Melocactus zehntneri
Coroa-de-frade
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| Melocactus zehntneri | |||||||||||||||
Melocactus zehntneri, também conhecida como cabeça-de-frade ou coroa-de-frade, é uma espécie de cacto pertencente ao género Melocactus.[1][2] É endémica da Caatinga do nordeste de Brasil. Caracteriza-se por seu cefálio, uma estrutura apical de cor laranja ou vermelha coberta com espinhos.[3]
Esta planta cresce em solos áridos e é valorizada tanto por sua beleza ornamental quanto por suas aplicações em medicinas tradicionais. Seu fruto, rico em água, é comestível e consumido em conservas e compotas. M. zehntneri é classificada pela UICN como uma espécie baixo preocupação menor, devido a sua ampla distribuição e a presença de numerosas subpopulações.[4]
Descrição

O Melocactus zehntneri é uma espécie de cacto que cresce de forma solitária. Pode alcançar alturas entre 11 a 48 cm e diâmetros de 9 a 25 cm. O formato do caule apresenta grande variação, desde globoso-deprimido ou esférico até cilíndrico. Os caules apresentam bordas fortemente longitudinais, e a epiderme apresenta uma ampla gama de tons de verde, frequentemente glaucosos (azul-acinzentados).[5]
Esse cacto apresenta de 10 a 22 nervuras, chegando raramente até 19. As nervuras são pontiagudas e afiadas. Acima delas, há auréolas espaçadas de 1,2 a 2 cm de distância. Os espinhos variam em tamanho, cor e forma. São geralmente robustos, de cor amarela, marrom ou avermelhada, com uma camada cinza na superfície. As pontas são escuras e alguns espinhos, especialmente em mudas, podem ser em forma de gancho.[6]

Em cada auréola é possível distinguir de 1 a 4 espinhos centrais, embora possam, por vezes, estar ausentes. Esses espinhos curvam-se para cima e atingem comprimentos de 1,5 a 2,5 cm, raramente até 4,5 cm. Além disso, possuem entre 7 e 11 espinhos radiais, que podem se curvar fraca ou fortemente para trás. Medem entre 1,9 e 3 cm de comprimento, e alguns podem atingir até 4,5 cm. Os espinhos mais longos estão localizados na parte inferior da planta.[6]
No ápice das plantas adultas, forma-se uma estrutura lanosa conhecida como cefálio, que é semelhante àquela dos cactos do gênero Discocactus. O cefálio de M. zehntneri pode medir entre 6 e 11 cm de altura (ou mais) e entre 6 e 10 cm de diâmetro. É composto por projeções de aparência lanosa de cor branca ou cremosa, que pode ser abundante ou escassa, juntamente com espinhos finos e densos, de cor rosa claro a vermelho.[6]
As flores da espécie são pequenas e possuem cores que vão desde o rosa pálido até o púrpura. Medem entre 1,5 e 2,5 cm de comprimento, possuindo 0,4 e 1,3 cm de diâmetro. Têm a capacidade de autopolinização e crescem na parte superior do cefálio, numa posição relativamente exposta, ainda que sem sobressair em demasiado da estrutura lanosa.[6]
Os frutos variam na coloração desde o do branco até um rosa-lilás profundo. Apresentam-se claviformes (em forma de porrete) e medem entre 1,2 e 2,2 cm de comprimento, com diâmetro entre 0,4 e 0,8 cm. Em seu interior, encontram-se sementes ovais, que apresentam uma superfície visivelmente tuberculada na extremidade oposta ao hilo. As sementes medem entre 1,2 e 1,3 mm de comprimento e entre 1 a 1,1mm de largura. Esta espécie é diplóide, com um número cromossômico de 2n = 44.[6][7]
Distribuição e habitat
A área de distribuição nativa de Melocactus zehntneri localiza-se no nordeste de Brasil, especificamente nos estados de Bahia, Piauí, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Maranhão, Rio Grande do Norte, Tocantins, Ceará e Paraíba.[8]

