Fernando Fitas
| Fernando Fitas | |
|---|---|
![]() Em 2005 | |
| Nome completo | Joaquim Fernando Rana Fitas |
| Nascimento | Campo Maior, Portugal |
| Nacionalidade | português |
Joaquim Fernando Rana Fitas (Campo Maior, Alentejo, novembro de 1957) é um jornalista e poeta português, que trabalhou em vários jornais de âmbito nacional, nomeadamente em O Século, 24Horas e Tal & Qual.
Fundador e director — durante sete anos — do quinzenário Outra Banda e chefe de redacção do Noticias de Almada (entre 2005 e 2011), colaborou ainda em diversos periódicos regionais de norte a sul de Portugal, assim como numa das rádios locais do Concelho do Seixal, assumindo a responsabilidade pela emissão de programas culturais durante vários anos.[1]
No domínio da poesia tem várias obras distinguidas com prémios literários. Entre eles, o Prémio Agostinho Neto (União de Sindicatos do Porto/CGPT), 1999); Prémio de Poesia Cidade de Moura (1999); Prémio Literário Raul de Carvalho (2000); Prémio de Poesia e Ficção de Almada (2003 e 2014); Prémio de Poesia Cidade Ourense (Galiza) 2017;[2] Concurso Literário “Manuel Maria Barbosa du Bocage (2020);[3] Prémio de Poesia Tito Olívio (2020); Prémio Internacional de Poesia António Salvado (2021);[4] Prémio de Poesia Joaquim Pessoa (2022),[5] Prémio Literário Carlos Carranca (2023) e Prémio Literário Hugo Santos (2024).[6]
A sua escrita estende-se da reportagem à ficção, passando pela investigação histórica e recolha oral em alguns concelhos da Margem Sul do Tejo.[7] Autor das obras “Canto Amargo”; “Amor Maltês”; “Cantos de Baixo”; “Silêncio Vigiado”; “Mar da Palha - reportagens”; “Histórias Associativas – Memórias da Nossa Memória”;[1] “A Casa dos Afectos”; “O Ressoar das Águas”; “O Saciar das Aves”; “Alma d’Escrita - Reportagens”, “Alforge de Heranças”;[8] "Escrevo um Verso na Água"; "Subversiva Liturgia das Mãos"; "O Vidro Desabitado"; "Olhar o Assombro no Êxtase da Luz"; "Elegia dos Pássaros"; "Azinhaga dos Alfinetes"; "Um Corpo Sob o Pó" , “A Clandestina Idade dos Pequenos Segredos” e "Perdurável inventário de efémeros".
Alguns dos seus textos estão traduzidos em Castelhano, Mirandês, Inglês e Italiano. Figura igualmente em algumas antologias editadas em Portugal, na antologia Poetas do Mundo (Chile) e numa antologia publicada em Itália pelas Edizioni Universum.
Companheiro dos cantadores da resistência, José Afonso, Francisco Fanhais e Vitorino na Cooperativa Cultural Era Nova, tem poemas cantados por alguns intérpretes da canção portuguesa, designadamente Chiquita e Luísa Basto.
Referências
- ↑ a b «Fernando Fitas». Autores Locais. Seixal
- ↑ «Premio de Poesía Cidade de Ourense | ::Axenda cultural AELG::» (em galego). Consultado em 21 de fevereiro de 2021
- ↑ «Vencedores dos últimos concursos». LASA - Liga dos Amigos de Setúbal e Azeitão. Consultado em 20 de fevereiro de 2021
- ↑ Netsigma. «Prémio Internacional de Poesia - António Salvado». Prémio Internacional de Poesia - António Salvado. Consultado em 21 de fevereiro de 2021
- ↑ admin (13 de novembro de 2022). «Câmara da Moita entrega Prémio Joaquim Pessoa a Fernando Fitas». Setúbal Mais. Consultado em 11 de outubro de 2025
- ↑ «Fernando Fitas vence Prémio Literário Hugo Santos | Câmara Municipal do Seixal». www.cm-seixal.pt. Consultado em 11 de outubro de 2025
- ↑ Bernardes, Fernando Miguel (1 de janeiro de 1997). Literatura actual de Almada: antologia. [S.l.]: Câmara de Almada
- ↑ «Fernando Fitas vence Prémio de Poesia e Ficção de Almada». Consultado em 31 de agosto de 2016
