Crioestaminal
| Crioestaminal | |
|---|---|
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| Razão social | Stemlab, SA |
| Sociedade Anónima | |
| Atividade | Biomedicina, Saúde |
| Fundação | 12 de Junho de 2003 |
| Sede | Biocant Park – Cantanhede, Portugal |
| Área(s) servida(s) | Portugal |
| Empregados | ±60 |
| Produtos | Isolamento e Criopreservação de Células Estaminais Produção de Medicamentos Experimentais |
| Certificação | Certificação ISO 9001:2018 Acreditação AABB |
| Divisões | Portugal: Genelab – Diagnóstico Molecular; Stemlab Advanced - Terapias Celulares; Lipostem - Criopreservação de Tecido Adiposo |
| Website | www.crioestaminal.pt |
Crioestaminal - Stemlab, SA, fundada em 2003, foi pioneira e é líder em Portugal no isolamento e criopreservação de células estaminais do sangue e do tecido do cordão umbilical. A Crioestaminal foi o primeiro laboratório de criopreservação autorizado pelo Ministério da Saúde, à data pela Autoridade para os Serviços de Sangue e da Transplantação (ASST)[1] (atual Direção-Geral de Saúde) e o primeiro banco a ser acreditado pela AABB - Association for the Advancement of Blood & Biotherapies em Portugal, para processamento, análise, criopreservação e distribuição de sangue e tecido do cordão umbilical. A Crioestaminal integra desde 2018 o Grupo Famicord, o maior grupo europeu de bancos de criopreservação na Europa e terceiro a nível Mundial.
Atualmente são mais de 120.000 famílias que confiam na Crioestaminal[2], incluindo famílias que haviam guardado as suas amostras noutros bancos, como seja a a Cytothera ou a Biosckin. Com o encerramento destas unidades laboratoriais, a Crioestaminal assegurou a continuidade do armazenamento das amostras destas famílias nas suas instalações em Cantanhede.
História
A Crioestaminal foi fundada em 2003 por um conjunto de cientistas formados na Universidade de Coimbra e profissionais da área das ciências da vida.
Um dos principais marcos na vida da Crioestaminal dá-se em 2006 com a abertura do seu próprio laboratório no Biocant Park.[3]
Ainda em 2006, a Crioestaminal criou o Genelab – Diagnóstico Molecular que se dedica a diagnóstico com técnicas de biologia molecular. Nesse mesmo ano a Crioestaminal iniciou atividade em Espanha através da Crioestaminal Spain, com sede em Barcelona, e também em Itália em parceria com uma empresa local.
Em 2007 deu-se o primeiro transplante com células estaminais guardadas num banco familiar em Portugal. A amostra guardada na Crioestaminal foi utilizada para o tratamento de uma criança que sofria de Imunodeficiência Combinada Severa (SCID). Estas células estaminais pertenciam ao irmão dessa criança e estavam armazenadas na Crioestaminal desde 2003.[4]
O ano de 2009 é marcado pela primeira libertação de amostras de sangue do cordão umbilical criopreservadas na Crioestaminal para um estudo clínico a decorrer na Universidade de Duke, nos Estados Unidos, em crianças com paralisia cerebral. Foram enviadas 2 amostras em 2009 e mais 3 amostras em 2010, para tratamento em crianças portuguesas e italianas.[5]
O Grupo Crioestaminal adquiriu em 2010 a marca Celvitae, com sede em Madrid, fortalecendo assim presença no mercado espanhol.[6] Ainda em 2010 a Crioestaminal obtém a acreditação internacional pela prestigiada AABB, para análise, processamento, armazenamento e distribuição de sangue do cordão umbilical.
Em 2011, a Crioestaminal lançou um novo serviço que permite a criopreservação das células estaminais mesenquimais do tecido do cordão umbilical. Tendo também enviado mais uma amostra de sangue do cordão umbilical para inclusão no estudo clínico da Universidade de Duke em paralisia cerebral.
