo composto por: José Antonio, Gonzaga, Olivério, Rico Medeiros, Wilsinho, Fabrino, PC Portugal, Bernardo, Gilberto e João Sérgio) |
Joãosinho Trinta | [352][353] |
| 1996 | 13.º Lugar | Especial | "Aquarela do Brasil Ano 2000" (Samba-enredo composto por: Heraldo Faria, Jorge Baiano, Mocotó e Flavinho Machado) |
Joãosinho Trinta | [346] |
| 1997 | Campeã | Especial | "Trevas! Luz! A Explosão do Universo" (Samba-enredo composto por: Dominguinhos do Estácio, Mocotó, Flavinho Machado e Heraldo Faria) |
Joãosinho Trinta | [354] |
| 1998 | 5.º Lugar | Especial | "Orfeu, o Negro do Carnaval" (Samba-enredo composto por: Gilberto Gomes, Mocotó, Gustavo Clarão, PC Portugal e Dadinho) |
Joãosinho Trinta | [355] |
| 1999 | 3.º Lugar | Especial | "Anita Garibaldi - Heroína das Sete Magias" (Samba-enredo composto por: Gilberto Gomes, Mocotó, Gustavo Clarão, PC Portugal e Dadinho) |
Joãosinho Trinta | [356] |
| 2000 | 3.º Lugar | Especial | "Brasil: Visões de Paraísos e Infernos" (Samba-enredo composto por: Gilberto Gomes, Gustavo Clarão, Dadinho, PC Portugal e Mocotó) |
Joãosinho Trinta | [357] |
| 2001 | 5.º Lugar | Especial | "Os Sete Pecados Capitais" (Samba-enredo composto por: Gilberto Gomes, Gustavo Clarão, Dadinho, PC Portugal e Mocotó) |
Lane Santana e Roberto Szaniecki | [358] |
| 2002 | 5.º Lugar | Especial | "Viradouro, Vira-Mundo, Rei do Mundo" (Samba-enredo composto por: Gilberto Gomes, Gustavo Clarão, Dadinho, PC Portugal e Mocotó) |
Chico Spinoza | [359] |
| 2003 | 6.º Lugar | Especial | "A Viradouro Canta e Conta Bibi, Uma Homenagem ao Teatro Brasileiro" (Samba-enredo composto por: Gustavo Clarão, Gilberto Gomes, Heraldo Faria e Gelson) |
Mauro Quintaes | [360] |
| 2004 | 4.º Lugar | Especial | "Pediu pra Pará, Parou! Com a Viradouro, Eu Vou... Pro Círio de Nazaré" (Reedição do carnaval de 1975 da Unidos de São Carlos) (Samba-enredo composto por: Dario Marciano, Nilo Mendes "Esmera" e Aderbal Moreira) |
Mauro Quintaes | [361] |
| 2005 | 8.º Lugar | Especial | "A Viradouro É Só Sorriso!" (Samba-enredo composto por: Gustavo Clarão, Gilberto Gomes, P.C. Portugal, Zé Antônio e Dominguinhos do Estácio) |
Mauro Quintaes | [362] |
| 2006 | 3.º Lugar | Especial | "Arquitetando Folias" (Samba-enredo composto por: Dadinho, Evaldo, Waldeir Melodia, Tamiro e Peralta) |
Milton Cunha, Mário Monteiro e Kaká Monteiro | [363] |
| 2007 | 5.º Lugar | Especial | "A Viradouro Vira o Jogo" (Samba-enredo composto por: Gustavo Clarão, Gilberto Gomes, Nando, Pablo Fernandes, PC Portugal e Dominguinhos do Estácio) |
Paulo Barros | [364] |
| 2008 | 7.º Lugar | Especial | "É de Arrepiar!" (Samba-enredo composto por: PC Portugal, Evaldo, Tamiro e Lima de Andrade) |
Paulo Barros | [365] |
| 2009 | 8.º Lugar | Especial | "Vira-Bahia, Pura Energia" (Samba-enredo composto por: Heraldo Faria, Flavinho Machado, Edu, Rafael e Floriano) |
Milton Cunha | [366] |
| 2010 | 12.º Lugar (Rebaixada) |
Especial | "México, o Paraíso das Cores, Sob o Signo do Sol" (Samba-enredo composto por Floriano do Caranguejo, Gustavo da Marbela e Sacadura Cabral) |
