Drymaeus papyraceus
Drymaeus papyraceus
| |||||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
![]() Espécime vivo de Drymaeus papyraceus | |||||||||||||||
| Classificação científica | |||||||||||||||
| |||||||||||||||
| Nome binomial | |||||||||||||||
| Drymaeus papyraceus (Mawe, 1823) | |||||||||||||||
| Sinónimos | |||||||||||||||
| |||||||||||||||
Drymaeus papyraceus, comumente conhecido como caracol frágil, é uma espécie de caracol terrestre tropical, um molusco gastrópode pulmonado da família Bulimulidae nativo de partes da América do Sul.[1]
Taxonomia e nomenclatura
A espécie foi descrita pela primeira vez em 1823 pelo zoólogo e mineralogista britânico John Mawe, que originalmente a chamou de Helix papyracea e se referiu a ela pelo nome comum "caracol frágil" (fragile snail, em inglês).[2] Hoje, ela é classificada no gênero Drymaeus, que inclui uma grande variedade de caracóis neotropicais.[3]
Estado de conservação
Embora o caracol frágil ainda não tenha sido avaliado pela IUCN ou localmente no Brasil, o desmatamento na Mata Atlântica brasileira reduziu seu habitat em ao menos 72% (algumas estimativas chegam a até 84–88% de redução)[4] desde que foi descrito no século XIX.[5]
Referências
- ↑ «Drymaeus papyraceus (Mawe, 1823)». MolluscaBase. Consultado em 31 Março 2025
- ↑ John, Mawe (1823). The Linnæan system of conchology: describing the orders, genera, and species of shells arranged into divisions and families: with a view to facilitate the student's attainment of the science. Londres: Impresso e vendido pelo autor, Longman, Hurst, Rees, Orme, e Brown
- ↑ Rosa, Rafael M.; Salvador, Rodrigo B.; Cavallari, Daniel C. (2025). «The disappearing act of the magician tree snail: anatomy, distribution, and phylogenetic relationships of Drymaeus magus (Gastropoda: Bulimulidae), a long-lost species hidden in plain sight». Zoological Journal of the Linnean Society. 203 (3): zlaf017. doi:10.1093/zoolinnean/zlaf017
- ↑ Ribeiro, Milton Cezar; Metzger, Jean Paul; Martensen, Alexandre Camargo; Ponzoni, Flávio Jorge; Hirota, Márcia Makiko (2009). «The Brazilian Atlantic Forest: How much is left, and how is the remaining forest distributed? Implications for conservation». Biological Conservation. 142 (6): 1141–1153. doi:10.1016/j.biocon.2009.02.021
- ↑ Rezende, C.L.; Scarano, F.R.; Assad, E.D. (2018). «From hotspot to hopespot: An opportunity for the Brazilian Atlantic Forest». Nature Ecology & Evolution. 2: 1199–1201. doi:10.1016/j.pecon.2018.10.002
%252C_Atlantic_forest%252C_northeastern_Bahia%252C_Brazil_(5922771927).jpg)