Ceres Costa Fernandes
| Ceres Costa Fernandes | |
|---|---|
| Nascimento | 28 de dezembro de 1942 (83 anos) |
| Nacionalidade | |
| Progenitores | Mãe: Maria Isabel Soares Costa Fernandes Pai: Francisco Costa Fernandes Sobrinho |
| Ocupação | ensaísta, cronista, contista e professora universitária |
Ceres Costa Fernandes (Salvador, 28 de dezembro de 1942) é uma ensaísta, cronista, contista e professora universitária brasileira, especialista em literatura portuguesa.[1]
Biografia
Filha de Francisco Costa Fernandes Sobrinho e de Maria Isabel Soares Costa Fernandes, nasceu na cidade de Salvador em 28 de dezembro de 1942. em 1944, mudou-se para o Maranhão com a família. É irmã do também escritor Ronaldo Costa Fernandes, e neta do desembargador Henrique Costa Fernandes, ambos membros da Academia Maranhense de Letras.[2]
É Licenciada em Letras – Inglês e Português pela Universidade Federal do Maranhão – UFMA (1974) e Mestra em Letras pela Pontifícia Universidade Católica – PUC –RJ (1987), além de especialista em semiologia. No âmbito profissional foi professora da TV Educativa do Maranhão (1973-82) e é professora aposentada do Curso de Letras da Universidade Federal do Maranhão (1975-1996), tendo recebido o título de Professora Emérita em 2020[3]. De 1998 a 2008 trabalhou em cargos técnicos voltados a Educação no Governo do Maranhão. De 2009 a 2014 foi Diretora do Centro de Criatividade Odylo Costa Filho e integrante do Conselho Estadual de Cultura.[1]
Em 21 de dezembro de 2001 foi eleita para a Cadeira 39 da Academia Maranhense de Letras, na sucessão de Pires de Saboia. Foi empossada em 24 de maio de 2002 e recepcionada por Joaquim Salles de Oliveira Itapary Filho. É também integrante da Academia Ludovicense de Letras e da Academia Sambentuense de Artes e Letras.[1]
Obras
- 1990 - O narrador plural na obra de José Saramago[4]
- 2000 - Apontamentos de literatura medieval – literatura e religião[5]
- 2000 - O último pecado capital & outras histórias[5]
- 2008 - Surrealismo & loucura e outros ensaios
- 2015 - Café Literário - Memória
- 2025 - Contos de Desamor [6]
- 2025 - De Peixes & solidão[6]
Obras organizadas
- 2002 - Seleta maranhense de contos e crônicas, com José Chagas e notas de Jomar Moraes;
- 2023 - O Essencial de Lucy Teixeira[7];
- 2024 - Crônicas de Lucy Teixeira - Cenas do Cotidiano de São Luís - 1947.
Comendas e Honras
| Ano | Premiação |
|---|---|
| 2008 | |
| 2012 |
Referências
- ↑ a b c «Dados biográficos de Ceres Costa Fernandes». academiamaranhense.org.br. Consultado em 12 de setembro de 2024. Cópia arquivada em 1 de julho de 2022
- ↑ «Ceres Costa Fernandes». sacadaliteraria.com.br. Fevereiro de 2022. Consultado em 12 de setembro de 2024. Cópia arquivada em 24 de junho de 2024
- ↑ «UFMA concede títulos de Professor Émerito». portais.ufma.br. 28 de outubro de 2020. Consultado em 12 de setembro de 2024. Cópia arquivada em 27 de junho de 2024
- ↑ «Cinco livros foram lançados pela EDUFMA na AML». portais.ufma.br. 27 de maio de 2016. Consultado em 12 de setembro de 2024. Cópia arquivada em 27 de junho de 2024
- ↑ a b «Obras de Ceres Costa Fernandes». literaturabrasileira.ufsc.b. Consultado em 12 de setembro de 2024. Cópia arquivada em 12 de setembro de 2024
- ↑ a b Evandro Júnior (8 de outubro de 2025). «Ceres Costa Fernandes lança obras inéditas e novas edições de títulos consagrados». imirante.com. Consultado em 2 de fevereiro de 2026
- ↑ «Ceres Costa Fernandes lança obra sobre Lucy Teixeira». sacadaliteraria.com.br. Consultado em 12 de setembro de 2024. Cópia arquivada em 16 de abril de 2024
- ↑ a b c d «Condecorações de Ceres Costa Fernandes». revistapergaminho.aicla.org.br. Junho de 2022. Consultado em 12 de setembro de 2024. Cópia arquivada em 12 de setembro de 2024
| Precedido por Pires de Saboia |
2001 — presente |
Sucedido por — |