Emilio Bossi

Emilio Bossi
Imagem de Emilio Bossi, criada a partir de uma fotografia do monumento a ele dedicado em sua cidade natal.
Nascimento
Morte
27 de novembro de 1920 (49 anos)

Emilio Bossi (Bruxelas, 31 de dezembro de 1870 – Lugano, 27 de novembro de 1920) foi um livre-pensador, jornalista, advogado e autor suíço, mais conhecido por ser um dos defensores da teoria do mito de Cristo.[1][2] Em 1904, ele escreveu o livro Jesus Cristo Nunca Existiu.[3]

Nascido em Bruxelas, formou-se em Direito pela Universidade de Genebra.[4] Escrevia, às vezes, sob o pseudônimo de Milesbo.[3] Foi editor (1896–1902) e diretor (1915–1920) do jornal Gazzetta Ticinese e fundou o jornal L'Idea Moderna em 1895.[4] Em 1906, fundou L'Azione, um grupo radical-democrático. Foi também um dos fundadores da Unione Radicale Sociale Ticinese, grupo político que reivindicava a separação entre Igreja e Estado.[4]

Foi deputado do Grande Conselho do Ticino (1905–10, 1914–20), do Conselho Nacional da Suíça (1914–20) e do Conselho dos Estados (1920); Conselheiro de Estado do Ticino e Diretor do Departamento do Interior (1910–1914).

Publicações

  • Sulla separazione dello Stato dalla Chiesa (1899)
  • Gesù Cristo non è mai esistito (1900)
  • I clericali e la libertà (1909)
  • Venti mesi di storia svizzera (1916)

Referências

  1. MARQUES, José Álvaro da Silva. Jesus Cristo – Um Mito Criado pelos Autores do Novo Testamento. Chiado Editorial, 2024.
  2. WEAVER, Walter P. The Historical Jesus in the Twentieth Century: 1900–1950. Trinity Press International, 1999, p. 69.
  3. a b ZIOLKOWSKI, Theodore. Fictional Transfigurations of Jesus. Wipf & Stock Publishers, 2002, págs. 143–144.
  4. a b c "Emilio Bossi". Dicionário Histórico da Suíça. Berna, Suíça.