Em 2013, a Crioestaminal anunciou um projeto de expansão do seu laboratório, transformando a empresa no 2º maior banco familiar de criopreservação da Europa. No mesmo ano foi distinguida com o prémio Escolha do Consumidor.
A Crioestaminal foi em 2014, a marca com consumidores mais satisfeitos, de entre 613 marcas avaliadas por 70 mil consumidores, revelou a Escolha do Consumidor.[7] Nesse anos a Crioestaminal liberta mais 2 amostras de sangue do cordão umbilical criopreservado em Portugal para 2 crianças com paralisia cerebral, tendo um tratamento decorrido nos Estados Unidos e outros em Espanha.
O ano de 2014 marcado pela libertação de uma amostra de sangue do cordão umbilical guardada num banco familiar em Portugal para tratar uma criança de 6 anos com Leucemia Mieloide Aguda num contexto autólogo (com as suas próprias células). A infusão foi realizada com sucesso no Hospital Niño Jesus, Madrid.
Em 2015, a Crioestaminal contava já com mais de 65.000 famílias que a escolheram para guardar as suas células estaminais. Com a expansão do laboratório no início do ano, tornou-se num dos maiores da Europa[8] com capacidade para 300 mil amostras. Nesse mesmo ano a Crioestaminal estende a sua acreditação internacional ao tecido do cordão umbilical, tornando-se no primeiro laboratório europeu com dupla acreditação para sangue e tecido do cordão umbilical.
Em 2016 é nomeada pela 3ª vez consecutiva como Escolha do Consumidor[9], feito este que tem vindo a renovar já por 11 anos consecutivos.
O ano de 2018 ficou marcado pela libertação de duas amostras guardadas na Crioestaminal, desta vez para tratamento de duas crianças com Autismo. Tratamento inserido num ensaio clínico na Duke University[10], nos Estados Unidos. Nesse mesmo ano a Crioestaminal volta a expandir o seu laboratório, desta vez com a preparação de uma nova unidade para produção de medicamentos para terapia celular.
Ainda em 2018, a Crioestaminal integra o Grupo Famicord, o maior grupo europeu de bancos de criopreservação e terceiro a nível mundial, reforçando assim a sua posição de liderança no setor da criopreservação.[11]
Em 2019 a Crioestaminal liberta 1 amostra de sangue do cordão umbilical autólogo para transplantação hematopoiética numa criança portuguesa com situação grave de Anemia Aplástica. O tratamento decorreu no IPO de Lisboa.
Nesse mesmo ano adquire a totalidade da empresa detentora das marcas Bebécord, Mamãs&Bebés e Bebé4D, a atual NGI-Lifescience and Health International, S.A., reforçando a sua posição de liderança no mercado português.
Em pleno ano de pandemia por COVID-19, em 2020, a Crioestaminal inaugura o seu laboratório de produção de ATMPs, com certificação GMP emitida pelo Infarmed, tendo libertado nesse mesmo ano, para o IPO de Lisboa, a 1ª unidade do seu medicamento investigacional SLCTmsc02, obtido a partir de expansão das células estaminais mesenquimais do tecido do cordão umbilical para tratamento de casos graves de doenças do enxerto contra o hospedeiro (GVHD).
Em 2023, libertação adicional de 2 amostras para infusão com sangue do cordão umbilical autólogo em 2 crianças com diagnóstico de autismo. Desta vez no âmbito de um ensaio clínico que esteve em curso em Bucareste, no Hospital Medicover, denominado CORDUS[12].
Durante o ano de 2024, a Crioestaminal recebe uma nova licença emitida pelo Infarmed, desta vez para a distribuição de medicamentos para uso humano de acordo com as boas práticas de distribuição (GDP) e inicia uma parceria com a Fundação Champalimaud, realizando a análise, processamento, armazenamento e distribuição de progenitores hematopoiéticos de doentes submetidos a autotransplante nesta instituição[13].
