Dopethrone
| Dopethrone | ||||
|---|---|---|---|---|
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| Álbum de estúdio de Electric Wizard | ||||
| Lançamento | 25 de setembro de 2000 | |||
| Gravação | Maio–Junho de 2000 | |||
| Estúdio(s) | Chuckalumba Studios | |||
| Gênero(s) | ||||
| Duração | 71:08 | |||
| Idioma(s) | Inglês | |||
| Gravadora(s) | Rise Above | |||
| Produção | Rolf Startin | |||
| Cronologia de Electric Wizard | ||||
| ||||
Dopethrone é o terceiro álbum de estúdio da banda inglesa Electric Wizard, lançado em 25 de setembro de 2000 pela Rise Above Records. Após o lançamento e a turnê de seu álbum de estúdio anterior, Come My Fanatics... (1997), o grupo foi convidado por Lee Dorrian, proprietário da Rise Above, a criar um sucessor. O vocalista e guitarrista Jus Oborn afirmou que problemas com drogas e outros problemas pessoais tornaram a produção de Dopethrone um "processo difícil".[1]
O grupo entrou no Chuckalumba Studios em maio de 2000 com apenas três faixas escritas: "Dopethrone", "Funeralopolis" e "We Hate You". O álbum foi gravado em três dias. Oborn, que escreveu todas as letras do álbum, citou H. P. Lovecraft e Robert E. Howard como influências em sua própria composição, enquanto o grupo discordou durante as sessões de mixagem sobre como o álbum deveria soar no geral. A música do álbum foi descrita como uma mistura de doom metal e stoner rock, com influências de bandas britânicas como Black Sabbath e Motörhead.
Após o lançamento de Dopethrone, o Electric Wizard saiu em turnê com o Sons of Otis na Inglaterra, seguido por uma turnê na Europa e as primeiras apresentações do grupo nos Estados Unidos. O álbum foi lançado com críticas positivas da Exclaim!, CMJ New Music Monthly e The Village Voice. As críticas retrospectivas continuaram positivas, com a Decibel incluindo o álbum em sua lista dos "20 Melhores Álbuns de Stoner Rock de Todos os Tempos" em setembro de 2007, e a Terrorizer declarando Dopethrone o álbum da década em dezembro de 2009.
Antecedentes e produção
Após o lançamento do álbum Come My Fanatics... de 1997, Sean Palmerston, da revista Exclaim!, afirmou que o Electric Wizard se tornou "praticamente invisível".[2] O vocalista e guitarrista Jus Oborn alegou que a música "não é música pop, onde existe pressão comercial para entregar resultados o tempo todo. Isso é metal underground onde, se você tiver sorte, pode vender uma ou duas cópias".[3] Oborn sentiu-se pressionado por Lee Dorrian, dono da gravadora Rise Above Records, a criar um novo álbum.[3] Oborn afirmou que todos os membros da banda tiveram "problemas com drogas" entre o lançamento dos dois álbuns. Tim Bagshaw, baixista da banda, disse que foi preso por arrombar uma loja de bebidas, e o baterista Mark Greening caiu de sua motocicleta e quebrou a clavícula. Enquanto isso, Oborn foi preso por incendiar um Reliant Robin.[1] Oborn sentiu que as dificuldades que os membros da banda enfrentaram nos três anos entre os álbuns de estúdio foram canalizadas para Dopethrone, e que a criação do álbum foi "um processo tão difícil que meio que piorou [a vida]".[1]
