Esther Hayut

Esther Hayut
NascimentoEsther Avni
16 de outubro de 1953 (72 anos)
Herzliya
CidadaniaIsrael
Alma mater
Ocupaçãoadvogada, juíza
Empregador(a)Suprema Corte de Israel
ReligiãoJudaísmo

Esther Hayut (em hebraico: אסתר חיות, Herzliya, 16 de outubro de 1953), é a atual presidente da Suprema Corte de Israel desde 26 de outubro de 2017.

Biografia

Esther "Esti" Avni nasceu em Herzliya, Israel, nas comunidades ma'abaras de Yehuda e Yehudit Avni (hoje o bairro Yad HaTesha), ambas povoadas por sobreviventes do Holocausto na Romênia.[1] Seus pais se divorciaram quando ela era criança, e seu pai emigrou para o Reino Unido. Cresceu na casa dos avós, no bairro de Neve Amal, em Herzliya.[2] Aos 17 anos, se mudou para Eilat para morar com a mãe, que se casara novamente. Completou o ensino médio em Eilat em 1971. Depois de terminar o colegial, foi recrutada pelas Forças de Defesa de Israel, onde serviu na banda de música militar do Comando Central.[3] Após sua dispensa do exército, Hayut cursou Direito na Universidade de Tel Aviv, graduando-se em 1977.[4] [5] Durante seus estudos de direito, ela também conheceu seu marido, David Hayut, com quem teve dois filhos. Hayut trabalhou no escritório de advocacia de Haim Yosef Zadok, ex-ministro da Justiça de Israel, onde continuou trabalhando como advogada associada entre 1977 e 1985.[4] Depois de deixar a empresa, Esther abriu um escritório independente junto com o marido, especializado em direito comercial e de responsabilidade civil.[4]

Carreira judicial

Em março de 1990, Hayut foi nomeada juíza no Tribunal Magistrado de Tel Aviv,[4] e em 1996, foi nomeada para o Tribunal Distrital de Tel Aviv, onde obteve posse em 1997. [6] Em março de 2003, Hayut foi nomeada juíza da Suprema Corte de Israel, tomando posse em março de 2004.[4]

Em maio de 2015, Hayut foi nomeada Presidente do Comitê Central de Eleições, responsável pela 20ª eleição do parlamento de Israel.[7]

Já em 2017, Hayut foi eleita para substituir Miriam Naor como presidente da Suprema Corte, e deve servir como tal até 2023, de acordo as regras da Justiça de Israel.[8]

Referências