Davi Pretto

Davi Pretto (Porto Alegre, 16 de Junho de 1988) é um cineasta brasileiro, mais conhecido pelos filmes Castanha (2014), Rifle (2016), Continente (2024) e Futuro Futuro (2025).

Carreira

Se formou em cinema pela PUCRS em 2008. De 2009 a 2019, foi sócio da produtora independente Tokyo Filmes, criada junto de Bruno Carboni, Richard Tavares e Paola Wink, todos colegas do curso de cinema.

Seu primeiro longa-metragem Castanha[1] estreou em 2014 no 64º Festival de Berlim na mostra Forum e recebeu o Prêmio de Melhor Filme da mostra Novos Rumos do Festival do Rio, além de ter competido nos festivais de Buenos Aires, Edimburgo, Havana, Hong Kong, entre outros.

Em 2017, seu segundo longa-metragem Rifle[2] estreou no 67º Festival de Berlim na mostra Forum e foi vencedor do Prêmio da Crítica, Melhor Roteiro e Melhor Som no 49º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e do Grande Prêmio no Festival de Jeonju. Em 2018, Davi foi selecionado para o DAAD Berlin Artists-in-Residence.

Seu terceiro longa-metragem Continente foi realizado em co-produção oficial Brasil, França e Argentina, com apoio do no World Cinema Fund. Em 2024, o longa foi exibido na competição principal do 57º Festival de Sitges, na competição Cine Rebels do 41º Festival de Munique e recebeu o Prêmio de Melhor Direção no Festival do Rio, na mostra Novos Rumos.

Seu quarto longa-metragem Futuro Futuro[3] estreou em 2025 no 59° Festival de Karlovy Vary na mostra competitiva Proxima e foi selecionado para a competição principal do 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, onde venceu quatro prêmios, incluindo Melhor Filme e Melhor Roteiro.

Roteirizou e dirigiu também dez curtas-metragens, entre eles, Quarto de Espera (2009), co-dirigido com Bruno Carboni, Como se Vive, Como se Torce (2014), Metade Homem, Metade Fantasma (2015) e Deserto Estrangeiro (2020). Uma retrospectiva do seu trabalho foi apresentada na Arsenal Film Institut em Berlim.

Filmografia

Longas-metragens

  • Futuro Futuro (86min, 2025)
  • Continente (115min, 2024)
  • Rifle (88min, 2016)
  • Castanha (95min, 2014)

Curtas-metragens

  • Deserto Estrangeiro (23min, 2020)
  • Metade Homem, Metade Fantasma (30min, 2015)
  • Como se Vive, Como se Torce (13min, 2014).
  • Bagagem (16min, 2014).
  • De Passagem (11min, 2012).
  • Metrô (14min, 2010).
  • Quarto de Espera (12min, 2009). co-dirigido com Bruno Carboni.

Prêmios

  • Prêmio de Melhor Filme no Festival de Brasília por Futuro Futuro (2025).
  • Prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Brasília por Futuro Futuro (2025).
  • Prêmio de Melhor Direção da mostra Novos Rumos no Festival do Rio por Continente (2024).
  • Prêmio da Crítica no Festival de Brasília por Rifle (2016).
  • Prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Brasília por Rifle (2016).
  • Grande Prêmio no Festival de Jeonju por Rifle (2016).[4]
  • Prêmio de Melhor Filme no Panorama Coisa de Cinema por Rifle (2016).[5]
  • Prêmio Destaque no Cine Esquema Novo por Rifle (2016).[6]
  • Prêmio Outstanding Art Exploration no Beijing International Short Film Festival por Metade Homem, Metade Fantasma (2015).[7]
  • Prêmio de Melhor Filme da mostra Novos Rumos no Festival do Rio por Castanha (2014).
  • Prêmio Feisal Menção Especial no Bafici por Castanha (2014).
  • Prêmio Revelação Menção Especial no Festival de Curtas-Metragens de São Paulo por Quarto de Espera (2009).[8]

Referências