Dione Carlos
Dione Carlos (Rio de Janeiro, 7 de outubro de 1977) é uma dramaturga, roteirista e escritora brasileira, reconhecida por sua contribuição à cena teatral contemporânea e pela abordagem de questões raciais, de gênero e memória ancestral em suas obras. Natural do Rio de Janeiro e radicada em São Paulo, ganhou projeção nacional com a peça Cárcere ou Porque as Mulheres Viram Búfalos, que lhe rendeu os prêmios Shell e APCA de Melhor Dramaturgia em 2022. Também atua como roteirista na televisão, tendo integrado a equipe da novela Guerreiros do Sol (2025), do Globoplay. Com livros publicados e peças encenadas em todo o país, sua produção é marcada pelo protagonismo negro e por uma escrita poética e política.
Biografia
Dione Carlos é dramaturga, roteirista e professora brasileira, nascida no Rio de Janeiro, filha de Maria Dionice e José Carlos. Cresceu no bairro de Quintino Bocaiuva, na zona norte carioca, onde viveu até os 19 anos, antes de se mudar para São Paulo. É mãe de três filhos, Dannilo, Malcolm e a jovem Dionne, diagnosticada com autismo não verbal.
Ingressou no teatro profissional aos 28 anos e trabalhou por dois anos com o ator Renato Borghi, em sua companhia teatral. Iniciou sua trajetória como autora escrevendo cenas para colegas, até integrar a primeira turma de dramaturgia da SP Escola de Teatro, onde estreou como dramaturga ainda antes da conclusão do curso. Desde então, tem se destacado na cena teatral contemporânea com uma escrita marcada por questões raciais, de gênero e memória ancestral.
Foi professora de dramaturgia, orientadora artística do Núcleo de Dramaturgia da Escola Livre de Santo André e atuou como docente na Fábrica de Cultura da Brasilândia por três anos. Também ministrou oficinas no Brasil e no exterior.
Recebeu prêmios em 2021, venceu o prêmio de Melhor Documentário no Festival de Cinema de Nova Iorque pelo filme Elza Infinita, Shell e APCA de Melhor Dramaturgia, em 2023, pela peça Cárcere ou Porque as Mulheres Viram Búfalos. Também recebeu o Prêmio Leda Maria Martins pela obra O Fim é Outra Coisa. No audiovisual, é roteirista com trabalhos exibidos no Sesc TV, Disney Plus, Globoplay e TV Globo, onde atua há três anos.
RESUMO BIOGRAFICO
Dione Carlos com formação em Jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo dramaturgia pela SP Escola de Teatro é dramaturga, roteirista, atriz, arte-educadora e curadora brasileira. Com mais de 40 peças encenadas no Brasil e em países como Portugal, Inglaterra, EUA, México, Alemanha, Bélgica e Colômbia, destacou-se tanto na cena teatral quanto na produção audiovisual. É autora de diversos livros, sua dramaturgia envolve temas como ancestralidade, negritude, resistência e cultura decolonial.
Foi orientadora artística do Núcleo de Dramaturgia da Escola Livre de Teatro de Santo André. Ministrou cursos como “Dramaturgia Negra – A Palavra Viva” no Itaú Cultural, atuando ainda como curadora de projetos como Dramaturgias II, e festivais nacionais e internacionais. Embaixadora cultural, representou o Brasil no Dia Internacional da Língua Portuguesa, palestrando no Museu da Acrópole, Atenas, em maio de 2019.
Como roteirista, sua carreira abrange produções para canais como Disney Plus, Globo Play e SescTV. Atualmente, é roteirista contratada da Rede Globo, desenvolvendo séries e novelas.
Início da carreira: Dione Carlos ingressou no teatro profissional aos 28 anos, mas sua relação com os palcos começou ainda na escola.