Júnior Schall e Edson Pereira | [367] |
| 2011 | Vice-campeã | Grupo A | "Quem Sou Eu Sem Você?" (Samba-enredo composto por Renan Gemeo, PC Portugal, Rodrigo, Fernando Johara, Diego Moura e Jeferson Lima) |
Jack Vasconcelos | [368] |
| 2012 | 5.º Lugar | Grupo A | "A vida como ela é, bonita mas ordinária... Assim falou Nelson Rodrigues" (Samba-enredo composto por Claudinho Mattos, Daniel Louzada, Diego Moura, Diego Nicolau, Dudu Oliveira, Ênio Almeida, Erik Borges, Fábio Borges, Felipe Filósofo, Fernando Johara, Marcello Bertolo, PC Portugal, Renan Gemeo, Rodrigo e Vitor Adolfo) |
Alexandre Louzada | [369][370] |
| 2013 | Vice-campeã | Série A | "Nem melhor nem pior, que não sai da minha mente. Inspiração para o meu samba, eu também sou diferente" (Samba-enredo composto por Dadinho, Floriano do Carangueijo, Gilberto Gomes, J. Lambreta, Manolo, Sacadura Cabral e Zé Glória) |
Max Lopes | [371][372] |
| 2014 | Campeã (Promovida) |
Série A | "Sou a Terra de Ismael, 'Guanabaran' eu vou cruzar... Pra você tiro o chapéu, Rio eu vim te abraçar" (Samba-enredo composto por Dudu Nobre, Diego Tavares, Zé Glória, Paulo Oliveira, Dílson Marimba, Junior Fragga, D. Oliveira, Arlindo Neto, LC e William Neves) |
João Vitor Araújo | [238][239] |
| 2015 | 12.º Lugar (Rebaixada) |
Especial | "Nas Veias do Brasil, É a Viradouro em um Dia de Graça" (Composições de Luiz Carlos da Vila adaptadas por Gustavo Clarão) |
João Vitor Araújo | [373][374] |
| 2016 | 3.º Lugar | Série A | "O Alabê de Jerusalém: A Saga de Ogundana" (Samba-enredo composto por Paulo César Feital, Zé Glória, Felipe Filósofo, Maria Preta, Fabio Borges, William, Zé Augusto e Bertolo) |
Max Lopes | [375] |
| 2017 | Vice-campeã | Série A | "...E Todo Menino É Um Rei" (Samba-enredo composto por Felipe Filósofo, Renan Gêmeo, Manolo, Fabio Borges, Claudio Mattos, Rodrigo Gêmeo, Anderson Lemos, Diego Nicolau e Marcello Bertolo) |
Jorge Silveira | [376] |
| 2018 | Campeã (Promovida) |
Série A | "Vira a Cabeça, Pira o Coração – Loucos Gênios da Criação" (Samba-enredo composto por Zé Glória, Lucas Macedo, William Lima, Gugu Psi, Lico Monteiro, Lucas Neves e Matheus Gaúcho) |
Edson Pereira | [377][378] |
| 2019 | Vice-campeã | Especial | "Viraviradouro" (Samba-enredo composto por Renan Gêmeo, Bebeto Maneiro, Thiago Carvalhal, Ludson Areia, Júnior Filhão, Raphael Richaid, Ricardo Neves, Carlinhos Viradouro e Rodrigo Gêmeo) |
Paulo Barros | [379][380] |
| 2020 | Campeã | Especial | "Viradouro de Alma Lavada" (Samba-enredo composto por Cláudio Russo, Paulo César Feital, Diego Nicolau, Júlio Alves, Dadinho, Rildo Seixas, Manolo, Anderson Lemos e Carlinhos Fionda) |
Marcus Ferreira e Tarcisio Zanon | [381] |
| 2021 | Não houve desfile devido a pandemia de Covid-19 | [382] | |||
| 2022 | 3.º Lugar | Especial | "Não Há Tristeza que Possa Suportar Tanta Alegria" (Samba-enredo composto por: Felipe Filósofo, Fabio Borges, Ademir Ribeiro, Devid Gonçalves, Lucas Marques e Porkinho) |