Oborn disse que o grupo desenvolvia as músicas por meio de jam sessions, que ocasionalmente levavam à criação de uma canção.[3] Antes de entrar no estúdio, apenas três faixas haviam sido escritas: "Dopethrone", "Funeralopolis" e "We Hate You".[3] Bagshaw disse que escreveu "boa parte do álbum", incluindo "Vinum Sabbathi" em "cerca de dois minutos", juntamente com "I, The Witchfinder", "Golgotha" e "We Hate You". A peça central do álbum, intitulada "Weird Tales", foi criada inteiramente no estúdio.[3] Ao discutir as múltiplas partes da faixa, Oborn mais tarde declarou que era "meio idiota, tipo rock progressivo ou algo assim".[4] A contribuição de Greening foi ouvir o que Bagshaw e Oborn haviam criado e tocar bateria em cima disso.[1] O álbum foi gravado no Chuckalumba Studios entre maio e junho de 2000.[5] Antes de gravar cada música, Oborn consumiu cannabis e cocaína; Bagshaw disse que o grupo consumiu "quantidades copiosas de maconha e bebida alcoólica".[6]
Bagshaw e Greening descreveram as sessões de gravação como sendo principalmente sobre "ficar muito chapado" e "muito divertido", respectivamente.[7] Oborn lembrou que as sessões de gravação iniciais duraram cerca de três ou quatro dias, com a mixagem demorando muito mais tempo, pois houve discussões entre os membros do grupo.[8] Oborn discutiu com o produtor Rolf Startin sobre como o álbum deveria soar.[7] Duas faixas mais longas, "Weird Tales" e "Dopethrone", foram concluídas em suas primeira e segunda tomadas, respectivamente. Oborn disse que "naquela época não tínhamos como cortar e refazer apenas uma parte".[1] A faixa "Mind Transferal" foi gravada durante esta sessão, mas só foi lançada posteriormente como faixa bônus para os lançamentos japoneses do álbum.[7]
Composição e estilo musical
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Greg Kot, do Chicago Tribune, disse que, ao contrário do stoner rock americano, que se inspirava no punk, no grunge e no heavy metal, a música de Dopethrone era mais semelhante ao Black Sabbath do início dos anos 1970 e à música do Motörhead.[9] Jim DeRogatis, do Chicago Sun-Times, observou que o estilo era conhecido principalmente como stoner rock nos Estados Unidos e "Doom" no Reino Unido.[10] Greening falou em 2007 sobre os álbuns do Electric Wizard em que havia trabalhado, dizendo que "eu queria algo com bateria mais alta. Sempre me arrependo de todos os lançamentos do Electric Wizard, porque a bateria não soa alta o suficiente", e que Dopethrone "não representava o som que eu estava tentando transmitir, como em todos os lançamentos do Electric Wizard".[7] Oborn disse que os outros membros do grupo queriam introduzir elementos de hip hop e o som do Nirvana.[3] Oborn lembrou mais tarde que Bagshaw estava "curtindo umas coisas estranhas; ele ouvia Linkin Park e coisas assim. Uma merda. [...] Eles queriam colocar scratches ou alguma coisa do tipo em uma música, e eu poderia tê-los matado."[11]
Anthony Bartkewicz, da Decibel, comentou que as letras de Oborn colocavam Dopethrone mais em sintonia com o death metal ou o black metal do que com o "sentimento hippie de amor fraternal" do Black Sabbath.[12] Oborn, que escreveu todas as letras do álbum, falou de H. P. Lovecraft e Robert E. Howard como influências em sua própria escrita, especificamente a atmosfera da obra de Lovecraft e a "atitude de Howard em relação à sociedade, esses discursos anticivilização. Isso foi uma grande inspiração para mim."[13] Sobre histórias específicas de Lovecraft que o inspiraram, Oborn citou "A Música de Erich Zann" e "Os Sonhos na Casa da Bruxa", com seus temas do ocultismo sendo transpostos para a música através das fórmulas de compasso.[6] Oborn descreveu a inspiração da música "Dopethrone" como uma história que ouviu sobre alguém que possuía um sofá feito inteiramente de maconha. "We Hate You" foi inspirada por Ozzy Osbourne, que Oborn descreveu como "sempre falando sobre o quanto ele amava todo mundo, então pensamos que seria ótimo fazer o oposto."[3]