| TRABALHOS | ANO |
|---|---|
| Baguá - O pai desconhecido de uma Nação | 2010 |
| Sete | 2011 e 2013 |
| Onã | 2013 |
| Mátria | 2013 |
| Oriki | 2014 |
| Sereias | 2014 |
| Bonita | 2015 e 2017 |
| Dalí | 2015 |
| Mamute | 2015 |
| Titio | 2015 |
| Baquaqua | 2016 |
| Piscina | 2016 |
| Kaim | 2017 |
| Revoltar - Memórias de ilhas e revoluções | 2018 |
| Ialodês | 2018 |
| Brasilândia submersa- cantos para Jenny | 2018 |
| Imperatrizes | 2019 |
| Black Brecht - E se Brecht fosse negro? | 2019 |
| Malungu, ngoma vem - Do ouro ao nióbio | 2019 |
| Tiro ao pombo | 2020 |
| Alguma coisa acontece…, | 2020 |
| Maria d’Apparecida- Luz Negra | 2021 |
| Matriarquia | 2021 |
| Colorful Eyes | 2021 |
| Vozes da Independência | 2022 |
| Améfrica- ato 3 | 2022 |
| Cárcere ou porque as mulheres viram búfalos | 2022 |
| Cecília | 2023 |
| Hiléia | 2023 |
| Nzinga | 2023 |
| A gaivota e o concreto | 2023 |
| Pavão misterioso (dança) | 2024 |
| A bailarina Fantasma | 2024 |
| Maria Auxiliadora | 2024 |
| Ruth e Léa | 2025 |
| A boca que tudo come (do cárcere às ruas) | 2025 |
| Black Machine | 2025 |
| Paraíso perdido | 2025 |
| Ópera: O Almirante negro | 2025 |
| Guerreiros do Sol | 2025 |
| Narrativas em Disputa: Sertania | |
| Americana | |
| Elza Infinita |
PREMIAÇÕES
| PRÊMIOS | ANO |
|---|---|
| Prêmio APCA - 2023 (Associação Paulista dos Críticos de Arte), por melhor dramaturgia por Cárcere ou porque as mulheres viram búfalos | 2023 |
| Prêmio Shell de Dramaturgia - 2023 por “Cárcere ou porque as mulheres viram búfalos” | 2023 |
| Prêmio de melhor documentário por “Elza Infinita”, no New York Filme Festival | 2022 |
INFORMAÇÕES ADICIONAIS SOBRE AS PREMIAÇÕES NACIONAIS:
[[Prêmio Shell de Teatro de Melhor Dramaturgia|Prêmio Shell de Teatro]] – Melhor Dramaturgia 2023
Conquista: Vencedora na categoria Melhor Dramaturgia em São Paulo, pelo texto Cárcere ou Porque as Mulheres Viram Búfalos
Contexto: As indicações e vitória foram destacadas em veículos independentes como O Povo e no site oficial da [1], [2] e [3].
Prêmio APCA – Dramaturgia 2023
Conquista: Vencedora da categoria Dramaturgia (Teatro) pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), também pelo texto Cárcere ou Porque as Mulheres Viram Búfalos.
Contexto: As indicações e vitória foram destacadas em veículos independentes como o site oficial da [4], [5] e [6].
Premiação no New York Festivals TV & Film Awards 2021
O documentário Elza Infinita, dirigido por Natara Ney e Erika Candido, com roteiro de Dione Carlos, foi premiado com medalha de prata na categoria Documentary: Biography/Profiles no New York Festivals TV & Film Awards, evento anual que reconhece produções televisivas e cinematográficas de diversos países. LINK: [7]
Produção de obras autorais marcantes
Autora de mais de 30 textos teatrais encenados no Brasil e no exterior, com temáticas ligadas à negritude, racismo, feminismo negro, e justiça social.
Publicou Dramaturgias do Front, uma coletânea que documenta vozes negras no teatro.
Criou o experimento crítico Black Brecht – E se Brecht fosse negro?, que propõe uma revisão radical do teatro épico a partir de uma perspectiva negra.
Formação e capacitação de novos artistas negros
Atuou como orientadora artística na Escola Livre de Teatro de Santo André, referência em formação teatral gratuita no Brasil.
Ministrou oficinas e cursos como Dramaturgia Negra – A Palavra Viva, no Itaú Cultural, incentivando novos dramaturgos negros a desenvolverem suas vozes autorais.
Representação internacional da arte brasileira negra
Representou o Brasil no Dia Internacional da Língua Portuguesa (2019), no Museu da Acrópole, em Atenas.
