Dysdaemonia
Dysdaemonia
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Imagem de Dysdaemonia fosteri, a única espécie de Dysdaemonia esverdeada.[1]
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| Classificação científica | |||||||||||||||||
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| Espécie-tipo | |||||||||||||||||
| Dysdaemonia boreas (Cramer, 1775)[4] ![]() | |||||||||||||||||
| Espécies | |||||||||||||||||
Dysdaemonia é um gênero de mariposas, ou traças, neotropicais pertencentes à família Saturniidae e subfamília Arsenurinae,[3][4] contendo espécies de hábitos noturnos e similares às folhas secas em sua camuflagem, mas também contendo uma espécie de cor verde (Dysdaemonia fosteri).[1] São encontradas em floresta tropical e subtropical úmida, nas Américas; distribuídas do México e América Central ao Brasil e Argentina.[4][5][6] Foi classificado por Jacob Hübner, em 1819, na página 151 da obra Verzeichniss bekannter Schmettlinge; sua espécie-tipo sendo Dysdaemonia boreas, nomeada Phalaena boreas, em 1775, por Pieter Cramer, na obra Uitlandsche Kapellen, volume 1.[2][3][4] As lagartas desta espécie se alimentando de plantas dos gêneros Albizia (família Fabaceae),[7] Bombax, Brachychiton, Ceiba e Chorisia (família Malvaceae).[8] Suas asas anteriores possuem geralmente duas áreas transparentes, simulando cicatrizes de furos na vegetação; também costumando esconder seu abdômen sob uma de suas asas, em repouso.[9] Como uma regra mais ou menos geral nessa família o tamanho do corpo desses insetos é relativamente pequeno em relação ao tamanho de suas asas.[5]
Espécies
De acordo com o Global Biodiversity Information Facility/BOLD Systems; com asterisco (*) estão as espécies registradas para o Brasil (fonteː SiBBr - Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira; entre parênteses os cientistas que tiveram os nomes originais de seus gêneros modificados para Dysdaemonia).[1][2][3]
- Dysdaemonia australoboreas Brechlin & Meister, 2009
- Dysdaemonia boreas (Cramer, 1775)*
- Dysdaemonia brasiliensis Rothschild, 1906*
- Dysdaemonia concisa Becker, 2001*
- Dysdaemonia fosteri Rothschild, 1906
- Dysdaemonia mexoccidentalis
- Dysdaemonia panamana
- Dysdaemonia undulensis Brechlin & Meister, 2009
- Dysdaemonia vanschaycki
- Dysdaemonia yucatana
Referências
- ↑ a b c «Dysdaemonia (genus)» (em inglês). BOLD Systems. 1 páginas. Consultado em 18 de janeiro de 2025
- ↑ a b c «Dysdaemonia Hübner, 1819» (em inglês). GBIF. 1 páginas. Consultado em 18 de janeiro de 2025
- ↑ a b c d «Dysdaemonia Hübner, [1819]». SiBBr - Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira. 1 páginas. Consultado em 18 de janeiro de 2025
- ↑ a b c d e Savela, Markku. «Dysdaemonia Hübner, [1819]» (em inglês). Lepidoptera and some other life forms. 1 páginas. Consultado em 18 de janeiro de 2025
- ↑ a b RAFAEL, José Albertino; MELO, Gabriel Augusto Rodrigues de; CARVALHO, Claudio José Barros de; CASARI, Sônia Aparecida; CONSTANTINO, Reginaldo (2024). Insetos do Brasil: Diversidade e Taxonomia (PDF). 2ª Edição Revisada e Ampliada. Manaus: INPA (Wayback Machine). p. 733-734. 880 páginas. ISBN 978-65-5633-046-4. Consultado em 18 de janeiro de 2025
- ↑ Tejo, Luis Cesar. «(Dysdaemonia brasiliensis)» (em espanhol). EcoRegistros - Registros Ecológicos de la Comunidad. 1 páginas. Consultado em 29 de janeiro de 2025.
Argentina, Misiones.
- ↑ «Albizia» (em inglês). HOSTS (myspecies.info). 1 páginas. Consultado em 18 de janeiro de 2025. Arquivado do original em 23 de janeiro de 2025
- ↑ «Dysdaemonia» (em inglês). HOSTS (myspecies.info). 1 páginas. Consultado em 18 de janeiro de 2025. Arquivado do original em 23 de janeiro de 2025
- ↑ Mrodriguez374 (24 de fevereiro de 2016). «Dysdaemonia boreas» (em inglês). Flickr. 1 páginas. Consultado em 18 de janeiro de 2025
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![Imagem de Dysdaemonia fosteri, a única espécie de Dysdaemonia esverdeada.[1]](./_assets_/0c70a452f799bfe840676ee341124611/Dysdaemonia_fosteri_Rothschild%252C_1906_(1_-_wb)_-_iNaturalist.org.jpg)
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