Marcus Ferreira e Tarcísio Zanon | [383] |
| 2023 | Vice-campeã | Especial | "Rosa Maria Egipcíaca" (Samba-enredo composto por: Cláudio Mattos, Dan Passos, Marco Moreno, Victor Rangel, Lucas Neves, Deco, Thiago Meiners, Valtinho Botafogo, Luis Anderson, Jefferson Oliveira e Bertolo) |
Tarcísio Zanon | [304] |
| 2024 | Campeã | Especial | "Arroboboi, Dangbé" (Samba-enredo composto por: Claudio Mattos, Claudio Russo, Julio Alves, Thiago Meiners, Manolo, Anderson Lemos, Vinicius Xavier, Celino Dias, Bertolo e Marco Moreno) |
Tarcísio Zanon | [384] |
| 2025 | 4.º Lugar | Especial | "Malunguinho: O Mensageiro de Três Mundos" (Samba-enredo composto por: Paulo César Feital, Inácio Rios, Marcio Andre Filho, Vitor Lajas, Vaguinho, Chanel e Igor Federal) |
Tarcísio Zanon | [385] |
| 2026 | Especial | "Pra Cima, Ciça!" (Samba-enredo composto por: Claudio Mattos, Renan Gêmeo, Rodrigo Gêmeo, Lucas Neves, Rodrigo Rolla, Ronaldo Maiatto, Bertolo, Silvio Mesquita, Marcelo Adnet, Anderson Lemos, Sandrinho e Thiago Meiners) |
Tarcísio Zanon | [386][387] | |
Títulos
| Títulos da Viradouro | ||
|---|---|---|
| Divisão | Títulos | Carnavais |
Grupo Especial (Rio) |
3 | 1997, 2020, 2024 |
Segunda divisão (Rio) |
3 | 1990, 2014, 2018 |
Terceira divisão (Rio) |
1 | 1989 |
Grupo Especial de Niterói |
18 | 1949, 1950, 1952, 1953, 1956, 1957, 1958, 1959, 1962, 1963, 1971, 1973, 1974, 1980, 1981, 1982, 1983 e 1984 |
Premiações
A Viradouro é vencedora de diversas premiações, como o Estandarte de Ouro (O Globo), considerado o "óscar do carnaval carioca"; Tamborim de Ouro (O Dia); Troféu Tupi (Super Rádio Tupi); S@mba-Net; Estrela do Carnaval; Prêmio SRzd; Gato de Prata; Troféu Sambario; entre outras. Em 2022, a Viradouro foi declarada Patrimônio Cultural Imaterial de Niterói.[8] Em 2024, a galeria de Velha Guarda da escola recebeu o título de Patrimônio Imaterial do Estado do Rio de Janeiro.[9]
Segmentos
Presidentes
| Legenda: * Sem informação disponível |
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| Presidentes | Mandatos | Vice-presidentes | Ref. |
|---|---|---|---|
| Ito Machado | 1983-1987 | * | [388] |
| Jorge Caduza | 1987-1989 | * | [388] |
| José Carlos Monassa Bessil | 1990-1994 | * | [388][389] |
| Ito Machado | 1995 | * | [388][390] |
| Luiz Henrique Monassa Bessil | 1996-1998 | Ito Machado | [388][391] |
| José Carlos Monassa Bessil | 1999-2002 | [388][392] | |
| 2002-2005 | Jorge Albano | ||
| Marco Lira | 2005-2009 | Thatiana de Carvalho Bessil | [153] |
| 2009-2010 | * | [182][206] | |
| Gusttavo Clarão | 2010-2014 | Rildo Seixas | [388][207] |
| 2014-2016 | [244] | ||
| Marcelinho Calil | 2017-2020 | Susie Bessil | [265][393] |
| 2020-2023 | Hélio Nunes | [291] | |
| Hélio Nunes | 2023-presente | Moracyr Vergas do Amaral | [314] |
Intérpretes
| Intérpretes | Carnavais | Ref. |
|---|---|---|
| Silvinho da Portela | 1980–1984 | [394] |
| Léo | 1986 | [21] |
| Quinzinho | 1990–1993 | [395] |
| Rico Medeiros | 1994–1995 | [396] |
| Nêgo Martins | 1996 | [397] |