EVENTOS IMPORTANTES NACIONAIS E INTERNACIONAIS
| EVENTOS/ANO | O QUE DESEMPENHOU |
|---|---|
| Núcleo de Dramaturgia do Vale do São Francisco - 2025 | Orientadora artística |
| Festival A cena tá preta- Salvador - 2024 | Oficina de Dramaturgia - Ministrante; Mesa de debate: Teatro de grupo e audiovisual: Desafios compartilhados- Debatedora; Leitura dramática- Por Elise - Diretora/encenadora; Grupo de Teatro Bando Olodum. |
| APAN- Associação de profissionais do Audiovisual Negro - 2024 | Construção de personagens na Dramaturgia Televisiva - Ministrante |
| Festival da Pele Preta- Petrolina (PE) - 2024 | Mesa de debate: Viver de Arte - Debatedora |
| Festival de Curitiba - 2023 | Oficina de dramaturgia |
| Oficina de dramaturgia | Oficina de dramaturgia |
| UFMG- Festival de Teatro Negro - 2020 | Texto: Ialodês |
| UFBA- Universidade Federal da Bahia IV Fórum Negro de Arte e Cultura (FNAC) - 2020 | “Tessituras textuais femininas de dramaturgias negras” |
| Festa Literária das periferias, no Rio de Janeiro (RJ) - 2020 | Mesa online |
| Ocupação Mulheres protagonistas São Paulo (SP) - 2020 | Teatro Arthur Azevedo |
| Festival de Arte Negra, em Belo Horizonte (MG) - 2019 | |
| UDESC- Universidade Estadual de Santa Catarina Encontro com Dramaturgo - 2019 | “Dramaturgia de autoria negra: caminhos e desafios” |
| Feira Literária da Zona Sul (FELIZS), em São Paulo (SP) - 2019 | |
| Bienal Internacional do livro, no Rio de Janeiro (RJ) - 2019 | Os livros de teatro |
| Festa Literária das periferias, no Rio de Janeiro (RJ) - 2019 | |
| Dramaturgia II Sesc Ipiranga - 2019 | |
| Festa Literária Internacional de Paraty, em Paraty (RJ) - 2019 | Lançamento da coletânea “Dramaturgia Negra”, Funarte |
| Evento Zona lê mulheres dramaturgas, em São Paulo (SP) - 2018 | Teatro Pequeno Ato |
| Dramaturgia I Sesc Ipiranga - 2018 | |
| Ciclo de leituras ESSAS- Dramaturgia Feminina, em São Paulo (SP) TUSP - 2017 | |
| Bienal Internacional de Teatro, em São Paulo (SP) - 2012 | TUSP |
| Lançamento da Revista Jandique, em Curitiba (PR) - 2012 | Livraria Arte e Letra |
| Mostra de dramaturgia SESI, em Curitiba (PR) - 2012 |
| EVENTOS | ANO |
|---|---|
| Representou o Brasil em Angola apresentando a peça Maria d`Apparecida- Luz negra Instituto Guimarães Rosa | 2024 |
| Residência artística internacional: BLACK WOMEN THETARE MAKERS, na PLAY CO, em Nova Iorque, nos EUA | 2021 |
| Residência artística internacional: BLACK WOMEN THETARE MAKERS, na PLAY CO, em Nova Iorque, nos EUA | 2020 |
| Representou o Brasil no evento Benditas Lecturas- Dramaturgia contemporânea del Brasil em Español, na Colômbia, com uma leitura de Kaim | 2020 |
| Representou o Brasil no evento Salve a Língua de Camões, em Matosinhos-Portugal, com uma leitura encenada de Kaim | 2020 |
| Representou o Brasil no evento Segal Talks, promovido pelo Martim E. Segal Theatre Center, em Nova Iorque, nos EUA, refletindo sobre a pandemia mundial e o impacto no Brasil | 2020 |
| Representou o Brasil no Dia Internacional da Língua Portuguesa, na Grécia, a convite da embaixada brasileira palestra: “A palavra viva: vozes e silenciamentos ancestrais”, traduzida, simultaneamente, em grego e inglês foi realizada no auditório do Museu da Acrópole, em Atenas | 2019 |
OBRAS E PRODUÇÕES
| FILMES | FUNÇÃO | ANO |
|---|---|---|
