Diogo de Sousa (arcebispo de Évora, 1678)
Diogo de Sousa
| |
|---|---|
| Arcebispo da Igreja Católica | |
| Arcebispo de Évora | |
| Atividade eclesiástica | |
| Diocese | Arquidiocese de Évora |
| Nomeação | 19 de janeiro de 1671 |
| Entrada solene | 5 de julho de 1671 |
| Predecessor | João Coutinho |
| Sucessor | Domingos de Gusmão |
| Mandato | 1671–1678 |
| Ordenação e nomeação | |
| Nomeação episcopal | 19 de janeiro de 1671 |
| Ordenação episcopal | 5 de julho de 1671 |
| Nomeado arcebispo | 19 de janeiro de 1671 |
| Dados pessoais | |
| Nascimento | Lisboa, Portugal c. 1610 |
| Morte | Évora, Portugal 23 de janeiro de 1678 |
| Nacionalidade | |
| Arcebispos Categoria:Hierarquia católica Projeto Catolicismo | |
Diogo de Sousa (c. 1610 – 23 de janeiro de 1678), também referido como Diego de Sousa, foi um prelado católico português, Arcebispo de Évora (1671–1678).
Biografia
Filho do Senhor de Gouveia, Diogo de Sousa cresceu sob a proteção da Casa de Bragança. Foi nomeado Arcebispo de Évora em 19 de janeiro de 1671 e ordenado bispo em 5 de julho do mesmo ano. Sua nomeação pôs fim a um longo período de vacância da arquidiocese, causado pela demora da Santa Sé em reconhecer a Restauração da Independência de Portugal. Serviu como arcebispo por 6,5 anos até sua morte em 23 de janeiro de 1678.[1][2][3]
Sucessão
| Precedido por João Coutinho |
![]() Arcebispo de Évora 1671–1678 |
Sucedido por Domingos de Gusmão |
