Caso Juliana Marins

Juliana Marins
Marins em 2025
Nome completoJuliana de Souza Pereira Marins
Nascimento
Morte
c. 24 de junho de 2025 (26 anos)

Nacionalidadebrasileira
Alma materUFRJ (grad.)

Em junho de 2025, a publicitária e mochileira brasileira Juliana de Souza Pereira Marins[1] (Niterói ou Rio de Janeiro,[a] 24 de agosto de 1998Lomboque, c. 24 de junho de 2025) realizava um mochilão pela Ásia quando desapareceu ao cair em um vulcão durante uma trilha no monte Rinjani, na ilha de Lomboque, Indonésia. Sua morte, confirmada quatro dias após o desaparecimento, teve grande repercussão na mídia brasileira.

Desaparecimento e resgate

Juliana desapareceu em 20 de junho de 2025, durante uma trilha no Monte Rinjani, um vulcão ativo de 3,726 metros de altitude. Segundo sua família, ela teria sofrido por fadiga durante a escalada e pedido para descansar, quando então teria sido deixada sozinha por mais de uma hora, tendo então escorregado em uma trilha resvaladiça durante a noite, caindo cerca de 300 m abaixo do caminho principal.[4][5]

No sábado pela manhã, 21 de junho, ela foi avistada por um drone operado por turistas e por equipes oficiais, a aproximadamente 500 metros abaixo da trilha, numa zona de difícil acesso.[6] Nas primeiras imagens, Juliana ainda aparentava estar viva e consciente, já que fazia sinal ao drone sentada em uma das rochas.[7] Logo depois, em novas filmagens, a jovem já não se encontrava mais presente no mesmo lugar e uma suposta gravação a mostrava já imóvel em outro ponto do monte, dando a entender que estava morta.[8] Equipes de resgate enfrentaram clima adverso, neblina e terreno íngreme, o que dificultou o acesso imediato ao local.[9][10] A localização dela só foi possível por conta de uma lanterna acesa, que provavelmente foi deixada pela montanhista para dar uma pista para seu resgate, assim como um bastão.[11]

Operações de resgate

  • Equipes locais e internacionais, incluindo a Embaixada do Brasil em Jacarta, atuaram no resgate; helicópteros foram cogitados, mas não chegaram a ser usados por conta das condições climáticas desfavoráveis.[12] O resgate foi operado pelas equipes Basarnas, Unidade SAR Lotim Brimob, Polícia Florestal, EMHC, Lorax, trabalhadores locais e a Rinjani Squad.[13]
  • A irmã de Juliana, Mariana Marins, negou informações sobre o recebimento de alimentos, água ou agasalhos entregues pela equipe de resgate, afirmando que tais narrativas eram falsas ou forjadas.[14]
  • O Ministério das Relações Exteriores do Brasil confirmou o envio de dois funcionários ao local para acompanhar a operação e prestar suporte diplomático.[15]

Agam Rinjani, voluntário que liderou uma das equipes de resgate, relatou em entrevista a O Globo as condições extremas na montanha e como sua equipe velou pela jovem durante a noite, à beira de um penhasco de 500 metros.[16]

Morte

No dia 24 de junho de 2025, quatro dias após o acidente, autoridades indonésias confirmaram que Juliana não resistiu e morreu no local onde foi encontrada. O resgate foi realizado após equipes chegarem ao seu corpo, afetado pela estrutura extrema do terreno e pelas condições climáticas adversas.[17][18][19][20] No dia 25 de junho, seu corpo foi retirado da encosta por via terrestre, pois as condições climáticas impediram o uso do helicóptero.[21]

Resultado da autópsia na Indonésia

As autoridades publicaram os resultados da autópsia no dia 27 de junho, por meio da qual foi revelado que a causa da morte foram fraturas em diversas partes do corpo, além de hemorragia após uma queda. O especialista forense Ida Bagus Alit estimou que o óbito teria ocorrido cerca de vinte minutos após o trauma. Não foram encontrados sinais de hipotermia.[22][23] Mariana Marins, irmã de Juliana, relata que a família só soube pela mídia e que as informações superficiais contradizem os relatos e vídeos na montanha.[24]

