Filinto Elísio
| Francisco Manuel do Nascimento | |
|---|---|
![]() Retrato do escritor, século XIX | |
| Nome completo | Francisco Manuel do Nascimento |
| Pseudônimo(s) | Filinto Elísio |
| Nascimento | |
| Morte | |
| Residência | Lisboa; Paris; Haia |
| Nacionalidade | |
| Progenitores | Mãe: Maria Manuel Pai: Manuel Simões |
| Ocupação | Poeta, professor de latim, prosador, tradutor |
| Principais trabalhos | Ode aos novos Gamas; Netuno aos Portugueses; Carta ao senhor Francisco José Maria de Brito; tradução de Os mártires |
| Religião | Ateísmo |
Filinto Elísio (na ortografia antiga: Filinto Elysio), pseudónimo arcádico de Francisco Manuel do Nascimento (Lisboa, 23 de dezembro de 1734 – Paris, 25 de fevereiro de 1819), foi poeta, professor, prosador e tradutor português, tido pela crítica como o último grande mestre do arcadismo em Portugal e um dos principais poetas do Neoclassicismo.[1] A sua obra poética e ensaística, em que se conjugam rigor horaciano, zelo pela linguagem e ideário político e moral próximo do Iluminismo, exerceu influência marcante no pré-romantismo luso-brasileiro, na formação da prosa oitocentista e no debate acerca da língua portuguesa.[1]
Estudos de história intelectual identificam em Francisco Manuel figura rara no Portugal setecentista, empenhada em reflexão filosófica, ética, linguística e política que se articula com correntes iluministas europeias.[2]
Biografia
Origem e formação
Francisco Manuel do Nascimento nasceu em Lisboa, no sítio da Ferraria, freguesia de São Julião, em 23 de dezembro de 1734, e foi ali batizado.[3] Era de origem humilde: o pai, Manuel Simões, exercia ofício de pescador, e a mãe, Maria Manuel, vendia peixe; ambos eram naturais de Ílhavo e passaram a viver em Lisboa quando a região de Aveiro entrou em decadência com o fechamento do canal que ligava o rio Vouga ao mar, o que afetou gravemente a pesca e o porto.[3]
Amigos da família, ligados à marinha, favoreceram a instrução do rapaz, de modo que pôde seguir estudos, aproximar-se de leituras humanísticas e encaminhar-se para o estado eclesiástico.[3] Recebeu ordens menores e, em meados da década de 1750, foi ordenado padre, vindo a servir como clérigo da confraria dos mareantes na igreja das Chagas de Cristo, em Lisboa.[4] Em ambiente de comerciantes ilustrados, em que se contavam franceses estabelecidos na capital, formou gosto enciclopédico e liberal e consolidou familiaridade com clássicos latinos e com autores franceses modernos.[4]
Arcádia, Grupo da Ribeira das Naus e pseudónimo
Na segunda metade do século XVIII, conheceu e frequentou autores ligados à Arcádia Lusitana, embora a sua posição se definisse, em parte, como oposição combativa às orientações daquele agrupamento.[1] Em torno de Filinto e de outros poetas formou-se o chamado Grupo da Ribeira das Naus, que entrou em contenda literária com arcádicos, em disputa de gosto, de doutrina poética e de postura moral.[4]
Ligou-se então a D. Leonor de Almeida, futura Marquesa de Alorna, e a D. Maria de Almeida, a quem ensinou latim enquanto ambas se achavam recolhidas no Convento de Chelas, em consequência de processo político que atingira a família.[4] Dessa convivência resultou o pseudónimo pastoril de Filinto Elísio, que a marquesa lhe atribuiu; noutros textos assumiu ainda o nome arcádico de Niceno.[3]
Perseguição inquisitorial e exílio
Na viragem política posterior ao consulado pombalino, Francisco Manuel viu-se envolvido em processo do Santo Ofício. As leituras de autores racionalistas franceses, o apreço por obras vedadas pela censura e a relutância em aceitar literatura devocional mais supersticiosa tornaram-no suspeito.[4] Em 22 de junho de 1778, foi denunciado à Inquisição, e a narrativa conservada por António Baião regista que até a própria mãe terá sido constrangida a depor contra o filho, sob influência de confessor e de ambiente de temor.[4]
