Francisco Lopes Chaves, 2.º barão de Santa Branca
| Francisco Lopes Chaves, 2.º barão de Santa Branca | |
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| Nascimento | 1838 Jacareí |
| Morte | 1902 Jacareí |
| Cidadania | Brasil |
| Progenitores | |
| Irmão(ã)(s) | Licínio Lopes Chaves |
| Título | Barão de Santa Branca |
Francisco Lopes Chaves, 2.º barão de Santa Branca[1] (Jacareí, 9 de novembro de 1838 — Jacareí, 10 de julho de 1902), foi um nobre e político do Império do Brasil.[2]
Biografia
Filho do Comendador Francisco Lopes Chaves, 1.º barão de Santa Branca, e de Gertrudes de Carvalho Lopes Chaves,[1] foi militante do Partido Conservador, pelo qual se elegeu vereador por duas legislaturas. Também foi nomeado Delegado de Polícia em 1886 e inspetor de Instrução Pública em 1887.[2]
Ainda em 1887, como proprietário da Fazenda "Jaguary", concedeu a alforria incondicional a todos os seus 96 escravos, sendo o primeiro proprietário no município a libertar seus escravos.[carece de fontes]
Foi, também, diretor da Companhia Industrial de Jacareí e Provedor da Santa Casa de Misericórdia nos períodos de 1876 a 1878, 1883 a 1884 e 1887 a 1902 , para a qual deixou em testamento dez ações da Companhia de Luz Elétrica Jacareiense, no valor de 100$000 (cem mil réis) cada uma.[2]
O título de 2.º Barão de Santa Branca lhe foi concedido pela Princesa Imperial Regente, Dona Isabel, em 20 de fevereiro de 1888.[1][2]
Referências
- ↑ a b c «BookReader - Biblioteca Nacional». objdigital.bn.br. Consultado em 23 de abril de 2023
- ↑ a b c d «PROJETO DE LEI - Dispõe sobre a inserção da inscrição "Barão de Santa Branca" nas placas denominativas da Praça Francisco Lopes Chaves, localizada no Distrito do Parque Meia Lua.». jacarei.sp.leg.br. Consultado em 23 de abril de 2023
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