Caviúna

Caviúna
Estado de conservação
Espécie pouco preocupante
Pouco preocupante (IUCN 3.1) [1]
Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Fabales
Família: Fabaceae
Subfamília: Faboideae
Género: Machaerium
Espécie: M. scleroxylon
Nome binomial
Machaerium scleroxylon
Tul.
Sinónimos
Machaerium nyctitans var. scleroxylon (Tul.) Hassl.

A caviúna (Machaerium scleroxylon), ou cabiúna, é uma árvore leguminosa natural do Brasil (não endêmica), nos estados da Bahia, Piauí, Paraná, Goiás, Minas Gerais, São Paulo e também no distrito Federal. Ocorre na floresta ombrófila densa da Mata Atlântica, em solos ricos, tanto na mata primária quanto em formações secundárias bem como no Cerrado[2].

É uma espécie secundária tardia, frequente em pastagens. A floração ocorre entre os meses de outubro e dezembro e a maturação dos frutos de outubro a dezembro de abril a julho, no Paraná; de abril a setembro, em São Paulo e, de agosto a dezembro, em Minas Gerais. O processo reprodutivo inicia por volta dos dez anos de idade, em plantios.

Sua germinação ocorre em até 90 dias após a semeadura. O poder germinativo é geralmente alto (até 95%).[3] Seu nome é de origem tupi, e contém o elemento una, escuro.[4]

Referências

  1. Groom, A. (2012). Machaerium scleroxylon (em inglês). IUCN 2012. Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da IUCN. 2012​: 3.1. doi:https://dx.doi.org/10.2305/IUCN.UK.2012.RLTS.T19892527A20102957.en Página visitada em 01 de abril de 2021.
  2. «Flora do Brasil 2020». floradobrasil.jbrj.gov.br. Consultado em 1 de abril de 2021 
  3. Mariana Nardy (1 de julho de 2010). «Caviúna». Instituto Brasileiro de Florestas (IBF). Consultado em 25 de julho de 2010 
  4. Navarro, Eduardo de Almeida (2013). Dicionário de tupi antigo: a língua indígena clássica do Brasil. São Paulo: Global. ISBN 978-85-260-1933-1  Informe a(s) página(s) que sustenta(m) a informação (ajuda)

Fontes

  • Lorenzi, Harri: Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas do Brasil, vol. 1. Instituto Plantarum, Nova Odessa, SP, 2002, 4a. edição. ISBN 85-86174-16-X