| Guerreiros do sol - Globoplay | Roteirista | Ano: 2022 Estréia prevista: 2025 |
| Clipe: Marra de Feroz- Alcione | Roteirista | 2024 |
| Documentário: Elza Infinita - GNT | Roteirista | 2021 |
| Série: Americana - Disney Plus | Roteirista | 2021 |
| Documentário: Narrativas em disputa: Sertanias - Sesc TV | Roteirista | 2020 |
| OBRA | EDITORA | TEXTO | ANO |
|---|---|---|---|
| Améfrica- A tempestade | N-1 Edições | 2024 | |
| Cárcere ou porque as mulheres viram búfalos | Javali | 2024 | |
| A palavra viva- Dramaturgias de Dione Carlos | Aquilombô | 2022 | |
| Black Brecht- E se Brecht fosse negro? | Glac | Black Brecht- E se Brecht fosse negro? | 2020 |
| Coletânea Tempos Impuros | Primata | Titio | 2020 |
| Antologia de Dramaturgia Negra | FUNARTE | Ialodês | 2019 |
| Maratona de Dramaturgia | Cobogó | Entrevista com 12 dramaturgos e dramaturgas; Negras Insurgências; Ialodês e Capulanas-Um oceano de saberes femininos | 2019 |
| Revista Abate | Aforismos cotidianos | 2018 | |
| Dramaturgias do Front | Primata | Sete; Bonita e Kaim | 2017 |
| Revista Caixa de Pont(o) | Texto (Peça): Kaim | 2017 | |
| Revista Saúva | Titio | 2015 | |
| Revista Antropositivo | Dalí | 2015 | |
| Revista Jandique (Curitiba) - Sétima edição | A casa branca | 2014 | |
| SP Escola de Teatro | Mátria | 2011 |
| NOME | FUNÇÃO | DIREÇÃO | ANO | OUTRAS INFORMAÇÕES |
|---|---|---|---|---|
| Ópera: O Almirante Negro | Miguel Rocha | 2025 | Teatro Municipal de São Paulo | |
| Black Machine | Eugênio Lima | 2025 | ||
| A boca que tudo come tem fome | Dramaturga | Miguel Rocha | 2025 | Companhia de Teatro Heliópolis |
| Paraíso Perdido | Eugênio Lima | 2025 | ||
| A Bailarina Fantasma - Dança | Dramaturga | Wagner Antônio | 2014 | |
| Pavão Misterioso - Dança | Dramaturga | Mônica Augusto | 2024 | Cia Dual de dança |
| Maria Auxiliadora | Dramaturga | Flávio Rodrigues | 2024 | Cia dos Inventivos |
| Cecília | Dramaturga | Georgette Fadel | 2023 | Grupo Capô |
| A gaivota e o concreto | 2023 | |||
| Semeadora das Águas | Dramaturga | Ana Cristina Colla | 2023 | Cia Mundu Rodá |
| Nzinga | Dramaturga | Flávio Rodrigues | 2022 | Cia Diáspora Produções |
| Vozes da Independência | Dramaturga | Paula Klein | 2022 | |
| Améfrica- Ato 3 - A tempestade | Dramaturga | Eugenio Lima | 2022 / 2024 | Coletivo Legítima Defesa |
| Cárcere ou porque as mulheres viram búfalos | Dramaturga | Miguel Rocha | 2022 | Cia de Teatro de Heliópolis |
| Maria d’Apparecida- Ópera Negra | Dramaturga e Atriz | Luiz Fernando Marques | 2021 | |
| Colorful Eyes/ Olhos coloridos | Dramaturga e Atriz | 2021 | Residência artística: Black Women Theatre Makers, Play Company- Nova Iorque-EUA | |
| Matriarquia | Dramaturga | Cris Moura | 2021 | Sesc em casa |
| Alguma coisa acontece | 2020 | |||
| Okan Biku | 2020 | |||
| Tiro ao pombo- Janelas para o futuro | Dramaturga | Antônia Mattos | 2020 | Fábrica de Cultura da Brasilândia- Projeto Espetáculo |
| Samba Kalunga | Dramaturga | Antônia Mattos | 2019 | Fábrica de Cultura da Brasilândia- Projeto Espetáculo |
| Malungu, ngoma vem- Do ouro ao nióbio | Dramaturga | Maria Thaís | 2019 | Projeto de ocupação do Museu do Ipiranga |
| Black Brecht- E se Brecht fosse negro? | Dramaturga | Eugenio Lima | 2019 | Coletivo Legítima Defesa |
