Economia das Ilhas Marshall

Economia das Ilhas Marshall
Praia nas Ilhas Marshall.
MoedaDólar americano
Blocos comerciaisSPARTECA
Estatísticas
PIB133,5 milhões (2008) (218º lugar)
Variação do PIB-0,3% (2008)
PIB per capita2 500 (2005)
PIB por setoragricultura 31,7%, indústria 14,9%, comércio e serviços 53,4% (2004)
Inflação (IPC)12,9% (2008)
Força de trabalho total14 680 (2000)
Força de trabalho
por ocupação
agricultura 21,4%, indústria 20,9%, comércio e serviços 57,7% (2000)
Desemprego36% (2006)
Principais indústriascopra, processamento de atum, turismo, artesanato em conchas, madeira e pérolas
Exterior
Exportações19,4 milhões (2008)
Produtos exportadoscopra, óleo de coco, artesanato, peixe
Principais parceiros de exportaçãoEstados Unidos, Japão, Austrália, República Popular da China (2006)
Importações79,4 milhões (2008)
Produtos importadosalimentos, máquinas e equipamentos, combustíveis, bebidas e tabaco
Principais parceiros de importaçãoEstados Unidos, Japão, Austrália, Nova Zelândia, Singapura, Fiji, República Popular da China, Filipinas (2006)
Dívida externa brutaUS$ 87 milhões (2008)
Finanças públicas
ReceitasUS$ 123,3 milhões
DespesasUS$ 1 213 milhões
Fonte principal: [[1] The World Factbook]
Salvo indicação contrária, os valores estão em US$

A ajuda dos Estados Unidos é a principal fonte de recursos das Ilhas Marshall. Entre 1986 e 2002, as ilhas receberam mais de 1 bilhão de dólares em ajuda do governo norte-americano[1]. O governo do país é a principal fonte de empregos: quase 46% da população ativa trabalham para ele. Pelos termos do acordo Amended Compact of Free Association o governo norte-americano fornecerá milhões de dólares em ajuda por ano até 2023[1].

As ilhas têm poucos recursos naturais, e as importações superam em muito as exportações. A agricultura encontra-se concentrada em pequenas propriedades. A pequena indústria concentra-se na produção de artesanato e no processamento de atum e copra. O turismo, que é uma das principais esperanças de melhora da renda nacional, emprega atualmente menos de 10% da população[1]. A diminuição do tamanho da máquina governamental, uma seca, a queda da construção civil e do turismo, assim como a diminuição das receitas provenientes das licenças de pesca em suas águas territoriais fizeram com que o produto interno bruto do país crescesse em média 1% ao ano na última década[1].

Referências

  1. a b c d e CIA. «The World Factbook»