Já em 2025, destaca-se a libertação de uma amostra de sangue do cordão umbilical para tratamento de uma criança com paralisia cerebral, mais uma vez no Hospital Pediátrico da Universidade de Duke, mas desta vez com uma amostra de um irmão compatível que havia sido criopreservada à nascença.
Grupo Famicord - Maior Banco Europeu de Células Estaminais
O Grupo FamiCord tem atividade em mais de 30 países, disponibilizando serviços de banco de tecidos e células, produção de ATMPs e investigação e desenvolvimento de terapias celulares avançadas.
Recebeu a confiança de famílias em mais de 50 nações, tendo armazenadas em segurança mais de
1 000 000 de amostras. O Grupo Famicord opera sob várias marcas, listadas na tabela abaixo:
| País | Marca | Website |
|---|---|---|
| Áustria | Vita 34 | https://vita34.at/ |
| Chéquia | Národní centrum pupečníkové krve | https://pupecnikovakrev.cz/ |
| Dinamarca | Vita 34 | https://vita34.dk/ |
| Alemanha | eticur | https://eticur.de/ |
| Alemanha | Vita 34 | https://vita34.de/ |
| Hong-Kong | Smart Cells | https://smartcells.com/ |
| Hungria | KRIO Intezet | https://krio.hu/ |
| Itália | Sorgente | https://sorgente.com/ |
| Letónia | Cilmes Šūnu Banka | https://cilmessunubanka.lv/ |
| Luxemburgo | FamiCord Suisse | https://famicord.ch/ |
| Polónia | Diagnostica Bank Komórek Macierzystych | https://dbkm.pl/ |
| Polónia | Polski Bank Komórek Macierzystych | https://pbkm.pl/ |
| Portugal | Crioestaminal | http://crioestaminal.pt/ |
| Portugal | Bebécord | https://www.bebecord.pt/ |
| Roménia | Biogenis | https://biogenis.ro/ |
| Eslováquia | FamiCord Slovensko | https://cakam-babatko.sk/ |
| Espanha | Vita 34 | http://secuvita.es/ |
| Espanha | Ivida | http://bancodecordonivida.com/ |
| Espanha | Sevibe | https://sevibe.es/ |
| Suíça | Vita 34 | https://vita34.ch/ |
| Suíça | FamiCord Suisse | https://famicord.ch/ |
| Turquia | FamiCord Turkiye | https://famicordturkiye.com/ |
| Turquia | Yaşam Bankası Sağlık Hizmetleri İç ve Dış Tıcaret | https://kordonkanibankasi.com/ |
| Emirados Árabes Unidos | Smart Cells | https://smartcells.ae/ |
| Reino Unido | Smart Cells | https://smartcells.com/ |
Investigação e Desenvolvimento
A Crioestaminal investe uma parte significativa das suas receitas no desenvolvimento de projetos de investigação, com o objetivo de alargar o âmbito de aplicações terapêuticas das células estaminais do sangue do cordão umbilical. Desenvolve vários projetos em conjunto com entidades de investigação, como o Instituto Superior Técnico de Lisboa, o Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra e o Centro de Histocompatibilidade do Centro.
Desde o primeiro transplante de células estaminais em Portugal em 2007, mais 12 amostras de células estaminais guardadas na Crioestaminal foram utilizadas em contexto de ensaio clínico, sendo 8 em para o tratamento de crianças com paralisia cerebral, e 4 outras para tratamento de autismo.
Resultado dos seus esforços de investigação & desenvolvimento, a Crioestaminal é a primeira empresa nacional a deter uma patente para uma terapêutica com base em células estaminais. Esta patente refere-se a uma formulação em gel com células estaminais do sangue do cordão umbilical para o tratamento de feridas crónicas em diabéticos, uma condição normalmente conhecida por “pé diabético”. A investigação foi desenvolvida por Lino Ferreira, investigador do Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra. Ao todo a Crioestaminal registou 4 patentes que resultaram de 3 projetos de Investigação e Desenvolvimento.