| Dominguinhos do Estácio | 1997–2007 | [398] |
| Nêgo | 2008 | [399] |
| David do Pandeiro | 2009 | [400] |
| Wander Pires | 2010 | [401] |
| Silas Leleu, Diego Nicolau, Gilberto Gomes e Niu Souza | 2011–2012 | [210] |
| Diego Nicolau, Gilberto Gomes, Niu Souza e David do Pandeiro | 2013 | [400][402] |
| Zé Paulo Sierra | 2014–2023 | [403][404] |
| Wander Pires | 2024–presente | [405][406] |
Mestre-sala e porta-bandeira
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Primeiro casal
| Primeiro casal | Carnavais | Ref. |
|---|---|---|
| Salvador Luiz e Angélica | 1986 | [21] |
| Jorginho e Dina | 1989 | [26] |
| Robson e Rosane | 1990 | [29] |
| Robson Sensação e Ana Paula | 1991 | [389][407] |
| Andrezinho e Patrícia Gomes | 1992-2005 | [408][409] |
| Julinho Nascimento e Patrícia Gomes | 2006 | [410][411] |
| Julinho Nascimento e Simone Pereira | 2007 | [412][413] |
| Raphael Rodrigues e Simone Pereira | 2008 | [414][415] |
| Robson Sensação e Ana Paula | 2009-2011 | [416][417] |
| Marcinho e Alessandra Chagas | 2012 | [418][419] |
| Marlon Flores e Alessandra Chagas | 2013-2015 | [420][421] |
| Marquinhos e Giovanna Justo | 2016 | [422][423] |
| Diego Machado e Alessandra Chagas | 2017 | [424][425] |
| Julinho Nascimento e Rute Alves | 2018-presente | [426] |
Segundo casal
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| Segundo casal | Carnavais | Ref. |
|---|---|---|
| Chopinho e Vilma | 1991 | [407] |
| Eduardo Bicudo e Ana Paula | 1995 | [390] |
| Alexandre Constantino e Simone Pereira | 1996-2003 | [427] |
| Marcinho Simpatia e Simone Pereira | 2004- 2006 | [410] |
| Marcinho Simpatia e Patrícia Cunha | 2007-2008 | [414] |
| Mauro Lima e Michelle Rocha | 2009 | [416] |
| Wanderson Sodré e Carla Rocha | 2010 | [428] |
| Wanderson Sodré e Mara Rosa | 2011 | [417] |
| Luan Castro e Bárbara Verçosa | 2012 | [418] |
| Jansen Thiago e Bárbara Verçosa | 2013-2014 | [421][429] |
| Carlos Eduardo e Bárbara Verçosa | 2015 | [420] |
| Clewerson Ribeiro e Bárbara Verçosa | 2016 | [422] |
| Douglas Valle e Bárbara Verçosa | 2017 | [376] |
| Roberto Vinícius e Alana Couto da Silva | 2018 | [430] |
| Jeferson Souza e Amanda Poblete | 2019-2022 | [431][432] |
| Thiaguinho Mendonça e Amanda Poblete | 2023-2025 | [433] |
| Pietra Brum e Leonardo Thomé | 2026-presente | [333] |
Terceiro casal
| Segundo casal | Carnavais | Ref. |
|---|---|---|
| Diego Jenkins e Gislaine Lira | 2019-2020 | [434][432] |
| João de Oliveira e Duda Martins | 2022-2025 | [435] |
| Cauã Silva e Clara Martins | 2026-presente | [334] |
Bateria
A Bateria da Viradouro é denominada "Furacão Vermelho e Branco".[436] Em 2024, a Bateria foi declarada Patrimônio Cultural Imaterial de Niterói.[10]
Mestres

| Diretores de bateria | Carnavais | Ref. |
|---|---|---|
| Ubirajara e Aloísio | 1986 | [21] |
| Ricardo Araújo | 1990-1991 | [389][407] |
| Mestre Marçal e Paulinho Botelho | 1992 | [408] |
| Paulinho Botelho | 1993-1995 | [390][437] |
| Jorjão | 1996-1998 | [391][438] |
