Edgar Gonsalves Preto
Edgar Gonsalves Preto (Funchal, 1937))é um humorista, escritor, autor teatral, realizador e assistente de realização português.[1]
Biografia
Nasceu em 1937 no Funchal. Cursou Direito em Coimbra, em 1958. Já em Lisboa, no Cineclube Universitário começa a interessar-se por cinema e no princípio da década de 60 escreve na revista ‘Imagem’. Foi assistente de realização no filme “Dom Roberto” (1962) e, depois, em “Le Pas de Trois”, de Alain Bornet (1963), e “Le Grain de Sable”, de Pierre Kast (1964), Gonsalves Preto aventura-se na realização em 1969, com a curta-metragem “As Deambulações do Mensageiro Alado”. Entre 1970 e 1972 trabalha em publicidade e no magazine cinematográfico VIP - 87, da Cinegra.
Em 1972, convidado para escrever para o espetáculo musical “Dura Lex Sed Lex”, no Teatro ABC, estreando-se sob o pseudónimo Thomas Genebra. Seguem-se vários espetáculos em que é co-autor, especialmente teatro de revista.[2][3]
Autor (Teatro)
Enquanto dramaturgo escreveu:
- 1972 - Dura Lex Sed Lex (Teatro ABC), É o Fim da Macacada (Teatro ABC), parceria com Francisco Nicholson, Mário Alberto, Nicolau Breyner e Rolo Duarte;
- 1973 - É pró Menino e prá Menina (T. ABC), com Francisco Nicholson, Mário Alberto e Nicolau Breyner;
- 1974 - Tudo a Nu (T. ABC), com Francisco Nicholson, Mário Alberto, Pides na Grelha (Teatro Ádóque), com Francisco Nicholson, Mário Alberto
- 1975 - A CIA dos Cardeais (Teatro Ádóque), com Francisco Nicholson, Mário Alberto
- 1976 - A Grande Cegada (Teatro Ádóque), com Francisco Nicholson, César de Oliveira, Ary dos Santos e Ferro Rodrigues;
- 1977 - A Paródia (Teatro Ádóque), com Francisco Nicholson e Ary dos Santos, Ó Calinas Cala a Boca (Teatro Ádóque), com Francisco Nicholson, Ary dos Santos e Henrique Viana;
- 1978 - Ora Vê Lá Tu (Teatro Ádóque), com Francisco Nicholson e Henrique Viana, Roupa Velha (Teatro Ádóque), com Francisco Nicholson, Mário Alberto, Fardos e Guitarradas (Teatro Ádóque), com Francisco Nicholson, Artur Semedo e Henrique Viana
- 1979 -1926 Noves Fora Nada (Teatro Ádóque), com Francisco Nicholson, A. Semedo e Henrique Viana, Querias mas não Te Dou (Teatro Ádóque), com Francisco Nicholson, Mário Alberto e Henrique Viana;
- 1980 - Chiça, Este É o Bom Governo de Portugal(Teatro Ádóque), com Francisco Nicholson
- 1981 – Há Petróleo no Beato (Teatro Variedades), com Raul Solnado, Francisco Mata e Júlio César, Paga as Favas (Teatro Ádóque), com Francisco Nicholson
- 1982 – Tá Entregue à Bicharada (Teatro Ádóque), com Francisco Nicholson, Pr'á Frente Mayer (Bar Stress), Chá e Porradas (Teatro ABC), com Francisco Nicholson, César de Oliveira e Rogério Bracinha, É sempre a Aviar (Teatro ABC), com Francisco Nicholson e João Nobre;
- 1984 - O Preto no Branco (Memorial Bar);
- 1985 - E a Lata Continua (Teatro ABC), com Nicolau Breyner, Fernando Gomes e Eduardo Damas;
- 1987 - Ai Que Boas (Maxime), com Mário Alberto;
- 1990 – A Grande Festa (Teatro Variedades), com Francisco Nicholson e Marcelino Mota;
- 1994 – Lisboa Meu Amor (Teatro ABC), com Francisco Nicholson, Nuno Nazareth Fernandes, Marcelino Mota e Mário Rainho.
Referências
- ↑ Nascimento, Frederico Lopes / Marco Oliveira / Guilherme. «Cinema Português». CinePT-Cinema Portugues. Consultado em 22 de dezembro de 2025
- ↑ «Edgar Gonsalves Preto - Pessoas Cinema Português». cinemaportuguesmemoriale.pt. Consultado em 22 de dezembro de 2025
- ↑ «Gonçalves Preto | Roteirista, Direção Assistente ou de Segunda Unidade, Diretor». IMDb. Consultado em 22 de dezembro de 2025