Avisado de que o mandado de prisão se achava expedido, Filinto tomou providências rápidas; disfarçado, conseguiu enganar os ministros inquisitoriais e abandonar Lisboa, embarcando em navio que seguia para França, em circunstâncias em que a memória biográfica associa o nome de Félix de Avelar Brotero ao de Francisco Manuel.[4] Em agosto de 1778, chegou a Paris, cidade em que se estabeleceu como exilado.[3]
A existência em Paris foi marcada por dificuldades materiais. O poeta sustentou-se principalmente com traduções de obras francesas, com pequenos trabalhos, com pensões modestas obtidas pela intercessão de amigos e com a venda ocasional de escritos próprios.[3] Manteve relação com círculo reduzido de pessoas instruídas; entre os nomes que a tradição lembra figura o de Alphonse de Lamartine, que mais tarde evocaria, em verso, o exilado português.[3]
Entre 1792 e 1796, Filinto residiu em Haia, a convite de António de Araújo de Azevedo, futuro conde da Barca, que ali servia como diplomata e que o empregou como secretário.[3] De regresso a Paris, continuou a viver em situação de exílio, por mais de quatro décadas, atento aos acontecimentos franceses e em tensão constante quanto à pátria e à língua de origem.[4]
Últimos anos e morte
Em território francês, Filinto foi testemunha imediata da Revolução Francesa e dos desdobramentos políticos do período revolucionário e napoleónico. As notas e as odes revelam leitura cuidadosa dos autores que inspiraram a Revolução e uso dessas leituras para crítica da vida política portuguesa, da estratificação social do Antigo Regime e da tutela que a Inquisição e setores do clero exerciam acerca de leitura e pensamento.[2][1]
A velhice trouxe-lhe maior desconforto material e afetivo: as pensões rarearam, a biblioteca padeceu furtos e dispersões, e as cartas e notas repetem sensação de isolamento em terra alheia e de vigilância constante acerca da própria língua, que receava ver prejudicada pela distância.[4] Persistiu, contudo, em compor versos, tanto para assegurar algum sustento como para manter, pela poesia, reflexão acerca de pátria, religião, política e idioma.[3]
Filinto morreu em Paris, em 25 de fevereiro de 1819.[3] As Obras completas que organizara começaram a sair em Paris entre 1817 e 1819, em onze volumes; depois da morte do autor, publicou-se em Lisboa segunda edição, ampliada para vinte e dois volumes, entre 1836 e 1840, a expensas de Domingos Ribeiro França e sob direção de J. F. Monteiro de Campos e Oliva.[3] Em 1843, os restos mortais do poeta foram trasladados para Lisboa e depositados em jazigo no Cemitério do Alto de São João.[5]
Obra
Características gerais
A produção de Filinto Elísio ocupa lugar singular no neoclassicismo português. Saraiva e Lopes descrevem-no como o «último mestre do arcadismo», dissidente da Arcádia Lusitana, porém continuador mais combativo das reformas poéticas que esse grupo intentara, em época em que o romantismo começava a despontar.[1] O poeta serviu o classicismo arcádico e articulou-o com simbologia e gosto neoclássicos afinados com o espírito revolucionário francês; exaltou, em versos, franceses que passavam de condição servil a modelo de nova cidadania e atacou com energia nobreza, aristocracia, clero regular e Inquisição, a que atribuiu responsabilidade pela decadência de Portugal.[4]
O estilo de Filinto distingue-se por grande apuro formal e por certa aspereza deliberada: prefere inversões sintáticas, retomada de léxico quinhentista e seiscentista, períodos extensos e notas em prosa em que comenta, amplia e discute o conteúdo doutrinário dos poemas.[1][3] Essas notas fazem dele também prosador de grande vigor, ainda que a fidelidade a processos antigos torne a leitura mais exigente para leitores modernos.