Lançamento
Dopethrone foi lançado em 25 de setembro de 2000 pela Rise Above Records.[14] A Music Cartel lançou o álbum nos Estados Unidos por encomenda postal em 20 de novembro de 2000. Tornou-se disponível em lojas físicas em janeiro de 2001.[15] O álbum foi relançado em 2004;[16] esta versão incluía a faixa bônus "Mind Transferal".[17] O relançamento de 2004 do álbum também teve a faixa "Dopethrone" reduzida de 20 minutos para 10 minutos.[11] Quando questionado sobre essa edição em 2007, Oborn respondeu que desconhecia a alteração.[11]
Turnês
Após o lançamento do álbum, o Electric Wizard fez uma turnê com o grupo Sons of Otis, inicialmente na Inglaterra, a partir de 27 de setembro de 2000, seguida por shows por toda a Europa, incluindo Suíça, Alemanha, Dinamarca, Suécia e Países Baixos. A turnê terminou com um show final na Inglaterra, em 22 de outubro, em Bradford.[18] Após a turnê, o Electric Wizard fez sua primeira turnê pelos Estados Unidos, tornando-se a primeira banda da gravadora Rise Above Records a fazer uma turnê pelo país.[19] A turnê começou em 4 de março de 2001 e terminou em 8 de abril com um show no South by Southwest. Na turnê, a banda tocou principalmente com o Warhorse, além de também se apresentar com o Bongzilla, Cathedral e Converge.[20] Em 7 de março, os três membros do Electric Wizard foram revistados e interrogados por posse de substâncias ilegais em Richmond, Virgínia.[19] Erik Larson, do Alabama Thunderpussy, que também se apresentava naquele dia, conseguiu ajudar o grupo a fazer com que a polícia retirasse as acusações. A gravadora americana da banda, The Music Cartel, respondeu ao evento, afirmando que "com uma banda como o Electric Wizard, algo assim não era tão incomum. Só espero que nada pior aconteça antes do término da turnê."[19] Bagshaw refletiu sobre a turnê americana como se fosse servir na Guerra do Vietnã, dizendo que "fortaleceu sua armadura".[11] Greening disse que a turnê "parecia divertida", mas que o grupo era "jovem na época [...] às vezes era devastadora".[11] Oborn comentou de forma mais positiva, expressando sua empolgação em fazer turnê pelos Estados Unidos e "ficar em ótimos hotéis, ser tratado como reis", embora tenha observado que o grupo ainda discutia bastante durante a turnê.[11]
Recepção crítica
| Críticas profissionais | |
|---|---|
| Avaliações da crítica | |
| Fonte | Avaliação |
| AllMusic | |
| Chicago Sun-Times | |
| Collector's Guide to Heavy Metal | 4/10[23] |
| The Encyclopedia of Popular Music | |
| Kerrang! | |
| Metal Hammer | 8/10[26] |
| Rock Hard | 8/10[27] |
| Rock Sound | |
| Terrorizer | 9/10[29] |
