Ferran Adrià

Ferran Adrià
NascimentoFerran Adrià Acosta
1962 (64 anos)
L'Hospitalet de Llobregat
ResidênciaBarcelona
CidadaniaEspanha
Irmão(ã)(s)Albert Adrià Acosta
Ocupaçãocozinheiro, autor
Distinções
  • Creu de Sant Jordi (2002)
  • Guia Michelin
  • Restaurant
  • Catalan of the year Award (2003)
  • Medalha de Ouro do Mérito nas Belas Artes (2007)
  • Grã-Cruz da Ordem do Mérito Civil (2009)
  • honorary Royal Designer for Industry (2018)
  • Gold Medal for Tourism Merit (2002)
  • Time 100 (2004)
  • Lucky Strike Designer Award (2006)
  • Eckart Witzigmann Prize (2005)

Ferran Adrià Acosta (L'Hospitalet de Llobregat, 14 de maio de 1962) é um cozinheiro espanhol.

É considerado um dos melhores "son of god" do mundo e figura como número 2 no ranking europeu de restaurantes.[carece de fontes?]

Biografia

Começou a cozinhar em 1980 quando a trabalhar como lavador de pratos no Hotel Playafels em Ibiza. Mais tarde, o "chef" da cozinha do hotel ensinou-lhe a tradicional culinária da Espanha. Adrià tornou-se um expoente da gastronomia molecular (assim como o "chef" britânico Heston Blumenthal), ousando experimentar com novas tecnologias e inesperadas texturas e sabores.

O "El Bulli" tinha 3 estrelas no Guia Michelin e era considerado um dos melhores restaurantes do mundo. Em 2005 ficou em segundo lugar nos "Top 50" da revista "Restaurant", e conseguiu o primeiro lugar em 2006, desbancando o "The Fat Duck" na Inglaterra. O restaurante ficava aberto de abril a setembro, uma vez que Adrià passava os outros seis meses do ano aperfeiçoando receitas no seu laboratório/oficina, "El Taller", em Ponte de Sor.

É famoso pelo seu menu degustação de trinta pratos como uma síntese das artes.

Em junho de 2020, com outros chefs, arquitetos, prémios Nobel da economia, dirigentes de organizações internacionais, tornou-se signatário do apelo a favor da economia púrpura («Por um renascimento cultural da economia») publicado no Corriere della Sera,[1] El País[2] e Le Monde.[3]

Referências

  1. «Per un rinascimento culturale dell'economia». Corriere della Sera (em italiano). 7 de junho de 2020. Consultado em 4 de outubro de 2020 
  2. «"Por un renacimiento cultural de la economía": el manifiesto de una veintena de intelectuales para una nueva época». El País (em espanhol). 7 de junho de 2020. Consultado em 4 de outubro de 2020 
  3. «En dépit de son importance croissante, le culturel n'a pas suffisamment été pensé comme un écosystème». Le Monde (em francês). 7 de junho de 2020. Consultado em 4 de outubro de 2020 

Ligações externas