O conteúdo filosófico dos escritos filintistas inclui defesa sistemática do aperfeiçoamento intelectual e moral de cada pessoa e do cultivo da cultura do país, insistência na necessidade de libertar a mente de tutela inquisitorial acerca de leitura e pensamento, crítica aos jesuítas e ao modelo de educação que propunham e reflexão acerca de liberdade religiosa, ética e identidade nacional. Por esse conjunto de traços, António Rosa Mendes inclui Francisco Manuel do Nascimento na linhagem de estrangeirados e exilados do Iluminismo português, salientando a raridade desse posicionamento em Portugal no século XVIII.[2] A Carta ao senhor Francisco José Maria de Brito, extensa epístola em verso, condensa essas preocupações em torno da defesa da língua portuguesa e da tradição literária própria diante de modismos galicizantes e de abandono irrefletido da herança latina.[6]
Poesia
A poesia de Filinto abrange vários géneros: ode, epístola, sátira, poema narrativo e composições circunstanciais de cunho político. O conjunto encontra-se sobretudo nos volumes de versos das Obras completas, publicadas em Paris e, depois, em Lisboa, com reordenação e acréscimos.[3] Entre as peças mais citadas figuram:
- Ode aos novos Gamas – retoma o tema camoniano dos descobrimentos e da expansão marítima, agora em contraste com a situação de decadência imperial e de rivalidade com potências europeias; o poema reúne imagens de largo fôlego épico, por exemplo quando evoca Netuno a interpelar os «novos Gamas» e a medir a distância entre o passado e o presente.[1]
- Netuno aos Portugueses – o deus marinho censura a tibieza dos contemporâneos diante da expansão comercial e militar de outras nações e convoca a memória de Vasco da Gama, Afonso de Albuquerque e de outros capitães do século XVI.[3]
- Ode a Afonso de Albuquerque – ode encomiástica que Almeida Garrett tomou por um dos pontos culminantes da lírica em língua portuguesa, quando analisou a grandeza de Filinto no Bosquejo da História da Poesia e Língua Portuguesa.[7]
- Ode aos rapazes e raparigas de Lisboa – composição em que Lisboa surge personificada, com mistura de nostalgia, crítica de costumes e reflexão acerca da condição de exilado; a tradição crítica destaca nessa peça o modo como o poeta articula memória pessoal e visão da cidade.[5]
A Carta ao senhor Francisco José Maria de Brito ocupa lugar central no conjunto. Trata-se de longa epístola em verso, na qual o autor discute arte poética, correção da língua portuguesa, imitação de bons modelos antigos e quinhentistas e resistência a galicismos indiscriminados.[6] Almeida Garrett afirmou, a propósito desse texto, que a epístola acerca de arte poética e de língua portuguesa podia rivalizar, quanto a densidade de argumentos, vigor da poesia, patriotismo e finura satírica, com a epístola de Horácio aos Pisões.[8]
Prosa e ensaio
Além da poesia, Filinto deixou vasta produção em prosa, em parte inserida nos tomos das Obras completas. Inocêncio descreve, por exemplo, o tomo IX, em que se reúnem textos como o Elogio do doutor António Nunes Ribeiro Sanches, composto em francês por Vicq d’Azyr e vertido para português por Filinto; a tradução de Zadig, ou o destino, narrativa filosófica de Voltaire, realizada em Lisboa, antes do exílio, a pedido de leitora; a Verdadeira história dos sucessos de Armindo e Florisa, novela seiscentista que Filinto atribui a Rodrigo Marques, embora parte da crítica veja nela obra original do próprio tradutor; além de outras peças em que narrativa, reflexão moral e digressão crítica se associam.[3]
Esses textos revelam prosa robusta, em que o apego à tradição clássica convive com observação aguda da sociedade contemporânea, ironia frequente e atenção constante à frase portuguesa.
Traduções
Filinto foi também tradutor prolífico, de modo que muitos contemporâneos e leitores posteriores o conheceram primeiro pelas versões que fez de autores estrangeiros. As traduções incluídas nas Obras completas distribuem-se por vários tomos; Inocêncio destaca, entre outras:[3]
- Fábulas de La Fontaine, que preenchem o tomo VI das Obras completas, em 556 páginas, antecedidas de extensa vida do fabulista francês; a edição relaciona-se com a coletânea Fábulas escolhidas entre as de J. La Fontaine, traduzidas em verso etc. (Londres, 1814).