Nova autópsia no Brasil

A família de Juliana Marins pediu uma nova autópsia no corpo da jovem, que morreu após uma queda durante uma trilha no vulcão Rinjani, na Indonésia. O pedido foi feito pela Defensoria Pública da União (DPU) à Justiça Federal, com apoio do Gabinete de Gestão Integrada Municipal (GGIM) da Prefeitura de Niterói, e foi aceito pela Advocacia-Geral da União (AGU).[25] A nova autópsia foi realizada no dia 2 de julho de 2025, no Instituto Médico Legal (IML) Afrânio Peixoto, no Rio de Janeiro. O laudo preliminar deve ser entregue em até sete dias a partir da data do exame, ou seja, por volta de 9 de julho de 2025.[26]

A família solicitou a nova autópsia devido a dúvidas sobre as circunstâncias da morte de Juliana, especialmente em relação à causa e ao momento exato do óbito. A primeira autópsia, realizada em Bali em 26 de junho de 2025, indicou que Juliana morreu devido a um trauma contundente com múltiplas fraturas e lesões internas, com falecimento estimado cerca de 20 minutos após a queda. No entanto, imagens de drones feitas por turistas sugerem que Juliana pode ter sobrevivido por mais tempo, possivelmente aguardando socorro, o que levantou questionamentos sobre uma possível omissão de socorro pelas autoridades indonésias. Além disso, a certidão de óbito emitida pela Embaixada do Brasil em Jacarta foi considerada inconclusiva, e a família criticou a divulgação do laudo inicial, que ocorreu em uma coletiva de imprensa antes de serem informados oficialmente. A nova perícia busca esclarecer essas inconsistências e determinar se houve negligência no resgate.[27][28]

Resultado da autópsia brasileira

A Polícia Civil do Rio de Janeiro constatou que a publicitária Juliana Marins, de 26 anos, morreu em decorrência de diversos traumas causados por uma queda de grande altura. O relatório do Instituto Médico-Legal (IML), com base na análise do corpo, indicou que a causa direta do óbito foi uma hemorragia interna, provocada por lesões em múltiplos órgãos e politraumatismo, compatíveis com um impacto de alta energia. De acordo com os especialistas, Juliana sobreviveu por, no máximo, 10 a 15 minutos após a colisão, sugerindo que não houve sobrevida significativa após o incidente.[29]

O exame do IML não conseguiu precisar o horário do falecimento de Juliana Marins, uma vez que o corpo chegou embalsamado, o que dificultou a avaliação. A perícia confirmou que as lesões, consistentes com um único impacto de grande intensidade, resultaram em danos severos a órgãos vitais, crânio, tórax, abdome, pelve, membros e coluna, não sendo possível determinar se houve quedas prévias.[29][30]

Condições como estresse severo, isolamento e um ambiente desfavorável podem ter causado desorientação em Juliana, influenciando suas ações antes do ocorrido. Foram observadas lesões musculares e ressecamento ocular, mas sem evidências de desnutrição, exaustão extrema ou consumo de substâncias. Quando questionados sobre a relevância da ausência de atendimento imediato, os peritos esclareceram que a falta de informações impossibilita uma conclusão definitiva sobre a possibilidade de sobrevida.[29][31][32]

Durante uma entrevista coletiva na tarde do dia 11 de julho, o perito da Polícia Civil do Rio de Janeiro afirmou que é possível estimar que Juliana sobreviveu até 32 horas depois da primeira queda em uma trilha na Indonésia.[33]

Repercussão

A morte de Juliana gerou grande comoção nas redes sociais no Brasil e forte cobertura da imprensa nacional e internacional. Amigos e familiares mobilizaram campanhas para pressionar o governo brasileiro por mais agilidade no resgate, o que levou o Itamaraty a confirmar o envio de dois representantes à Indonésia para acompanhar a operação e prestar apoio à família.[34][5] O Itamaraty e diversos membros do governo emitiram seus pesares.[5]

Durante a fase do translado, um grupo de deputados protocolou um pedido para que o referido órgão diplomático investigasse a demora no resgate.[35] Já internamente, na Indonésia, segundo o jornal Indonesia Business Post, especialistas e grupos ligados ao direito passaram a defender, entre outras coisas, o investimento em equipamento avançado para a equipe de resgate, bem como acordos bilaterais sobre como lidar com vítimas estrangeiras no setor de turismo local.[36] O caso obteve repercussão internacional com destaque em diversos veículos de imprensa.[37][38][39][40][41]

