Força Aérea de Moçambique

Força Aérea de Moçambique
País Moçambique
Criação1975
Logística
Aviões de AtaqueMiG-21
HelicópterosMil Mi-8 e Mil Mi-24
Aviões de TransporteAn-26
Comando
Comandantes
notáveis
Candido José Tirano

A Força Aérea de Moçambique é a força aérea de Moçambique. De 1985 a 1990 era conhecida como Força Aérea de Libertação Popular.

Visão geral

Devido à origem colonial de Moçambique, a força aérea tem um historial de utilização de aeronaves portuguesas antigas. Quando foi criada após a independência, em 1975, a força aérea foi apoiada por Cuba e pela União Soviética. Como tal, houve um afluxo de aeronaves construídas pelos soviéticos para apoiar o governo durante a guerra civil. Após o cessar-fogo em 1992 e a mudança nas políticas governamentais, do regime comunista de partido único para uma economia de estilo ocidental e uma democracia multipartidária, o apoio cubano à Força Aérea diminuiu e a maioria das aeronaves está em mau estado. O FAM é agora efectivamente uma força simbólica, e o orçamento da defesa foi reduzido para 1,5% do Produto Interno Bruto de Moçambique. O número de efetivos na Força Aérea está estimado em 4.000. A Força Aérea opera em três bases principais; Beira, Nacala Porto e Nampula.[1]

Em 2011, a Força Aérea Portuguesa ofereceu à FAM dois Cessna FTB-337, atualizados com a mais recente tecnologia para utilização em operações de treino, evacuação aeromédica e vigilância marítima. Este insere-se no programa permanente de cooperação técnico-militar (CTM) entre Portugal e Moçambique. Especificamente no que respeita à FAM, a cooperação luso-moçambicana abrange também outras áreas como a formação de oficiais pilotos, suboficiais e técnicos de aviação, a criação de centros de medicina aeronáutica e de operações aéreas e ainda o desenvolvimento de capacidades de busca e salvamento e de segurança de voo. Actualmente, vários cadetes oficiais moçambicanos frequentam a Academia da Força Aérea Portuguesa.

Em 2014, o Ministro da Defesa do Brasil divulgou sua intenção de doar 3 Embraer EMB-312 Tucano e auxiliar no financiamento da compra de 3 Embraer EMB-314 Super Tucano. [2] Em 2016, o acordo de doação foi cancelado pelo governo do Brasil.

Em 2014, o Mozambique News and Clippings 256 (Hanlon, J) noticiou o seguinte: "A empresa romena Aerostar concluiu a revisão e modernização de oito caças MiG-21 da Força Aérea de Moçambique, alguns dos quais não voavam em operação há mais de 20 anos. O pacote também incluiu a revisão de um jato de treinamento L-39, seis caças MiG-21 monopostos e duas aeronaves de treinamento MiG-21 bipostos, além de um programa completo de treinamento para pessoal de terra e pilotos. Duas aeronaves de treinamento básico R-40S também foram entregues. Seis MiG-21 estão de volta a Moçambique, com as duas últimas aeronaves enviadas da Romênia no início de julho".


Em 2014, o Mozambique News e Clippings 256 (Hanlon, J) noticiou o seguinte: "A empresa romena Aerostar concluiu a revisão e modernização de oito caças MiG-21 da Força Aérea de Moçambique, alguns dos quais não voavam em operação há mais de 20 anos. O pacote incluiu também a revisão de um jato de treino L-39, seis caças MiG-21 monolugares e dois aviões de treino MiG-21 bilugares, além de de um programa completo de formação para pessoal de terra e pilotos. Foram também entregues duas aeronaves de treino básico R-40S.

Aeronave

CASA moçambicana CN-235

Referências

  1. Arquivos de informação de aeronaves do mundo.
  2. Barreira, Victor (23 de março de 2014). «Brazil seeks to boost defence exports to Africa» (em inglês). IHS Jane's. Arquivado do original em 25 de março de 2014