Desde 2005, com a criação do Departamento de Investigação e Desenvolvimento (I&D), a Crioestaminal tem desenvolvido projetos de I&D com o objetivo de aumentar o conhecimento e as aplicações terapêuticas das células que guarda. Neste sentido, criou o Primeiro Banco Mundial de Amostras de Células Estaminais do Sangue e Tecido do Cordão Umbilical para investigação, com doações feitas pelos portugueses.
Em colaboração com parceiros de vanguarda, a Crioestaminal tem desenvolvido vários projetos, apoiados pelo QREN, na área das terapias celulares:
- Projecto Woundcord: aplicação conjunta de células estaminais do sangue do cordão umbilical com células endoteliais em doentes com feridas crónicas, com o objetivo de melhorar a cicatrização das mesmas por diminuição da inflamação e revascularização da área afetada pela ferida.
- Projecto Injectcord: desenvolvimento de novas plataformas para o transplante de células isoladas do Sangue do Cordão Umbilical, de forma a permitir a regeneração cardíaca após problemas isquêmicos.
- Projecto Isocord: no âmbito da otimização do isolamento e caracterização de células estaminais mesenquimais do Tecido do Cordão Umbilical, este projeto tem como objetivo dar suporte à expansão de células estaminais hematopoiéticas em casos de transplante e à regeneração neural.
- Expansão Celular: desenvolver um método que permita aumentar o número de Células Estaminais hematopoiéticas das amostras de sangue do cordão umbilical para garantir a viabilidade de transplantes em adultos.
- Projecto Exocord: avaliação do efeito terapêutico de fatores de crescimento libertados pelas células estaminais do sangue do cordão umbilical na cicatrização de feridas crónicas em modelo animal de diabetes.
- Projecto aDVANCe: desenvolvimento de novas terapias anti-cancro.
- Projeto StrokeTherapy: em co-promoção com a Universidade de Coimbra e o Centro de Medicina de Reabilitação da Região Centro – Rovisco Pais, o projeto pretende avaliar o efeito terapêutico de células CD34+ isoladas da medula óssea de pacientes com AVC na fase aguda e sub-aguda.
- Projeto RescueCord: o projeto visa o fabrico de um novo produto de terapia celular a partir de sangue do cordão umbilical autólogo (i.e., do próprio) para a sua aplicação clínica em recém-nascidos com encefalopatia hipóxico-isquémica. Deste projeto resultou uma autorização para tratamento em contexto de isenção hospitalar, atribuída pelo Infarmed ao Hospital Pediátrico da ULS de Coimbra.
- Projeto MSCellProduction: o projeto visa a demonstração da capacidade de fabricação de produtos de terapia celular em condições GMP a partir de diferentes tecidos. Os produtos obtidos serão devidamente caracterizados, a sua segurança avaliada, o controlo de qualidade assegurado e a sua potencial aplicação clínica testada.
- Projeto CellTherapy 4COVID19: com este projeto a Stemlab pretende disponibilizar um produto à base de células estaminais do cordão umbilical para tratamento de doentes com pneumonias graves associadas à COVID-19.
Células Estaminais do Cordão Umbilical e Criopreservação
As células estaminais, também chamadas células precursoras ou células mãe, são células com capacidade para darem origem às células especializadas que constituem os tecidos e órgãos do nosso corpo. Esta especialização acontece ao longo de toda a vida. As características das células estaminais permitem a reparação de tecidos danificados e a substituição das células que vão morrendo, sendo, por isso, tão importantes no tratamento de diversas doenças.
