Conde da Carreira


Conde da Carreira

Pariato Reino de Portugal Portugal
Criação D. Luís I
1 de Janeiro de 1862
Ordem Grande do Reino
Honras Honras de Parente
Tipo em vida
1.º titular Luís António de Abreu e Lima, 1.º Visconde da Carreira
Linhagem Távora
Actual titular extinto (1956)

Conde da Carreira com Honras de Parente é um título nobiliárquico português criado pelo Rei D. Luís I por Decreto de 1 de Janeiro de 1862 em favor do político liberal e diplomata Luís António de Abreu e Lima, 1.º Visconde da Carreira.[1]

O título de Visconde da Carreira foi criado pela Rainha D. Maria II por Decreto de 1 de Dezembro de 1834 em favor de Luís António de Abreu e Lima.

Ao título de Conde da Carreira foram acrescentadas Honras de Parente pelo Rei D. Luís I por Decreto de 31 de Outubro de 1862.[2]

Viscondes da Carreira (1834)

Título criado pela Rainha D. Maria II por Decreto de 1 de Dezembro de 1834 em favor de Luís António de Abreu e Lima.

Titulares

  1. Luís António de Abreu e Lima (1787–1871), 1.º Visconde e Conde da Carreira
  2. Diogo Gomes de Abreu e Lima (1775–1848), 2.º Visconde da Carreira
  3. Luís Bravo de Abreu e Lima (1815–1866), 3.º Visconde da Carreira
  4. Bento Malheiro Pita de Vasconcelos (1841–1915), 4.º Visconde da Carreira

Armas

As dos Condes da Carreira. Coroa de Visconde.

Condes da Carreira (1862)

Título criado pelo Rei D. Luís I por Decreto de 1 de Janeiro de 1862 em favor de Luís António de Abreu e Lima, 1.º Visconde da Carreira.

Ao título de Conde da Carreira foram acrescentadas Honras de Parente pelo Rei D. Luís I por Decreto de 31 de Outubro de 1862.

Titulares

  1. Luís António de Abreu e Lima (1787–1871), 1.º Visconde e Conde da Carreira
  2. Luís António Malheiro de Távora de Abreu e Lima (1886–1956), 2.º Conde da Carreira

Armas

Armas de Távora (plenas). Escudo: de prata com cinco faixas ondadas de azul, que representam o Rio Távora. Timbre: golfinho de azul. Coroa de Conde.

Referências

  1. Afonso Zúquete (2000). Nobreza de Portugal e do Brasil, Volume II. [S.l.]: Edições Zairol. pp. 485–488 
  2. Filipe Folque de Mendóça (2016). O Duque de Loulé - Crónica de um Percurso Político. [S.l.]: Universidade de Coimbra. p. 243