A espécie cresce principalmente a elevações que variam entre 200 e 1000 metros sobre o nível do mar. Adapta-se a uma ampla variedade de solos, o que lhe permite habitar diferentes tipos de terrenos, como solos arenosos e pedregosos.[9][10]
Esta espécie é frequentemente encontrada em formações rochosas compostas de rochas cristalinas, como calcário, gnaisse e quartzo. Ela pode crescer em fendas estreitas em rocha sólida, onde suas raízes se ancoram e aproveitam a umidade limitada disponível. Essas condições são comuns em regiões áridas, onde a água da chuva penetra ou evapora rapidamente, tornando a planta adaptada à escassez hídrica.[9][10]
A espécie também é considerada um indicador do bioma Caatinga, uma ecorregião exclusiva do nordeste do Brasil. A Caatinga é caracterizada por seu clima semiárido, vegetação xerófita e longas estações secas. Essas condições extremas e altos níveis de luz solar fazem deste cacto um exemplo representativo de espécies que evoluíram para sobreviver em ambientes com recursos hídricos limitados.[10]
Ecologia
A característica mais marcante desta espécie é o seu cefálio, uma estrutura lanosa que continua a desenvolver-se ao longo da vida da planta. Enquanto o corpo principal para de crescer do início da formação do cefálio este último alonga-se continuamente durante a vida do indivíduo. O cefálio tem uma função protetora: abriga o extremo apical — a parte mais sensível da planta — das baixas temperaturas noturnas e da intensa radiação ultravioleta. Além da sua função protetora, considera-se que o cefálio desempenha um papel importante na atração de polinizadores, visto que é frequentemente vistoso mesmo antes do aparecimento das flores.[11]
Taxonomia
A primeira descrição formal desta espécie foi sob o nome de Cactus zehntneri, publicada em 1922 pelos botânicos americanos Nathaniel Lord Britton e Joseph Nelson Rose no livro The Cactaceae; descriptions and illustrations of plants of the cactus family 3: 236.[12]
Mais tarde, o botânico alemão Philipp von Luetzelburg moveu a espécie para o gênero Melocactus, tornando-se assim Melocactus zehntneri. Ele registrou essas mudanças no livro Estudo Botanico Nordéste 3:111, publicado em 1926.[13]
- Etimologia
O nome Melocactus, do gênero, é formado a partir das palavras gregas mēlon (melão) e kaktos (planta espinhosa), em alusão ao tamanho e a forma do corpo da planta, parecidos aos de um melão.[14] Já o epíteto específico zehntneri foi outorgado em homenagem ao biólogo suíço Leio Zehntner (1864-1961).[15]
- Sinonímia[15]
- Cactus zehntneri Britton & Rose, 1922 (basiônimo)
- Melocactus arcuatispinus Brederoo & Eerkens, 1983
- Melocactus canescens F.Ritter, 1979
- Melocactus canescens var. montealtoi F.Ritter, 1979
- Melocactus curvicornis Buining & Brederoo, 1972
- Melocactus douradaensis Hovens & Strecker, 1984
- Melocactus giganteus Buining & Brederoo, 1973
- Melocactus helvolilanatus Buining & Brederoo, 1976
- Melocactus macrodiscus Werderm, 1932
- Melocactus saxicola Diers & Esteves, 1984
- Melocactus zehntneri var. ananas Rizzini, 1982
- Melocactus zehntneri subsp. arcuatispinus (Brederoo & Eerkens) P.J.Braun & Esteves, 2001 publ. 2002
- Melocactus zehntneri subsp. canescens (F.Ritter) P.J.Braun, 1988
- Melocactus zehntneri var. curvicornis (Buining & Brederoo) P.J.Braun, 1988
- Melocactus zehntneri subsp. douradaensis (Hovens & Strecker) P.J.Braun & Heimen, 2020
- Melocactus zehntneri f. douradaensis (Hovens & Strecker) Delanoy, 2004
- Melocactus zehntneri var. viridis F.Ritter, 1979
Importância econômica e cultural
O Melocactus zehntneri possui uma ampla variedade de usos tradicionais e atuais. É usado principalmente na medicina popular, embora também seja usado para fins científicos, alimentícios, forrageiros, ornamentais e místico-religiosos.
