Constantin von Ettingshausen

Constantin von Ettingshausen
Nascimento16 de junho de 1826
Viena
Morte1 de fevereiro de 1897 (70 anos)
Graz
CidadaniaImpério Austríaco, Cisleitânia
Progenitores
Filho(a)(s)Albert von Ettingshausen, Johanna von Ettingshausen
Alma mater
Ocupaçãoentomologista, botânico, paleontólogo, pteridólogo, briólogo, professor universitário, micologista, geólogo
Distinções
  • Honorary Fellow of the Royal Society Te Apārangi (1888–)
Empregador(a)Universidade de Graz
Títulobarão

Constantin von Ettingshausen (Viena, 16 de junho de 1826Graz, 1 de fevereiro de 1897) foi um botânico austríaco conhecido por seus estudos paleobotânicos da flora do período terciário. Ele era filho do físico Andreas von Ettingshausen.[1]

Biografia

Em 1848 graduou-se como doutor em medicina em Viena e, em 1854, tornou-se professor de botânica e história natural na academia militar médica e cirúrgica daquela cidade. Em 1871 foi eleito professor de botânica em Graz, cargo que manteve até o fim da vida.

A partir de 1876, ele fez repetidas visitas a Londres, onde organizou coleções no Museu de História Natural.[2] Ele se destacou por suas pesquisas nas floras terciárias de várias partes da Europa e nas floras fósseis da Austrália e da Nova Zelândia. O extinto gênero Ettingshausenia (família Vitaceae) foi batizado em sua homenagem por August Wilhelm Stiehler (1857).[3][4]

Publicações

  • Physiotypia plantarum austriacarum (with Alois Pokorny), 1856 –.
  • Physiographie der Medicinal Pflanzen (1862).
  • Die Farnkruter der Jetztwelt zur Untersuchung and Bestimmung der in den Formationen der Erdrinde eingeschiossenen Uberreste von vorweltlichen Arten dieser Ordnung nach dem Flächen-Skelet bearbeitet (1865).
  • A Monograph of the British Eocene Flora (with John Starkie Gardner), vol. 1. Filices, 1879-82. -- vol. 2. Gymnospermæ, by J. Gardner. 1883-86.
  • Contributions to the Tertiary flora of Australia (translated by Arvid Neilson, 1888).
  • Contributions to the knowledge of the fossil flora of New Zealand (translated by C. Juhl, 1890).[5]


Referências