Eugênio de Barral, 4.º Marquês de Monferrato
| Eugênio | |
|---|---|
| Marquês de Monferrato Conde de Barral | |
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| Dados pessoais | |
| Nascimento | 19 de outubro de 1812 Bourges, Cher, Primeiro Império Francês |
| Morte | 21 de março de 1868 (55 anos) Paris, Ilha de França, Segundo Império Francês |
| Cônjuge | Luísa Margarida |
| Filho(s) | Horace Dominique[1] |
João Horácio José Eugênio de Barral (em francês: Jean Horace Joseph Eugène de Barral; Bourges, 19 de outubro de 1812 – Paris, 21 de março de 1868),[2] mais conhecido simplesmente como Eugênio, foi Conde de Barral e Marquês de Monferrato. Era marido de Luísa Margarida de Barros Portugal, com quem casou em 1837.[3][4] Eugênio também era primo de 5.º grau de Napoleão Bonaparte.[5]
Embora Eugênio não seja tão famoso por feitos políticos específicos no Brasil, ele aparece frequentemente nas narrativas ligadas à sua esposa, que teve papel de destaque na corte do Império brasileiro.
Ele representa um exemplo das ligações europeias (especialmente francesas) com a nobreza brasileira no século XIX, coisa bastante comum entre famílias aristocráticas da época.
Sua vida conjugal e familiar é retratada em obras históricas e até em adaptações como novelas (por exemplo, “Nos Tempos do Imperador”), devido à relevância da sua esposa para a corte brasileira.
Referências
- ↑ Cartas a Suas Majestades, 1859-1890. Brasília: Ministério de Justiça, Arquivo Nacional. 1977. p. 443
- ↑ Calmon, Pedro. História de D. Pedro II: Infância e mocidade, 1825-1853. São Paulo: J. Olympio. p. 332, nota 11
- ↑ Marasciulo, Marília (2021). «Quem foi Condessa de Barral, a grande paixão de Dom Pedro II». Revista Galileu
- ↑ Hygino, Maneol (2014). «Um burocrata real». Hoje em Dia
- ↑ Coleção Barral Montferrat. Carta de d. Pedro II à condessa de Barral dizendo que ainda lhe custa acreditar que não existe o bom conde, a quem tanto prezou, pedindo a Deus que lhe dê forças e exprimindo seu desejo de que a condessa retorne à sua pátria, juntamente com o filho. Dando detalhes sobre os acontecimentos da guerra, em especial, o bombardeamento de Humaitá.
