Dançando no Campo Minado
| Dançando no Campo Minado | ||||
|---|---|---|---|---|
| Álbum de estúdio de Engenheiros do Hawaii | ||||
| Lançamento | junho de 2003 | |||
| Gravação | Janeiro a Abril de 2003 | |||
| Estúdio(s) | Estúdios AR e Discover Digital Studio, ambos no Rio de Janeiro | |||
| Gênero(s) | ||||
| Duração | 31:33 | |||
| Idioma(s) | Português | |||
| Formato(s) | CD | |||
| Gravadora(s) | Universal Music Group | |||
| Produção | Gil Lopes | |||
| Cronologia de Engenheiros do Hawaii | ||||
| ||||
Dançando no Campo Minado é o décimo primeiro e último álbum de estúdio da banda de rock brasileira Engenheiros do Hawaii, lançado em 2003. Apresentando uma sonoridade mais pesada em relação ao disco anterior, Surfando Karmas & DNA, é o álbum mais o curto da discografia do grupo, com 32 minutos.
Contexto e produção
Contando com Gessinger, Galvão, Ayala e Fonseca, Dançando no Campo Minado foi o primeiro álbum de estúdio dos Engenheiros do Hawaii a repetir a formação do anterior desde 1999. Ao jornal Extra, Gessinger havia afirmado que o álbum foi idealizado para ter músicas mais rápidas e pesadas.[1]
A canção Segunda-Feira Blues, dividida em duas partes, é uma parceria entre Humberto Gessinger e Carlos Maltz. Foram produzidos videoclipes para as canções Até o Fim[2] e Na Veia[3].
Recepção
| Críticas profissionais | |
|---|---|
| Avaliações da crítica | |
| Fonte | Avaliação |
| Galeria Musical | |
| O Globo | |
| Folha de S.Paulo | |
As opiniões da crítica foram mistas. Para O Globo, Bernardo Araujo considerou o disco "bom", valorizando as letras e melodias.[5] Em resenha para o blog Galeria Musical, Anderson Nascimento deu nota máxima ao álbum, considerando a faixa Dom Quixote uma das melhores composições de Gessinger.[7]
Na Folha Ilustrada, o álbum recebeu 2 estrelas de um total de 5, com a crítica principal voltada à inflexibilidade musical nas composições de Gessinger em contraste aos discursos rebeldes presentes nas letras das canções do álbum.[6] Para a Folhateen, Guilherme Werneck deu a mesma nota e criticou a falta de inovação nos últimos trabalhos da banda, afirmando que, por mais que as letras de Gessinger se mantivessem atuais, o som da banda parecia "mais do mesmo", cristalizado em um universo imutável.[8]
Faixas
| N.º | Título | Compositor(es) | Duração | |
|---|---|---|---|---|
| 1. | "Camuflagem" | Humberto Gessinger; Paulinho Galvão | 3:29 | |
| 2. | "Duas Noites no Deserto" | Humberto Gessinger | 2:17 | |
| 3. | "Rota de Colisão" | Humberto Gessinger; Bernardo Fonseca | 2:41 | |
| 4. | "Dançando no Campo Minado" | Humberto Gessinger | 2:36 | |
| 5. | "Segunda-feira Blues I" | Humberto Gessinger; Carlos Maltz | 3:30 | |
| 6. | "Dom Quixote" | Humberto Gessinger; Paulinho Galvão | 3:13 | |
| 7. | "Até o Fim" | Humberto Gessinger | 3:18 | |
| 8. | "Na Veia" | Humberto Gessinger | 3:13 | |
| 9. | "Fusão a Frio" | Humberto Gessinger; Paulinho Galvão | 2:46 | |
| 10. | "Segunda-feira Blues II" | Humberto Gessinger; Carlos Maltz | 1:47 | |
| 11. | "Outono em Porto Alegre" | Humberto Gessinger; Paulinho Galvão | 2:38 | |
Duração total: |
31:33 | |||
Créditos
Engenheiros do Hawaii
- Humberto Gessinger: Voz, guitarra, violão, harmônica e teclados
- Paulinho Galvão: Guitarra
- Bernardo Fonseca: Baixo
- Gláucio Ayala: Bateria, percussão e vocais
Participações
- Carlos Maltz - voz em "Segunda-Feira Blues II"
- "O Cara" - guitarra em "Rota de Colisão"
- Vinimax - voz em "Rota de Colisão"
Referências
- ↑ https://enghawturbo.com/2003/06/12/12-06-03-rock-gaucho-de-peso/
- ↑ https://www.youtube.com/watch?v=0NpRaJkFRtM
- ↑ https://www.youtube.com/watch?v=oaRGyv78DNM
- ↑ Avaliação na Galeria Musical
- ↑ a b Araujo, Bernardo (24 de julho de 2003). «Depoimentos raros da MPB». O Globo. Consultado em 26 de maio de 2025
- ↑ a b «Outros lançamentos». Folha de S.Paulo. 20 de junho de 2003. Consultado em 26 de maio de 2025
- ↑ https://www.galeriamusical.com.br/resenhas.php?url=31-engenheiros-do-hawaii-danando-no-campo-minado
- ↑ https://www1.folha.uol.com.br/fsp/folhatee/fm1606200308.htm