Entre as diversas fontes de células estaminais (tecido adiposo, cordão umbilical -sangue e tecido-, medula óssea e sangue periférico), as células do cordão umbilical destacam-se pela maior aceitabilidade no grau de compatibilidade HLA entre dador e doente, pelo menor risco de doença do enxerto contra hospedeiro (DECH), uma complicação grave que pode ocorrer após um transplante hematopoiético, pela sua disponibilidade imediata das células para transplantação e pelo facto do sangue e tecido do cordão umbilical, serem facilmente colhidos após o parto, num processo indolor que não apresenta qualquer risco para a mãe ou para o bebé.
As células do sangue do cordão umbilical (células estaminais hematopoiéticas), são já usadas no tratamento de mais de 80 doenças. No que se refere às células do tecido do cordão umbilical (células estaminais mesenquimais), estas têm um enorme potencial terapêutico tendo já sido usadas para combater a DECH.
As células do tecido do cordão umbilical têm propriedades diferentes das células do sangue do cordão. Estas podem diferenciar-se em cartilagem, osso e músculo, entre outros tecidos, estão atualmente a ser investigadas no âmbito da medicina regenerativa (órgãos e tecidos a partir de células estaminais).
Para que seja possível recolher e guardar das células estaminais do cordão umbilical, existe um processo que permite que as mesmas sejam armazenadas por décadas e utilizadas de imediato, pelo próprio ou por algum familiar compatível, no tratamento de várias doenças. Este processo designa-se por Criopreservação.
A criopreservação consiste em conservar as células por longos períodos de tempo, a baixas temperaturas (-196º C), sem que estas percam a sua viabilidade.
As primeiras células estaminais do sangue do cordão umbilical foram criopreservadas no final dos anos 80. É com essas células estaminais que são feitos os estudos de viabilidade que demonstram a viabilidade de manter células criopreservadas durante 25 anos.
O único momento em que pode ser feita a criopreservação de células estaminais do cordão umbilical é no período de 72 horas a seguir à sua colheita no momento do parto. A colheita é simples, segura e indolor. Após a clampagem do cordão umbilical, o sangue é colhido para um saco próprio e o tecido para um frasco, sendo devidamente acondicionados de modo a garantir a sua segurança no transporte até ao laboratório.
Referências
- ↑ «ASST | Autoridade para os serviços de Sangue e da Transplantação». Consultado em 21 de fevereiro de 2011. Arquivado do original em 5 de março de 2011
- ↑ «Crioestaminal». Consultado em 1 de outubro de 2025 [ligação inativa]
- ↑ «Biocant Park». Consultado em 25 de outubro de 2010. Arquivado do original em 17 de julho de 2016
- ↑ Crioestaminal - Criopreservação das células estaminais do sangue do cordão umbilical
- ↑ «Instituto Pedro Nunes - Crioestaminal presente em estudo norte-americano para tratar a paralisia cerebral». www.ipn.pt (em inglês). Consultado em 7 de outubro de 2025
- ↑ M.D. Anderson International | España
- ↑ https://newsfarma.pt/noticias/crioestaminal-reconhecida-como-n-o-1-em-satisfacao/
- ↑ https://observador.pt/especiais/guardar-celulas-cordao-umbilical-para-que/
- ↑ «Crioestaminal | Escolha do Consumidor». Consumer Trends. Consultado em 10 de julho de 2019
- ↑ «Duke University». Consultado em 26 de outubro de 2010. Arquivado do original em 5 de março de 2011
- ↑ «FamiCord: Europe's largest cord blood bank and largest manufacturer of cord tissue MSC therapy». parentsguidecordblood.org (em inglês). Consultado em 7 de outubro de 2025
- ↑ Fundatia Bio-Forum (21 de agosto de 2023). Spitalul Angiomedica. «Comparison of Umbilical Cord Blood vs Personalized Treatment for Improving Autistic Spectrum Disorder». Consultado em 25 de novembro de 2025
- ↑ Romeira, Almerinda (27 de outubro de 2025). «Crioestaminal e Fundação Champalimaud reforçam oferta de soluções de transplante no país». Jornal Económico. Consultado em 25 de novembro de 2025
