Erythrodiplax melanica
| Erythrodiplax melanica | |
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Não avalida (IUCN 3.1)
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| Classificação científica | |
| Reino: | Animalia
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| Filo: | Arthropoda
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| Classe: | Insecta
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| Ordem: | Odonata
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| Família: | Libellulidae
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| Gênero: | Erythrodiplax
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| Espécies: | E. melanica
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| Nome binomial | |
| Erythrodiplax melanica Borror, 1942
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Erythrodiplax melanica é uma libélula neotropical da família Libellulidae, descrita por Donald J. Borror em 1942.[1][2]
Descrição morfológica
Espécie de porte pequeno a médio, com envergadura alar aproximada de 25 a 30 milímetros; corpo esguio, tórax predominantemente escuro, desenvolvendo pruinosidade acinzentada em adultos mais velhos; asas transparentes com discreta mancha basal não ultrapassando o primeiro nervo radial e pterostigmas castanhos escuros.[3]
Distribuição e habitat
Inicialmente registrado apenas nos estados de Tocantins e Pará.[4][5] Em 2020, foi citada pela primeira vez em Minas Gerais, no município de Ouro Preto, em riachos de fluxo lento e lagoas marginais em áreas de Cerrado.[6]
Biologia e ecologia
Machos de E. melanica adotam comportamento territorial, empoleirando-se em vegetação emergente para patrulhar e defender territórios de alimentação e acasalamento, alternando entre sol e sombra para termorregulação.[6] Fêmeas realizam oviposição exofítica em voo, depositando ovos isolados sobre a superfície da água ou em plantas aquáticas.
Referências
- ↑ Borror, D. J. (1942). A revision of the libelluline genus Erythrodiplax (Odonata). Ohio State University Graduate Studies, 286 p. Acesso em 20 de junho de 2025.
- ↑ Plazi TreatmentBank (2018). Libellulidae Rambur, 1842. Disponível em: https://treatment.plazi.org/id/D076D419B5F8FF27FF23F68827C2FBDF/9. Acesso em 20 de junho de 2025.
- ↑ iNaturalist (2025). “Dragonlets (Gênero Erythrodiplax)”. Disponível em: https://www.inaturalist.org/taxa/50343-Erythrodiplax. Acesso em 20 de junho de 2025.
- ↑ Cortês, F. R.; et al. (2011). “Survey of Odonata in Pará State, Brazil”. Acta Amazonica, 41(4): 455–466. Acesso em 20 de junho de 2025.
- ↑ Pinto, J.; Carvalho, A. L. (2009). “Odonata inventory in Tocantins, Brazil”. Neotropical Entomology, 38(1): 115–122. Acesso em 20 de junho de 2025.
- ↑ a b Ávila-Júnior, W. F.; Machado, G. L. V.; Lencioni, F. A.; Carneiro, M. A. (2020). “Distribution and composition of Dragonfly and Damselfly species (Odonata) of the upper Rio das Velhas, Ouro Preto, MG, Brazil”. Papéis Avulsos de Zoologia, 60: e20206065. Acesso em 20 de junho de 2025.
