Em 2014 foi finalista na categoria Direito no 56º Prêmio Jabuti da Câmara Brasileira do Livro pela obra Direitos Humanos Atual, organizada com Inês Virgínia Prado Soares, publicada pela editora Campus-Elsevier.[11]
Criticada por participar de um governo até então sem mulheres no primeiro escalão e considerado ilegítimo pelos militantes dos direitos humanos, ela declarou que aceitou o cargo para tentar evitar retrocessos, tendo em vista um Congresso Nacional altamente conservador.[15]
Deixou o cargo de secretária no dia 1 de novembro de 2017.[16]
Integrou a Comissão Interamericana até o encerramento de seu mandato, em 31 de dezembro de 2021.[19]
Luta pelos direitos reprodutivos e pela descriminalização do aborto
Flávia Piovesan também se notabilizou por uma veemente luta pelos direitos reprodutivos e sexuais da mulher em diversas conferências nacionais e internacionais.[20]
Ela defende uma incorporação da “perspectiva de gênero na doutrina jurídica” [21] e que o aborto seja tomado como um dos Direitos Humanos.[22]
Ainda na mesma linha, Flávia Piovesan chegou a equiparar a proibição do aborto à amputação genital feminina, descrevendo ambas como “manifestações da discriminação e violência de gênero”.[23]
Principais obras
Capa de Empresas e Direitos Humanos (2018) de Flávia Piovesan, Inês Virgínia Prado Soares e Marcelo TorellyDireitos Humanos e o Direito Constitucional Internacional. 17ª ed. São Paulo: Saraiva, 2017.
Temas de Direitos Humanos. 10ª ed. São Paulo: Saraiva, 2017.
Direitos Humanos e Justiça Internacional. 7ª ed. São Paulo: Saraiva, 2017.
↑Piovesan, Flávia (2002). Os Direitos Reprodutivos como Direitos Humanos. In: Samantha Buglione. (Org.). Reprodução e Sexualidade: Uma questão de justiça. 1ed.Porto Alegre: S.A. Fabris Editor. pp. 61–80
↑Piovesan, Flávia. «Rede Mulher de Educação». Aborto: descriminar para não discriminar. Consultado em 18 de maio de 2016