Dopethrone recebeu críticas positivas da CMJ New Music Monthly, Exclaim!, AllMusic e Chicago Sun-Times.[30][21][10] Palmerston, da Exclaim!, e Eduardo Rivadavia, da AllMusic, consideraram o álbum tão forte e de alta qualidade que estabeleceu um padrão para o gênero.[30][21] Outros críticos acharam que o álbum tinha um caráter exagerado em termos de vocais e música.[9][10] DeRogatis disse que o público poderia encarar o álbum como algo próximo a uma paródia do Spinal Tap, mas sentiu que isso não impedia o grupo de ser "uma das bandas de rock mais intensas em atividade neste novo milênio".[10] George Smith, do The Village Voice, também comentou sobre a música, referindo-se a ela como o equivalente doom metal da Lei da Pureza da Cerveja Alemã (Reinheitsgebot), declarando-a "amarga e sulfúrica a ponto de ser intragável, mas em contraste com tudo o mais que parece aguado".[31] Em uma crítica mais mista da Kerrang!, Mörat afirmou que, embora Dopethrone fosse "um deslizamento sonoro", havia "momentos em que toda a [sua] lama psicodélica se arrastava como uma nova era glacial".[25]
Oborn inicialmente disse que não queria ouvir o álbum há muito tempo e que desconhecia a recepção da crítica e dos fãs até começar a turnê de divulgação.[4] Bagshaw comentou sobre o álbum em 2007, dizendo que não se importava com a opinião alheia.[4] Oborn comentou em 2011 que tinha boas lembranças do álbum, chamando Come My Fanatics… (1997), Supercoven (1998) e Dopethrone de "a trilogia do terror" e afirmando que, quando chegaram a Dopethrone, já sabia do que a banda precisava.[3] Anthony Bartkewicz, da Decibel, ao comentar sobre o legado do álbum, disse que ele estabeleceu formalmente o doom metal como um estilo de vida.[12]
Lista de faixas
Todas as músicas compostas por Electric Wizard. Letras de Jus Oborn.[5][32]
| Edição original[21] | ||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| N.º | Título | Duração | ||||||||
| 1. | "Vinum Sabbathi" | 3:06 | ||||||||
| 2. | "Funeralopolis" | 8:43 | ||||||||
| 3. | "Weird Tales"
|
15:04 | ||||||||
| 4. | "Barbarian" | 6:29 | ||||||||
| 5. | "I, The Witchfinder" | 11:03 | ||||||||
| 6. | "The Hills Have Eyes" | 0:47 | ||||||||
| 7. | "We Hate You" | 5:08 | ||||||||
| 8. | "Dopethrone" | 20:48 | ||||||||
Duração total: |
71:08 | |||||||||
| Remasterização[33] | ||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| N.º | Título | Duração | ||||||||
| 1. | "Vinum Sabbathi" | 3:05 | ||||||||
| 2. | "Funeralopolis" | 8:43 | ||||||||
| 3. | "Weird Tales"
|
15:04 | ||||||||
| 4. | "Barbarian" | 6:29 | ||||||||
| 5. | "I, The Witchfinder" | 11:04 | ||||||||
| 6. | "The Hills Have Eyes" | 0:46 | ||||||||
| 7. | "We Hate You" | 5:08 | ||||||||
| 8. | "Dopethrone" | 10:36 | ||||||||
| 9. | "Mind Transferal" | 14:56 | ||||||||
Duração total: |
75:51 | |||||||||
Créditos
Créditos adaptados das notas do encarte do álbum.[5] Detalhes adicionais são da Decibel.[1]
Electric Wizard
- Jus Oborn – voz, guitarra, efeitos, letras, arte, design
- Tim Bagshaw – baixo, efeitos
- Mark Greening – bateria
Produção
- Electric Wizard – artista e "desvairador"
- Rolf Startin – mixagem, produtor
- Josh Stephen – assistente
- Hugh Gilmour – arte, design, fotografia
- Tom Bagshaw – arte da capa
Referências
- ↑ a b c d e f Bartkewicz 2007, p. 75.
- ↑ Palmerston 2001.
- ↑ a b c d e f g h Dome 2011.
- ↑ a b c Bartkewicz 2007, p. 78.
- ↑ a b c Dopethrone [liner notes] (Notas de mídia). Electric Wizard. Rise Above Records. RISELP073
- ↑ a b Bartkewicz 2007, p. 76.
- ↑ a b c d Bartkewicz 2007, p. 77.
- ↑ Bartkewicz 2007, p. 76–77.
- ↑ a b Kot 2001.
- ↑ a b c d DeRogatis, Jim (7 de dezembro de 2001). «Electric Wizard Stays the Course». Chicago Sun-Times (em inglês). Consultado em 3 de dezembro de 2025 – via jimdero.com
- ↑ a b c d e f Bartkewicz 2007, p. 79.
- ↑ a b Bartkewicz 2007, p. 71.
- ↑ Bartkewicz 2007, p. 74–75.