- Os mártires, ou triunfo da religião cristã, de Chateaubriand, distribuídos pelos tomos VII e VIII das Obras completas; a tradução saíra já em dois volumes (Paris, 1816), com dedicatória ao conde da Barca e retrato do tradutor.[3]
- trechos da Púnica de Sílio Itálico e da Farsália de Lucano, bem como outros exercícios de tradução poética de textos latinos, integrados em odes e composições de tema histórico.[9]
Odorico Mendes, que se declarou discípulo de Filinto, testemunha, em notas à sua tradução da Eneida, admiração intensa pela obra do mestre. Em comentário aos versos 690–691 do livro III, afirma não conhecer, em língua alguma, tradutor-poeta que tanto o agrade, e sustenta que, quanto à graça da linguagem, a versão filintista de Os mártires lhe parece preferível ao próprio Chateaubriand, embora reconheça incorreções; considera, ainda assim, esse trabalho modelo do género.[10]
Receção crítica, filintismo e estudos linguísticos
Desde o século XIX, a crítica tem salientado a tensão entre a dureza formal do estilo de Filinto e a força inovadora de seu pensamento. Inocêncio reconhece nele poeta de grande engenho, cuja obra merecia edição esmerada, e descreve pormenorizadamente o trabalho de organização e publicação das Obras completas em Paris e em Lisboa, com indicação de tomos, datas e traduções.[3]
Odorico Mendes viu em Filinto mestre de poesia e de tradução; as notas à sua versão da Eneida revelam desejo de imitá-lo em rigor linguístico.[10] Almeida Garrett, no Bosquejo da História da Poesia e Língua Portuguesa, afirmou, acerca das odes de Francisco Manuel, que nenhuma língua se elevou tanto, em poema, como a portuguesa na lira de Filinto, e apontou em particular a ode a Afonso de Albuquerque e a dos novos Gamas como modelos de poesia sublime e extensa quanto o assunto.[7][8]
Na síntese de Saraiva e Lopes, Filinto aparece como paladino extremo do classicismo arcádico, ao serviço de símbolos neoclássicos ligados à Revolução Francesa, convertendo a ode em instrumento de combate a uma pátria que considerava presa de superstição e submissão.[1] O poeta atacou nobreza, clero regular e inquisidores e, ao mesmo tempo, fez da defesa da língua portuguesa contra afrancesamento descuidado um dos grandes temas de sua escrita.[1][2][6]
Na crítica do século XX, destaca-se ainda o juízo de António Martinz de Aguiar e Silva, filólogo e professor cearense, que via na prosa de Filinto – em particular na tradução de Da vida e feitos de El-Rei D. Manuel, de Jerónimo Osório – repositório privilegiado de sutilezas da língua portuguesa e de expressões vernáculas inesperadas, cuja estranheza se convertia em recurso estilístico. Para Aguiar, quem aspirasse conhecer a língua em muitas de suas sutilezas teria diante de si verdadeiro tesouro na prosa filintista.[11] Quanto à Carta ao senhor Francisco José Maria de Brito, considerava que todo intelectual deveria estudá-la como lição de bem escrever.[11]
No campo dos estudos de língua, Evanildo Bechara analisou criações linguísticas de Filinto e procurou mostrar que construções tradicionalmente tomadas por erro representam, em diversos casos, tentativas conscientes de inovação em sistema que ainda se achava menos estabilizado. Em texto publicado na revista Alfa, examina pormenores de morfologia e sintaxe que o poeta explora.[12] Em estudo posterior, intitulado Contribuições linguísticas de Filinto Elísio e publicado na revista Na ponta da língua, Bechara reuniu considerações acerca da importância do autor para a história da gramática e do uso culto do português.[13]
