Dal Barreto

Dal Barreto
Deputado Federal por Bahia
Período1 de fevereiro de 2023
até a atualidade
Deputado Estadual por Bahia
Período1 de fevereiro de 2019
até 1 de fevereiro de 2023
Dados pessoais
Nome completoAdalberto Rosa Barreto
Nascimento13 de agosto de 1979 (46 anos)
Amargosa, Bahia
NacionalidadeBrasileiro
PartidoDEM (2008-2018)
PCdoB (2018-2019)
PP (2019-2022)
UNIÃO (2022-presente)

Adalberto Rosa Barreto conhecido como Dal Barreto (Amargosa, 13 de agosto de 1979) é um político Brasileiro, filiado ao partido UNIÃO BRASIL (UNIÃO), atualmente exerce o cargo de Deputado Federal pela Bahia.

Biografia

Adalberto tentou em 2008 disputar a prefeitura de Amargosa, onde perdeu a eleição.[1]

Em 2018 se tornou Deputado Estadual na Bahia pelo PCdoB.[1]

Durante do mandato se filiou ao PP e em 2022 se filiou ao União Brasil para disputar a Câmara Federal, onde se elegeu com 140.435 votos.[2]

Controvérsias

Voto à favor da soltura de Chiquinho Brazão

Em 10 de abril de 2024, Adalberto "Dal" Barreto foi um dos deputados federais que votou no plenário da Câmara dos Deputados em favor da soltura do deputado Chiquinho Brazão, acusado pela Polícia Federal de ser mandante do assassinato da ex-vereadora carioca Marielle Franco e, também, de possuir vínculos com organizações criminosas milicianas do Rio de Janeiro.[3] Esta decisão de ser contrária à prisão de um deputado federal acusado de assassinato e que foi considerado como perigoso para a Justiça Brasileira foi tomada por todos os membros do partido União Brasil, que alegaram "garantismo penal" na decisão.[4]

PEC da Blindagem

No dia 16 de setembro de 2025, Dal Barreto votou a favor da PEC 3/2021, conhecida como PEC da Blindagem.[5][6] A proposta dificulta a abertura de processos criminais e prisões contra senadores e deputados, restringindo a prisão em flagrante de parlamentares.

Congressistas favoráveis à PEC afirmam que ela volta às regras ao texto da Constituição de 1988. Mas, na verdade, o texto acrescenta novas blindagens, como a votação secreta para prisão de parlamentares.[7][8] No caso de prisão em flagrante por crime inafiançável, por exemplo, os autos serão enviados à Câmara ou ao Senado dentro de 24 horas para que, pelo voto secreto da maioria de seus membros, se autorize ou não prisão do parlamentar.[9][10]

Referências

  1. a b «Poder360 | DEPUTADO DAL». eleicoes.poder360.com.br. Consultado em 29 de novembro de 2022 
  2. «Deputados federais eleitos na Bahia: apuração e resultados das Eleições 2022 | Folha». Folha de S.Paulo. Consultado em 29 de novembro de 2022 
  3. «Prisão de Brazão é mantida pela Câmara por 277 a 129 votos; veja como cada deputado votou». Folha de S.Paulo. Consultado em 10 de abril de 2024 
  4. «UNIÃO BRASIL DECIDE VOTAR PELA SOLTURA DE CHIQUINHO BRAZÃO». Congresso em Foco. Consultado em 10 de abril de 2024 
  5. «Portal da Câmara dos Deputados». www.camara.leg.br. Consultado em 23 de setembro de 2025 
  6. «PEC da Blindagem: saiba como votou cada deputado». CNN Brasil. 16 de setembro de 2025. Consultado em 23 de setembro de 2025 
  7. «Câmara aprova PEC da Blindagem: como votaram os deputados e partidos». G1. 16 de setembro de 2025. Consultado em 23 de setembro de 2025 
  8. «PEC 3/2021 - Senado Federal». www25.senado.leg.br. Consultado em 23 de setembro de 2025 
  9. «Centrão se queixa de Motta não ter 'costurado' PEC da Blindagem com Alcolumbre antes de votação». G1. 22 de setembro de 2025. Consultado em 23 de setembro de 2025 
  10. «Câmara restabelece voto secreto em PEC da Blindagem». Agência Brasil. 17 de setembro de 2025. Consultado em 23 de setembro de 2025