Dimetilsulfureto
Dimetilsulfureto
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| Nomes | |||||||||||||
| Nome IUPAC | Dimetilsulfureto | ||||||||||||
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| Página de dados suplementares | |||||||||||||
| Estrutura e propriedades | n, εr, etc. | ||||||||||||
| Dados termodinâmicos | Phase behaviour Solid, liquid, gas | ||||||||||||
| Dados espectrais | UV, IV, RMN, EM | ||||||||||||
| Exceto onde denotado, os dados referem-se a materiais sob condições normais de temperatura e pressão. Referências e avisos gerais sobre esta caixa. Alerta sobre risco à saúde. | |||||||||||||
O dimetilsulfureto (DMS) ou metiltiometano é um composto organossulfuroso com fórmula (CH3)2S. O dimetilsulfureto é um líquido inflamável e solúvel em água que evapora a 37 °C e possui um odor desagradável característico. É um componente do cheiro produzido pelo cozinhar do milho, couve e beterraba. É também um indicador de infecção bacteriana na produção de malte e elaboração de cerveja.
O dimetilsulfureto (DMS) é considerado um off-flavor comum na produção de cerveja. Ele é formado principalmente a partir da degradação da S-metilmetionina (SMM), presente no malte, durante a fervura do mosto. Em concentrações elevadas, o DMS está associado a aromas de milho cozido ou vegetais enlatados, sendo considerado indesejável na maioria dos estilos. No entanto, pequenas quantidades podem ser aceitáveis em algumas cervejas do tipo lager, como as pilsens tradicionais.[1]

