Espermina
Espermina
| |||||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Nomes | |||||||||||||||
| Nome IUPAC | N,N'-bis(3-aminopropil)butano-1,4-diamina | ||||||||||||||
| |||||||||||||||
| |||||||||||||||
| Página de dados suplementares | |||||||||||||||
| Estrutura e propriedades | n, εr, etc. | ||||||||||||||
| Dados termodinâmicos | Phase behaviour Solid, liquid, gas | ||||||||||||||
| Dados espectrais | UV, IV, RMN, EM | ||||||||||||||
| Exceto onde denotado, os dados referem-se a materiais sob condições normais de temperatura e pressão. Referências e avisos gerais sobre esta caixa. Alerta sobre risco à saúde. | |||||||||||||||
Espermina é uma poliamina envolvida no metabolismo celular encontrada em células eucarióticas. Formada a partir da espermidina, ela é encontrada em uma larga variedade de organismos e tecidos e é um fator essencial de crescimento em algumas bactérias. Ela é encontrada na forma de policátion no pH fisiológico. Espermina é associada com os ácidos nucleicos e é também com a estabilidade da estrutura helical, particularmente em vírus.
Cristais de fosfato de espermina foram descritos primeiramente em 1678, no sêmen humano, por Anton van Leeuwenhoek. O nome espermina foi usado pela primeira vez na Alemanha pelos químicos Ladenburg e Abel em 1888, e a correta estrutura da espermina não tinha sido estabelecida até 1926.