Medicina tradicional
Vários estudos etnobotânicos documentaram seu uso no tratamento de condições diversas. A polpa do caule é comumente usada para aliviar problemas respiratórios, como gripe, bronquite, dor de garganta e até coqueluche. Também é usada em casos de fraqueza física e para facilitar a "limpeza uterina" após o parto.[16] Outros usos tradicionais incluem o tratamento de cólicas e problemas intestinais.[17]
Potencial farmacológico
O género Melocactus caracteriza-se pela presença de uma combinação complexa de compostos bioativos, entre os quais se encontram óleos essenciais, flavonoides, esteroides, terpenoides e alcaloides.[18]
O potencial farmacológico desta espécie vêm sendo estudado academicamente. Por exemplo, uma extração de compostos da espécie por meio de fluido supercrítico produziu uma fração rica em alcalóides, possivelmente do tipo fenetilamina, tendo mostrado atividade contra Trichomonas vaginalis e células de melanoma vaginal.[19] Além disso, avaliações em uma linhagem celular de fibroblastos de camundongo indicaram que certos extratos da planta apresentaram atividade citotóxica, reduzindo a viabilidade celular até 68%.[16] Esses resultados destacam o crescente interesse em Melocactus zehntneri como uma fonte potencial de compostos bioativos.[20]
Alimentação humana e animal
Consumido naturalmente por algumas populações no nordeste brasileiro, o fruto é valorizado por seu sabor e alto teor de água, tornando-se um alimento útil em regiões áridas com climas extremos. Além do consumo direto, o fruto é utilizado na preparação de doces artesanais, como conservas e compotas, que fazem parte da gastronomia local e têm importante valor cultural.[17] Estudos etnobotânicos realizados na região semiárida do estado de Pernambuco têm documentado seu uso dentro da dieta de subsistência, especialmente em tempos de escassez.[21]
Além disso, em contextos de seca, o caule carnoso da planta também pode ser utilizado na alimentação de gado, especialmente em áreas onde a vegetação é escassa ou de baixa disponibilidade sazonal. Essa prática destaca a adaptabilidade da espécie a ambientes semiáridos, tornando-a uma alternativa viável como suplemento alimentar para animais em períodos críticos.[17][22]
Uso ornamental

Esta espécie de cacto é cultivada amplamente por seu valor ornamental, sendo propagada exclusivamente por meio de sementes. Em cultivo, recomenda-se cobrir a bandeja de germinação com vidro (para evitar que as sementes sequem) e manter uma temperatura constante entre 18 e 22 °C.[23]
A planta não tolera temperaturas frias nem temperaturas relativamente frescas, sobrevivendo com uma temperatura mínima entre 8 e 12 °C. Temperaturas mais baixas podem causar danos graves ou inclusive a morte da planta.[24]
Uso cultural e simbólico
Em algumas localidades do estado de Sergipe, atribui-se à planta propriedades protetoras contra influências negativas, como o mau-olhado ou a presença de espíritos malignos. Por isso, é comum encontrar indivíduos em jardins, pátios e espaços domésticos com a intenção de afastar energias indesejadas e brindar proteção espiritual ao lar. Ademais, utiliza-se esta espécie em rituais e cerimônias místico-religiosas, reforçando sua relevância como planta simbólica dentro do contexto cultural local.[25]
Outros usos
No estado de Sergipe, comunidades tradicionais utilizam o cefálio como material de enchimento para cangalhas, estruturas utilizadas no transporte de cargas por mulas e burros no sertão.[25]
Referências
- ↑ «Melocactus Zehntneride» (em inglês). The Plant List. 2010. Consultado em 25 de julho de 2014. Cópia arquivada em 29 de julho de 2023
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