| Ciça | 1999-2009 | [439][416] |
| Jorjão | 2010 | [197][428] |
| Pablo | 2011-2014 | [208][440] |
| Pedro Magrão, Heros Leonardo, Vini Lemos, Thiago'z, Gabriel Policarpo e Thalita Santos | 2015 | [246][420] |
| Paulinho Botelho | 2016 | [437][422] |
| Maurão | 2017-2018 | [441] |
| Ciça | 2019-presente | [442] |
Rainhas

| Rainhas de bateria | Carnavais | Ref. |
|---|---|---|
| Carla Abadi | 1991 | |
| Patrícia Costa | 1992-1998 | [443] |
| Luma de Oliveira | 1999-2003 | [444] |
| Juliana Paes | 2004-2008 | [136] |
| Juliane Almeida | 2009 | [186] |
| Júlia Lira | 2010 | [445] |
| Dany Bananinha | 2011 | [446] |
| Patrícia Costa | [443] | |
| Monique Alfradique | 2012 | [217] |
| Dandara Oliveira | 2013 | [447][448] |
| Raíssa Machado | 2014-2020 | [237] |
| Erika Januza | 2022-2025 | [290][330] |
| Juliana Paes | 2026-presente | [332] |
Comissão de Frente
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| Coreógrafos(as) | Carnavais | Ref. |
|---|---|---|
| Lima | 1991 | [389][407] |
| Silvenir | 1992 | [408] |
| Jorge Paes Leme | 1993-1994 | [449][450] |
| Wilsão | 1995 | [390][451] |
| Jussara Pádua | 1996-2003 | [391][452] |
| Deborah Colker e Ulysses Cruz | 2004-2006 | [453][410] |
| Sérgio Lobato | 2007-2010 | [428][412] |
| Fábio de Mello | 2011 | [417][454] |
| Luciana Yegros | 2012-2014 | [455][456] |
| Sérgio Lobato | 2015 | [420][245] |
| Sylvio Lemgruber e Fernanda Misailidis | 2016 | [422][457] |
| Anderson Rodrigues | 2017 | [458] |
| Márcio Moura | 2018 | [430] |
| Alex Neoral | 2019 | [434] |
| Alex Neoral e Marcio Jahú | 2020-2022 | [442] |
| Priscilla Mota e Rodrigo Negri | 2023-presente |
Direção de Carnaval
| Diretores de carnaval | Carnavais | Ref. |
|---|---|---|
| Jorginho Harmonia | 1991 | [407] |
| Guilherme Nóbrega | 1994 | [450] |
| Dejahyr dos Santos | 1995 | [390] |
| Guilherme Nóbrega | 1996-2000 | [459] |
| Heraldo Faria | 2001 | [460] |
| Dejahyr dos Santos | 2002-2005 | [427] |
| Guilherme Nóbrega | 2006-2007 | [410] |
| Marco Lira | 2008-2010 | [416][428] |
| Saulo Tinoco | 2011 | [417] |
| Bebeto, Celso Cordovil e Marco | 2012 | [418] |
| Wilson Polycarpo | 2013-2015 | [246] |
| Wilsinho Alves | 2016 | [437] |
| Comissão | 2017 | [461] |
| Alex Fab e Dudu Falcão | 2018-2023 | [462][442] |
| Alex Fab | 2024-presente |
Direção de Harmonia
| Diretores de harmonia | Carnavais | Ref. |
|---|---|---|
| Dirceu | 1991 | [407] |
| Guilherme Nóbrega | 1994-2000 | [390][459] |
| João Luis | 2001 | [460] |
| Wanderley Borges | 2002-2005 | [427] |
| Guilherme Nóbrega | 2006-2007 | [410] |
| Jr. Schall, Vanderlei e Saulo | 2009 | [416] |
| Comissão | 2010 | [428] |
| Saulo Tinoco | 2011 | [417] |
| Celso Cordovil | 2012 | [418] |
| Miltinho Souza e Gabriel Sequeira | 2013-2016 | [246][437] |
| Comissão | 2017 | [461] |
| Mauro Amorim | 2018 | [462] |
| Mauro Amorim e Washington Jorge | 2019 | [434] |
| Mauro Amorim | 2020-2022 | [442] |
| Dudu Falcão, Jefferson Coutinho e Marcos Mendes | 2023-presente |
Discografia