- ↑ «Electric Wizard». Rise Above Records (em inglês). Consultado em 3 de dezembro de 2025. Arquivado do original em 12 de outubro de 2000
- ↑ «Electric Wizard's 'Dopethrone' Coming to the U.S.!!». The Music Cartel (em inglês). 8 de novembro de 2000. Consultado em 3 de dezembro de 2025. Arquivado do original em 4 de dezembro de 2000
- ↑ «New Releases». Music Week. 7 de agosto de 2004. p. 30
- ↑ «13 August 2004 Big Black & Dopethrone Re-issues Now in St». Rise Above Records (em inglês). 13 de agosto de 2004. Consultado em 3 de dezembro de 2025. Arquivado do original em 12 de dezembro de 2004
- ↑ «Electric Wizard Tour Dates 2000 (With Sons of Otis)». Rise Above Records (em inglês). Consultado em 3 de dezembro de 2025. Arquivado do original em 19 de novembro de 2000
- ↑ a b c «Rise Above News». Rise Above Records (em inglês). Consultado em 3 de dezembro de 2025. Cópia arquivada em 7 de junho de 2002
- ↑ «Electric Wizard USA Tour 2001». Rise Above Records (em inglês). Consultado em 3 de dezembro de 2025. Arquivado do original em 11 de fevereiro de 2002
- ↑ a b c d Rivadavia.
- ↑ DeRogatis, Jim (18 de março de 2001). «Sun-Times reviews look at what's new on the charts». Chicago Sun-Times (em inglês). Consultado em 3 de dezembro de 2025. Cópia arquivada em 14 de outubro de 2001 – via jimdero.com
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- ↑ Smith 2001.
- ↑ Dopethrone [2000 liner notes] (Notas de mídia). Electric Wizard. Rise Above Records. CDRISE 27
- ↑ Dopethrone [2006 liner notes] (Notas de mídia). Electric Wizard. Rise Above Records. RISECD073
Fontes
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- Bartkewicz, Anthony (Novembro de 2014). «The Top 100 Doom Metal Albums of All Time». Decibel Presents the Top 100 Doom Metal Albums of All Time. Red Flag Media, Inc. ISSN 1550-6614
- Behrman, Lorne (Março de 2001). «Reviews». CMJ New Music Monthly (91). CMJ Network, Inc. p. 66. ISSN 1074-6978
- Bent, Graham (Outubro de 2000). «Under the Hammer». Metal Hammer (79). UK. p. 73
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- Green, Nick (Setembro de 2007). «Top 20 Stoner Rock Albums of All Time». Decibel (35). Red Flag Media, Inc. ISSN 1550-6614
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- Griffiths, Nick (Novembro de 2000). «Reviews: Rock». Rock Sound (18). Freeway Press. p. 85
- Kot, Greg (25 de março de 2001). «Recordings». Chicago Tribune: 14. ProQuest 419284089
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- Mikkelson, Jill (Dezembro de 2009). «Critical Mass: Terrorizer Critics' Albums of the Decade». Terrorizer's Secret History (The Decade) (2). Reino Unido: Dark Arts Ltd
- Mörat (7 de outubro de 2000). «Albums». Kerrang! (822). EMAP. p. 46
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- Popoff, Martin; Perri, David (2011). The Collector's Guide to Heavy Metal: Volume 4: The '00s. Burlington, Ontário, Canadá: Collector's Guide Publishing. p. 149. ISBN 9781-926592-20-6
- «Dopethrone»
. Rock Hard (Vol. 162). 17 de outubro de 2000. Consultado em 3 de dezembro de 2025 - Stewart-Panko, Kevin (17 de agosto de 2011). «Disposable Heroes: Electric Wizard's "Dopethrone"». Philadelphia: Red Flag Media. Decibel. Consultado em 3 de dezembro de 2025
- Rivadavia, Eduardo. «Electric WIzard – Dopethrone Album Reviews, Songs & More». AllMusic. Consultado em 3 de dezembro de 2025. Cópia arquivada em 15 de junho de 2012
- Smith, George (6 de março de 2001). «Fester and Carbuncle». Village Voice. 46 (9): 76
Ligações externas
- Dopethrone no Discogs (lista de lançamentos)


