Duquesa de Goiás (corveta)

Duquesa de Goiás
 Brasil
Operador Armada Imperial Brasileira
Homônimo Isabel Maria de Alcântara Brasileira
Comissionamento 1826
Descomissionamento 28 de fevereiro de 1828
Estado Naufragado
Destino Naufragou ao colidir com um banco de areia em 27 de fevereiro de 1827
Características gerais
Tipo de navio Corveta
Propulsão Vela
Armamento 20x canhões

Duquesa de Goiás foi uma corveta operada pela Armada Imperial Brasileira. Originalmente armada como brigue-barca de oito canhões, a embarcação foi construída nos Estados Unidos e, posteriormente, adquirida pelo Império do Brasil. Quando chegou ao país, o navio se chamava Águia do Brasil, sendo renomeado para Duquesa de Goiás em homenagem à primeira filha de Pedro I do Brasil, Isabel Maria de Alcântara Brasileira. A embarcação foi incorporada à Armada em 1826. Foi aparelhada para abrigar 20 canhões e reclassificada como corveta com guarnição de 125 homens. Em novembro daquele ano, fez parte da divisão naval que levara o imperador às províncias do sul. A corveta foi incorporada à uma das divisões enviadas para as operações do Prata, em 11 de janeiro de 1827, sendo a nau-capitânia, durante a Guerra da Cisplatina (1825-1828). Em fevereiro, combateu piratas na Província de Rio Negro. Durante os combates, colidiu com um banco de areia e naufragou no dia 27, salvando-se a custo parte da tripulação.[1][2]

Em seguimento ao seu naufrágio, foi adquirido no mesmo ano um brigue-escuna nomeado também ele Duquesa de Goiás.[3]

Referências