Além das aparições nos álbuns de sambas-enredo, a Viradouro lançou os seguintes álbuns:
2006 - Os Sambas da Viradouro
2017 - Os Sambas que vão tocar seu Coração[463]
2023 - Sambas históricos: Viradouro é minha Paixão[464]
2024 - Glossário Musical: Pontos de Malunguinho[465]
Escola mirim
Grêmio Recreativo Cultural Escola de Samba Mirim Virando Esperança é a escola de samba mirim da Unidos do Viradouro. Foi fundada em 24 de junho de 2006, pelo então presidente da Viradouro, Marco Lira. Em seu primeiro desfile, no carnaval de 2007, a Virando Esperança homenageou o ex-presidente da Viradouro, José Carlos Monassa, com enredo "No Carnaval do Rio, a Viradouro e Seus Pequenos Sambistas na Era Monassa", que foi desenvolvido pelo carnavalesco André Cezari. No carnaval de 2008, cerca de oitocentas crianças desfilaram com um enredo sobre o Rio de Janeiro.[3] A escola mirim ficou inativa entre 2009 e 2023, retomando suas atividades no carnaval de 2024.[466][467]
Bibliografia
- Bastos, João (2010). Acadêmicos, unidos e tantas mais - Entendendo os desfiles e como tudo começou 1.ª ed. Rio de Janeiro: Folha Seca. ISBN 978-85-87199-17-1
- Cabral, Sérgio (2011). Escolas de Samba do Rio de Janeiro 1.ª ed. São Paulo: Lazuli; Companhia Editora Nacional. ISBN 978-85-7865-039-1
- Diniz, André (2012). Almanaque do Samba - A história do samba, o que ouvir, o que ler, onde curtir 1.ª ed. Rio de Janeiro: Zahar. ISBN 978-85-37808-73-3
- Diniz, André; Cunha, Diogo (2014). Na Passarela do Samba - O Esplendor das Escolas em 30 anos de desfiles de carnaval no Sambódromo 1.ª ed. Rio de Janeiro: Casa da Palavra. ISBN 978-85-7734-445-1
- Fabato, Fábio; Farias, Julio Cesar; Simas, Luiz Antonio; Camões, Marcelo; Natal, Vinícius (2014). As Titias da Folia - O brilho maduro de escolas de samba de alta idade 1.ª ed. Rio de Janeiro: Novaterra Editora e Distribuidora LTDA. ISBN 978-85-61893-29-3
- Gomyde Brasil, Pérsio (2015). Da Candelária à Apoteose - Quatro décadas de paixão 3.ª ed. Rio de Janeiro: Multifoco. ISBN 978-85-7961-102-5
- Nóbrega Fernandes, Nélson da (2001). Escolas de Samba: Sujeitos Celebrantes e Objetos Celebrados 1.ª ed. Rio de Janeiro: Prefeitura do Rio de Janeiro
- Perigo, João (2016). O Carnaval de Niterói - O Resgate das Memórias Esquecidas 1.ª ed. Rio de Janeiro: João Perigo. 177 páginas
Ver também
- Carnaval no Brasil
- Lista de livros sobre o carnaval do Brasil
- Carnaval do Rio de Janeiro
- Escola de samba
- Desfile das Escolas de Samba do Rio de Janeiro
Referências
- ↑ a b c d «Dados básicos». Site Galeria do Samba. Consultado em 3 de setembro de 2017. Cópia arquivada em 3 de abril de 2016
- ↑ a b c «Símbolos da Viradouro». Site CJC Carnaval. Consultado em 3 de setembro de 2017. Cópia arquivada em 3 de setembro de 2017
- ↑ a b Silva, Fábio (29 de outubro de 2008). «Mais uma baixa no desfile das escolas de samba mirins. Virando Esperança não desfilará em 2009». Galeria do Samba. Cópia arquivada em 16 de janeiro de 2026
