Coda (poética)

Coda num poema, de forma fixa ou não, é uma estrofe final, que arremata o assunto, algumas vezes fugindo do tema central. Nas artes, o termo coda aparece, sempre com um significado semelhante, como a coda na música, coda na gramática, coda no ballet..[1][2] Na arte poética, define-se como coda a uma estrofe final do poema, como no caso marcante da sextina, cujo terceto final tem essa denominação.[Nota 1][3][4]

O termo se origina no Latim coda, æ, que significa cauda,[5] através do italiano coda, com mesmo significado.[6]

Notas e referências

Notas

  1. Analogicamente, o dístico final de um soneto shakespeareano poderia ser chamado de coda, embora não seja assim conhecido.

Referências

  1. «Coda». Infopedia. Consultado em 16 de março de 2025 
  2. «Coda». Dicionário Online. Consultado em 16 de março de 2025 
  3. DOMINGUES, Edmir. Universo Fechado ou O Construtor de Catedrais. Recife: Bagaço, 1996, pág. 485-488.
  4. «Tipos de composições poéticas». Pensando em Literatura. Consultado em 16 de março de 2025 
  5. FARIA, Ernesto (org.). Dicionário escolar Latino-Português.Rio de Janeiro: Ministério da Educação e Cultura, 1962.
  6. «CODA (em português)». Youtube. Consultado em 16 de março de 2025