Francisco Luís Gomes

Francisco Luís Gomes
Francisco Luís Gomes (c. 1855)
Nascimento
17 de maio de 1829 (196 anos)

Navelim, Goa
Morte
30 de setembro de 1869 (40 anos)

SS Massilia, Oceano Atlântico
ResidênciaGoa
Lisboa
Bruxelas
Paris
Nacionalidadeportuguesa
ProgenitoresMãe: Deodata Furtado
Pai: Francisco Salvador Gomes
Ocupaçãomédico
escritor
deputado
economista, entre outros;
Principais trabalhosDe la question du cotton en Angleterre et dans les possessions portugaises d' Afrique Occidentale (1861
A liberdade da terra e a economia rural da India portugueza (1862)
Os Brâmanes(1866)
Essai sur la théorie de l'économie politique et de ses rapports avec la morale et le droit (1867)
ReligiãoCatólico Apostólico Romano

Francisco Luís Gomes (Navelim, Goa, 17 de maio de 1829 — a bordo de SS Massilia, Oceano Atlântico[1], 30 de setembro de 1869) foi um médico, político, historiador, economista e escritor goês[2].

Biografia

Formou-se em Medicina em 1850, e participou como cirurgião militar nas campanhas de pacificação ocorridas em algumas regiões da Índia portuguesa, o que lhe valeu a Ordem Militar de Cristo.

Por volta de 1860 (aos 31 anos), elegeu-se deputado para representar Goa na corte portuguesa, onde iniciaria sua carreira política. A partir dessa época, colaborou em diversos periódicos, como: Defensor da Verdade e Boletim do Governo e Ultramar, publicados em Goa; Le Moniteur Belge, publicado em Bruxelas; a revista Deux Mondes e o jornal La Prense, publicados em Paris; e Diário Popular, Arquivo Pitoresco e Revolução de Setembro (Lisboa), além da Gazeta de Portugal, da qual foi fundador e redactor.

Publicou uma série de trabalhos socioeconômicos, e sua obra Essay sur l'economie politique dans ses rapport avec le droit et la morale lhe valeu o título de doutor honoris causa pela Universidade de Lovaina (Bélgica).

Morreu enquanto atravessava o oceano Atlântico, quando ia da ilha da Madeira para Goa. Seu corpo foi lançado ao mar.

Obra

Notas

  1. Faleceu em viagem, a bordo do SS Massilia entre a ilha da Madeira e Goa, a 30 de setembro. O seu cadáver foi lançado ao mar.
  2. SuperGoa.

Referências