- ↑ a b c d e f Fabato, Fábio; Farias, Julio Cesar; Simas, Luiz Antonio; Camões, Marcelo; Natal, Vinícius (2014). As Titias da Folia - O brilho maduro de escolas de samba de alta idade 1.ª ed. Rio de Janeiro: Novaterra Editora e Distribuidora LTDA. pp. 52–55. ISBN 978-85-61893-29-3
- ↑ https://acervo.oglobo.globo.com/em-destaque/com-big-bang-de-joaosinho-trinta-viradouro-campea-do-carnaval-de-1997-20952011
- ↑ «Viradouro é a campeã do carnaval 2020 do Rio». G1. Consultado em 26 de fevereiro de 2020
- ↑ «Viradouro é a campeã do carnaval 2024 e conquista o 3º título da história com enredo sobre serpente mítica». G1. 14 de fevereiro de 2024. Consultado em 14 de fevereiro de 2024
- ↑ a b «Agora é Lei! Viradouro é Patrimônio De Niterói». carnavalesco.com. 6 de junho de 2022. Cópia arquivada em 6 de junho de 2022
- ↑ a b «Galeria da Velha Guarda da Viradouro ganha título de Patrimônio Imaterial do Rio». O Dia. 27 de março de 2024. Cópia arquivada em 28 de março de 2024
- ↑ a b Serra, Victor (19 de março de 2024). «Bateria da Viradouro é reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial de Niterói». Diário do Rio de Janeiro. Cópia arquivada em 20 de abril de 2024
- ↑ a b «Viradouro: orgulho de ser Niterói». O Globo. 19 de janeiro de 2016. Cópia arquivada em 3 de setembro de 2017
- ↑ «Viradouro». Cultura Niterói. Cópia arquivada em 27 de janeiro de 2016
- ↑ «Viradouro no Dicionário MPB». Site Dicionário MPB. Consultado em 3 de setembro de 2017. Cópia arquivada em 3 de setembro de 2017
- ↑ «Viradouro traz de volta seu símbolo para abre-alas». Site SRZD. Consultado em 3 de setembro de 2017. Cópia arquivada em 3 de setembro de 2017
- ↑ «São João Batista». Site da ALERJ. Consultado em 3 de setembro de 2017. Cópia arquivada em 3 de setembro de 2017
- ↑ a b Omi, Alexandre. «Galeria do Samba - Unidos do Viradouro». Galeria do Samba. Cópia arquivada em 25 de julho de 2025
- ↑ «Carnaval de Niterói». Site Niterói Mais. Consultado em 3 de setembro de 2017. Arquivado do original em 3 de março de 2016
- ↑ «Cubango e Viradouro, como sempre. Vitória do Sossego agradou». O Globo. 11 de março de 1984. p. 6 e 7. Consultado em 7 de agosto de 2019. Arquivado do original em 7 de agosto de 2019
- ↑ «Grupo 2-A brilhou na Avenida. De graça. Estreia da Tradição é o ponto alto no Grupo 2-B». O Globo. 20 de fevereiro de 1985. p. 13. Consultado em 7 de agosto de 2019. Arquivado do original em 7 de agosto de 2019
- ↑ a b c d e «Viradouro não perde ritmo e se dá bem». O Globo. 16 de fevereiro de 1986. p. 13. Arquivado do original em 8 de agosto de 2019
- ↑ «Grupo 4 enfrenta atraso e som ruim na Graça Aranha». O Globo. 4 de março de 1987. p. 10. Consultado em 12 de agosto de 2019. Arquivado do original em 12 de agosto de 2019
- ↑ «Cubango sobe para o Grupo 3». O Globo. 8 de março de 1987. p. 16. Arquivado do original em 12 de agosto de 2019
- ↑ a b «Viradouro e Cubango já estão prontas». O Globo. 14 de fevereiro de 1988. p. 17. Consultado em 13 de agosto de 2019. Arquivado do original em 13 de agosto de 2019
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