Coca-Cola Norsa
| Norsa | |
|---|---|
| Razão social | Norsa Refrigerantes S.A. |
| Empresa de capital fechado | |
| Atividade | Indústria de bebidas |
| Fundação | 1998 (28 anos) |
| Fundador(es) | Tasso Jereissati |
| Destino | Fusão com a Renosa e Refrescos Guararapes |
| Encerramento | 23 de abril de 2013 |
| Sede | |
| Área(s) servida(s) | Ceará, Bahia, Piauí e Rio Grande do Norte |
| Proprietário(s) | Calila Participações |
| Produtos | Refrigerantes, cervejas, chás, energéticos, isotônicos, sucos, produtos lácteos e água mineral |
| Empresa-mãe | Grupo Jereissati |
| Sucessora(s) | SolarBR Coca-Cola |
Coca-Cola Norsa foi uma empresa de bebidas brasileira, parceira da The Coca-Cola Company no estado do Ceará. A empresa era de propriedade do político e empresário Tasso Jereissati, por meio da holding Calila.
Fundada em 1998 a partir da aliança dos envasadores e distribuidores da Coca-Cola Company da Região Nordeste do Brasil, a Norsa produz o mesmo portfólio da Coca-Cola, com algumas exclusividades, como o refrigerante Crush.[1][2]
A empresa conta com cinco fábricas: Maracanaú (Ceará), Simões Filho (Bahia), Vitória da Conquista (Bahia), Teresina (Piauí) e Macaíba (Rio Grande do Norte), que produzem refrigerantes, chás, sucos, isotônicos, energéticos, hidrotônicos, cervejas (Heineken, Kaiser) e águas.
Em 2007, a Coca-Cola Norsa comprou a empresa RC Cola.[3]
No final de 2012, a Norsa se juntou com a Renosa, de Mato Grosso e o Refrescos Guararapes, de Pernambuco para formar uma nova empresa intitulada de Solar Refrescos, fundada no ano seguinte.[4]
Referências
- ↑ Simon, Cris (21 de julho de 2011). «Coca-Cola lança refrigerante de caju no Ceará». Revista Exame (Exame.com). Consultado em 10 de agosto de 2012
- ↑ «ABIR e Norsa». Site ABIR. 8 de agosto de 2011. Consultado em 10 de agosto de 2012. Arquivado do original em 4 de outubro de 2015
- ↑ «Parceiro da Coca-Cola compra a RC Cola». Portal G1. 14 de junho de 2007. Consultado em 10 de agosto de 2012
- ↑ Ulhôa, Raquel (20 de dezembro de 2012). «Fusão une Norsa, Renosa e Guararapes». Valor Econômico. Consultado em 4 de fevereiro de 2026