Desmodus draculae
Desmodus draculae
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| Ocorrência: Pleistoceno - Recente? | |||||||||||||||||
![]() crânio de D. draculae e D. rotundus | |||||||||||||||||
| Estado de conservação | |||||||||||||||||
![]() Extinta (IUCN 3.1) | |||||||||||||||||
| Classificação científica | |||||||||||||||||
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| Nome binomial | |||||||||||||||||
| Desmodus draculae Morgan, Linares & Ray, 1988 | |||||||||||||||||
Desmodus draculae é uma espécie extinta de morcego da família Phyllostomidae. Seus restos subfósseis foram encontrados em cavernas no norte da Venezuela (Monaguas) em 1988 e mais recentemente no sudeste e nordeste do Brasil.[1][2] No material encontrado em carvernas no Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (São Paulo) e na Bahia, os ossos não estavam mineralizados e foram encontrados em associação com espécies viventes, logo presume-se que extinguiu-se recentemente. Análises subfósseis demonstraram que seu tamanho poderia ser de 25% à 30% mais que o tamanho de um morcego-vampiro comum sendo que eles eram hematófagos.[3]
Referências
- ↑ Trajano, Eleonora; de Vivo, Mario (1991). «Desmodus draculae Morgan Linares and Ray 1988 reported for southeastern Brasil, with paleoecological comments (Phyllostomidae, Desmodontinae)». De Gruyter. Mammalia. 3 (55): 456-459. Consultado em 8 de setembro de 2025
- ↑ Czaplewski, Nicholas J.; Cartelle, Cástor; Cartelle, Castor (agosto de 1998). «Pleistocene Bats from Cave Deposits in Bahia, Brazil». Journal of Mammalogy (3). 784 páginas. doi:10.2307/1383089. Consultado em 8 de setembro de 2025
- ↑ Turvey, S. (2008). Desmodus draculae (em inglês). IUCN 2015. Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da IUCN. 2015. Página visitada em 06 de novembro de 2015..