A designação filintismo passou a nomear tendência de parte da poesia e da tradução oitocentistas que retomava gosto por formas clássicas, léxico castiço e frase severa, com inspiração declarada em Filinto.[1] A dificuldade contemporânea de acesso às suas obras – por se encontrarem dispersas em edições antigas e em cópias digitais – tem motivado projetos editoriais e estudos que visam oferecer versões atualizadas, acompanhadas de aparelho crítico e de reordenação sintática em auxílio da leitura, sem prejuízo do conteúdo original.[6][13]
Obras principais
A lista abaixo não esgota a produção de Filinto Elísio, porém recolhe alguns títulos de maior relevo:
- Versos de Filinto Elysio (coleções poéticas publicadas em Paris antes da edição das Obras completas);[3]
- Obras completas de Filinto Elysio (11 tomos, Paris, 1817–1819; 22 tomos na edição lisboeta, 1836–1840);[3]
- Ode aos novos Gamas;
- Netuno aos Portugueses;
- Ode a Afonso de Albuquerque;
- Carta ao senhor Francisco José Maria de Brito;[6]
- traduções das Fábulas de La Fontaine;
- tradução de Os mártires, ou triunfo da religião cristã, de Chateaubriand;
- traduções de Zadig, ou o destino (Voltaire), do Elogio de Ribeiro Sanches (Vicq d’Azyr), de Da vida e feitos de El-Rei D. Manuel (Jerónimo Osório), bem como versões de poemas latinos, entre as quais trechos da Púnica e da Farsália.[3][9][11]
Referências
- ↑ a b c d e f g h i j Saraiva, António José; Lopes, Óscar (1996). História da literatura portuguesa 17 ed. Porto: Porto Editora. pp. 632–634
- ↑ a b c d Mendes, António Rosa (1985). «Estrangeirados e exilados do Iluminismo português». In: João Medina. História de Portugal: dos tempos pré-históricos aos nossos dias. VII: Portugal absolutista. Alfragide: Ediclube. 423 páginas
- ↑ a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t u Silva, Inocêncio Francisco da (1859). Diccionario bibliographico portuguez. Estudos de Innocencio Francisco da Silva applicaveis a Portugal e ao Brasil, etc. 2. Lisboa: Imprensa Nacional. pp. 446–457
- ↑ a b c d e f g h i j Baião, António (1924). Episódios dramáticos da Inquisição portuguesa. 2. Lisboa: Seara Nova. pp. 54–81
- ↑ a b «Francisco Manuel do Nascimento (Filinto Elísio)». Projeto Vercial. Universidade do Minho
- ↑ a b c d e Nascimento, Francisco Manuel do (1817). Obras completas de Filinto Elysio. 1. Paris: A. Bobée. pp. 26–107
- ↑ a b Garrett, Almeida (1826–1834). «Bosquejo da História da Poesia e Língua Portuguesa». Parnaso lusitano ou poesias seletas dos autores portugueses antigos e modernos, ilustradas com notas. Paris: J. P. Aillaud. 28 páginas
- ↑ a b Garrett, Almeida (1826–1834). «Bosquejo da História da Poesia e Língua Portuguesa». Parnaso lusitano ou poesias seletas dos autores portugueses antigos e modernos, ilustradas com notas. Paris: J. P. Aillaud. 59 páginas
- ↑ a b Vieira, Brunno Vinícius Gonçalves (2007). «Filinto Elísio, tradutor de Lucano: estudo introdutório, edição crítica e notas de uma versão da Farsália (I, 1–227)». Nuntius Antiquus. 3: 69–86
- ↑ a b Odorico Mendes, nota à tradução da Eneida, livro III, vv. 690–691, em edições que conservam os comentários do tradutor.
- ↑ a b c Aguiar, Martinz (1955). Notas de português de Filinto e Odorico. Rio de Janeiro: Simões. 8 páginas
- ↑ Bechara, Evanildo (2001). «Uma criação linguística de Filinto Elísio». São Paulo. Alfa: Revista de Linguística. 25
- ↑ a b Bechara, Evanildo (2005). «Contribuições linguísticas de Filinto Elísio». Rio de Janeiro. Na ponta da língua. 7: 24–39
Ligações externas
Ver também
- ↑ Erro de citação: Etiqueta
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