| Imperatrizes | Dramaturga | Miriam Vieira | 2019 | Projeto Caminhos da Independência |
| Brasilândia submersa- Cantos para Jenny | Dramaturga | Antônia Mattos | 2018 | Fábrica de Cultura da Brasilândia- Projeto Espetáculo |
| Revoltar | Dramaturga | Vinicius Torres Machado | 2018 | Cia Livre de Teatro |
| Caim | Dramaturga | Wagner Antônio | 2017 | Coletivo 28 Patas Furiosas |
| Ciclo de Leituras ESSAS, do TUSP | Dramaturga do texto Bonita | Maria Tendlau | 2017 | |
| Baquaqua | Dramaturga e Assistente de direção | Dawton Abranches | 2016 | Cia do Pássaro |
| Dalí | 2015 | |||
| Mamute | Dramaturga, Atriz e Cantora | Fernando Gimenes | 2015 | Cia do Mofo / Teatro da Cia do Pássaro |
| Bonita | Dramaturga | Alex Araújo | 2015 | Cia do Caminho Velho |
| Titio | Dramaturga | Dawton Abranches | 2015 | Cia do Pássaro |
| Sereias | Dramaturga | Alex Araujo | 2014 | Cia do Caminho Velho / Centro Cultural em Guarulhos |
| Oriki | Dramaturga | Dawton Abranches | 2014 | Cia do Pássaro / Sede da Cia do Pássaro |
| Sete | Dramaturga | Thadeu Peronne | 2013 / 2014 | Mostra de Dramaturgia do SESI- Curitiba- PR |
| Mátria | Dramaturga | Antonia Matos | 2013 | Leitura Funarte |
| Onã | Dramaturga | Alex Araujo | 2013 | Satyrianas-Auto Peça |
| Sete | Dramaturga | Juliana Galdino | 2011 / 2012 | |
| Baguá- O pai desconhecido de uma Nação (CENA) | Dramaturga | Antonia Mattos | 2010 | Satyrianas |
| Admirável Mundo Novo | Atriz | Élcio Nogueira | 2008 | |
| O Despertar da Primavera | Atriz e assistente de direção | Zeca Bittencourt | 2006 | Autor: Frank Wedekind |
| NOME | FUNÇÃO | DIREÇÃO | ANO |
|---|---|---|---|
| Sueli | Atriz - personagem: Sueli | Danilo Santos | 2010 |
| Sal | Atriz - personagem: Mãe | Caio Villas Boas | 2010 |
ENTREVISTAS EM VEÍCULOS DE MÍDIAS RELEVANTES
| VEÍCULO | TÍTULO | CONTEÚDO | DATA DA PUBLICAÇÃO | LINK |
|---|---|---|---|---|
| Caderno Pop (portal integrado ao UOL) | Dione Carlos movimenta São Paulo com teatro, literatura e sucesso no streaming | Matéria sobre a estreia da peça A Boca que Tudo Come Tem Fome, o lançamento do livro Cárcere ou porque as mulheres viram búfalos e sua atuação como roteirista em Guerreiros do Sol. | 10/07/2025 | [8] |
| ISTOÉ Independente | Os mundos de Dione Carlos: do teatro premiado à saga do cangaço na TV | Entrevista centrada na carreira multifacetada de Dione — dramaturga, roteirista e atriz. Aborda temas recorrentes em sua obra, como ancestralidade e protagonismo negro, além do trabalho no teatro e na novela Guerreiros do Sol | 05/08/2025 | [9] |
| Contigo! Novelas (diversão e entretenimento) | Dione Carlos relembra passado antes de entrar na dramaturgia: ‘Queimei todos’ | Reportagem com 15 curiosidades da dramaturga, revelando aspectos pessoais — desde sua primeira lembrança de infância até a criação do primeiro texto teatral. | 10/08/2025 | [10] |
| Folha de S.Paulo (caderno São Paulo) | Conheça seis dramaturgas que estão movimentando a cena teatral de São Paulo | Perfil de Dione Carlos como uma das vozes emergentes no teatro paulistano. Traça sua trajetória desde o Rio até sua formação e involução na dramaturgia | 01/10/2017 | [11] |
Referências
Os Mundos de Dione Carlos do teatro premiado a saga do cangaço na tv [1]
Palabreria - Entrevista Dione Carlos [2]
SITE: [3]
LINKEDIN: [4]
INSTAGRAM: https://www.instagram.com/dionecarlos7/