Consciência de cor
Consciência de cor[1] é uma teoria que afirma que a igualdade perante a lei é insuficiente para lidar com as desigualdades raciais na sociedade. Ela rejeita o conceito de diferenças raciais fundamentais, mas sustenta que diferenças físicas como a cor da pele podem e impactam negativamente as oportunidades de vida de algumas pessoas.[2] O Juiz da Suprema Corte Harry Blackmun em 1978, declarou: "Para superar o racismo, devemos primeiro levar em conta a raça. Não há outra maneira. E para tratar algumas pessoas igualmente, devemos tratá-las de forma diferente".[3] (Caso Regents of the University of California v. Bakke).
Referências
- ↑ E.I.A.L. [S.l.]: Universidad de Tel Aviv, Escuela de Historia. 2008
- ↑ Appiah, Kwame Anthony; Gutmann, Amy (1996). Color Conscious...The Political Morality of Race. Princeton, NJ: Princeton University Press
- ↑ Blackmun, Harry. «Separate Opinion». Regents of the University of California v. Bakke. SUPREME COURT OF THE UNITED STATES. Consultado em 30 de setembro de 2013
Bibliografia
- Ansell, Amy Elizabeth (2013). «Color-Consciousness». Race and Ethnicity: The Key Concepts. [S.l.]: Routledge. pp. 45–47. ISBN 978-0-415-33794-6