Espilantol
Espilantol
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| Nomes | |||||||||||||
| Nome IUPAC | (2E,6Z,8E)-N-(2-Methylpropyl)deca-2,6,8-trienamide | ||||||||||||
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| Página de dados suplementares | |||||||||||||
| Estrutura e propriedades | n, εr, etc. | ||||||||||||
| Dados termodinâmicos | Phase behaviour Solid, liquid, gas | ||||||||||||
| Dados espectrais | UV, IV, RMN, EM | ||||||||||||
| Exceto onde denotado, os dados referem-se a materiais sob condições normais de temperatura e pressão. Referências e avisos gerais sobre esta caixa. Alerta sobre risco à saúde. | |||||||||||||
Espilantol é um alcaloide encontrado principalmente na planta Acmella oleracea, uma erva também conhecido como "jambu", comum no Brasil, Índia, Tailândia e outros países tropicais.[1] Esta substância apresenta efeito anestésico causando sensação de formigamento quando é absorvido pela mucosa labial.
Utilização
O espilantol é responsável pelo sabor picante e anestesiante apresentado pelo jambú. Ele atua no sistema nervoso, ativando receptores específicos, produzindo uma sensação de dormência e tremor na boca.[1] Essa característica é frequentemente usada na culinária típica da região Norte do Brasil para adicionar um sabor único a diversos pratos e bebidas.
Além do uso culinário, o espilantol tem sido estudado por suas propriedades medicinais. Estudos iniciais mostraram que a substância tem propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes e antimicrobianas.[2] Acredita-se que o espilantol possa ajudar a tratar infecções bacterianas e virais, reduzir a dor e inflamação, além de ajudar na prevenção de cáries dentárias.[3]
Outros estudos também investigam o potencial do espilantol na redução da ansiedade e na melhora da memória humana. No entanto, mais pesquisas são necessárias para confirmar esses benefícios e determinar as doses e modos de administração ideais.
O uso do espilantol ainda é relativamente desconhecido e pouco explorado, mas sua crescente popularidade na culinária e suas propriedades medicinais potenciais tornam a substância um foco crescente de pesquisa e interesse.[2]
Referências
- ↑ a b «57° CBQ - O JAMBU E SEU POTENCIAL ANALGÉSICO E ANTISSÉPTICO: A ANÁLISE DE CINCO PRODUÇÕES CIENTIFICAS QUE LEGITIMAM O PODER FITOTERÁPICO DA ALCMELLA OLERACEA». www.abq.org.br. Consultado em 22 de fevereiro de 2023
- ↑ a b «Engenheira química extrai composto bioativo do jambu». Jornal da Unicamp. Consultado em 22 de fevereiro de 2023
- ↑ Fonseca, Vandré (11 de julho de 2018). «Pesquisador brasileiro conta como sua pesquisa sobre jambu ficou inviável por patente dos Estados Unidos». Amazônia Real. Consultado em 22 de fevereiro de 2023
