Emilio Fede
| Emilio Fede | |
|---|---|
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| Nascimento | 24 de junho de 1931 Barcellona Pozzo di Gotto |
| Morte | 2 de setembro de 2025 Segrate |
| Cidadania | Itália |
| Cônjuge | Diana de Feo |
| Ocupação | jornalista, escritor, apresentador |
| Empregador(a) | Rete A, MediaForEurope |
| Página oficial | |
| http://www.emiliofede.net | |
Emilio Fede (24 de junho de 1931 — 2 de setembro de 2025) foi um jornalista, escritor, político e apresentador de notícias italiano.[1]
Biografia
Emilio Fede começou como repórter e correspondente na RAI, cobrindo guerras e grandes acontecimentos, até se tornar diretor do canal TG1. Mais tarde, marcou época na Mediaset, onde comandou por duas décadas o TG4, com um estilo inconfundível, polêmico e fortemente alinhado a Silvio Berlusconi, de quem foi amigo e fiel defensor.[1][2]
Sua carreira o tornou um dos rostos mais conhecidos da televisão italiana, misturando jornalismo político e entretenimento. A sua proximidade com o poder colocou-o no meio do Rubygate, escândalo sexual envolvendo o então primeiro-ministro italiano Berlusconi que resultou em processos judiciais, condenações e até uma prisão tardia.[1][3]
Nos últimos anos, afastado dos holofotes, viveu discretamente em uma casa de repouso até a sua morte em 2 de setembro de 2025, aos 94 anos.[1][2]
Cinema
- Paparazzi (1998)
- Aprile (1998)
- Buongiorno, notte (2003)
- Io non ho paura Io non ho paura (2003)
- La meglio gioventù (2003)
- Niente è come sembra (2007)
- Esterno notte (2022)
Televisão
- Il circolo dei castori (Programma Nazionale, 1958)
- TG1 (Rete 1, 1976-1982; Rai 1, 1983)
- Test - Gioco per conoscersi (Rai 1, 1983-1984)
- TgA (Rete A, 1987-1989)
- Cronaca (Rete 4, 1990)
- Studio Aperto (Italia 1, 1991-1993)
- TG4 (Rete 4, 1992-2012)
- Le grandi interviste (Rete 4, 1997, 1999)
- Indagine sulla canzone truccata (Canale 5, 1998)
- Palermo - La notte della moda (Rete 4, 2002)
- Striscia la notizia (Canale 5, 2005)
- Password - Il mondo in casa (Rete 4, 2009)
- Radio Belva (Rete 4, 2013)
- Punti di vista (Go-tv, 2022)
Publicações
- Africa anno dieci. Incontri e momenti africani, apresentação do livro de Mario Pedini, Brescia, La Scuola, 1971
- Finché c'è Fede, Milão, Mondadori, 1997, ISBN 88-04-42656-X
- Privé. La vita è un gioco, Milão, Mondadori, 1998, ISBN 88-04-45277-3
- L'invidiato speciale, Milão, Mondadori, 1999, ISBN 88-04-46628-6
- La foglia di fico, Milão, Mondadori, 2000, ISBN 88-04-47941-8
- Samba dei ruffiani, Milão, Mondadori, 2001, ISBN 88-04-49027-6
- La cena dei cretini, Milão, Mondadori, 2002, ISBN 88-04-50295-9
- Ladro d'amore, Milão, Mondadori, 2003, ISBN 88-04-51485-X
- Peluche, Milão, Mondadori, 2005, ISBN 88-04-53307-2
- Fuori onda, Milão, Mondadori, 2006, ISBN 88-04-55433-9
- Dietro lo schermo. L'arte della comunicazione televisiva, Milão, Editrice San Raffaele, 2008, ISBN 978-88-86270-66-3
- Se tornassi ad Arcore. Il bilancio di una vita da direttore, Milão, Gli Specchi Marsilio, 2015, ISBN 978-88-317-2289-6
- Africa. Storie di un inviato speciale, Milão, Bietti, 2017, ISBN 978-88-824-8386-9
- Che figura di merda, San Lazzaro di Savena, Giraldi Editore, 2020, ISBN 978-88-615-5818-2
Referências
- ↑ a b c d Paolo Berizzi (2 de setembro de 2025). «È morto Emilio Fede: il giornalista aveva 94 anni» (em italiano). La Repubblica. Consultado em 3 de setembro de 2025
- ↑ a b «Jornalista e ex-âncora italiano Emilio Fede morre aos 94 anos». Terra. 2 de setembro de 2025. Consultado em 3 de setembro de 2025
- ↑ «Berlusconi: amigos presos por contratarem prostitutas». CartaCapital. 20 de julho de 2013. Consultado em 3 de setembro de 2025
Ligações externas
- Emilio Fede no IMDb
Torino Esposizioni - servizio di Emilio Fede (1960) no YouTube
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