Dois dias após a confirmação da morte, o Ministério das Florestas da Indonésia prestou condolências oficiais à família de Juliana.[42] Nesse mesmo período, a BBC da Indonésia publicou um vídeo de drone por meio do qual o corpo de Juliana Marins era visto, sem censura. Devido às reações negativas nas redes sociais, o vídeo foi apagado e uma versão borrada foi publicada.[43][13]

A questão do translado do corpo de Juliana Marins veio à tona quando o Itamaraty anunciou que, segundo o artigo 259 do decreto 9.199/2017, não cabe ao ministério arcar com o translado de cidadãos brasileiros mortos no exterior, o que comoveu a prefeitura de Niterói, que se ofereceu para arcar com os custos. Pouco depois, o presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou que revogaria tal decreto especificamente para que o governo assumisse a responsabilidade das despesas de casos como este.[44][45][46][47][48] O novo decreto, de número 12.535, com as alterações, foi publicado no Diário Oficial da União no dia 26 de junho de 2025.[49][48] Apesar da iniciativa presidencial, a família aceitou o apoio da prefeitura de Niterói.[50]

Logo depois, o senador Romário (PL-RJ) anunciou a protocolação do projeto "Lei Juliana Marins", que determinaria que o governo federal faça a repatriação de brasileiros mortos no exterior, arcando com os custos do enterro e cremação.[51]

Contexto

O Monte Rinjani é o segundo ponto mais alto da Indonésia e um destino popular entre aventureiros. A trilha até o cume pode durar de dois a quatro dias e exige preparo físico, equipamentos adequados e acompanhamento profissional. As autoridades locais alertam que a região apresenta riscos devido ao terreno instável e ao clima imprevisível.[52][53][54]

Notas e referências

Notas

  1. As fontes apontam informações diferentes sobre o exato local de nascimento de Juliana. Enquanto algumas apontam Niterói, outras apontam a cidade do Rio de Janeiro.[2][3]

Referências

  1. Brasil, Mariana (25 de junho de 2025). «Autópsia de Juliana Marins deve ocorrer na noite desta quarta (25), dizem membros do Itamaraty». Folha de S.Paulo. Consultado em 25 de junho de 2025 
  2. Bonets, Vitor (24 de junho de 2025). «Corpo de Juliana Marins será içado de vulcão ao amanhecer na Indonésia». CNN Brasil. Consultado em 26 de junho de 2025 
  3. «Corpo de Juliana Marins é levado a Bali para autópsia; peritos investigam causa e hora da morte». g1. 26 de junho de 2025. Consultado em 26 de junho de 2025 
  4. «Brasileira desaparecida em vulcão na Indonésia foi encontrada com vida». NSC Total. 22 de junho de 2025. Consultado em 24 de junho de 2025 
  5. a b c Martins, Filipe (24 de junho de 2025). «Governo lamenta morte de brasileira na Indonésia». G1. Consultado em 24 de junho de 2025 
  6. «Brasileira desaparecida em vulcão na Indonésia é encontrada com vida, diz família». Jornal de Brasília. 22 de junho de 2025. Consultado em 24 de junho de 2025 
  7. «Imagens de drone mostram onde estava o corpo de Juliana Marins em penhasco na Indonésia». Folha de S.Paulo. 25 de junho de 2025. Consultado em 28 de junho de 2025 
  8. «Juliana Marins: brasileira foi achada 'visualmente imóvel' a 500m de profundidade, e Indonésia avalia opções para resgate 'crítico'». O Globo. 23 de junho de 2025. Consultado em 28 de junho de 2025 
  9. «Itamaraty aciona equipe para resgate de brasileira em vulcão na Indonésia». Sul21. 23 de junho de 2025. Consultado em 24 de junho de 2025 
  10. «Terceiro dia de buscas por brasileira desaparecida na Indonésia é interrompido, dizem familiares». NSC Total. Consultado em 24 de junho de 2025 
  11. «Juliana Marins: corpo da brasileira é recuperado de vulcão na Indonésia». BBC News Brasil. 25 de junho de 2025. Consultado em 28 de junho de 2025 
  12. «Brasileira que caiu em trilha na Indonésia é localizada com drone térmico». Jornal de Brasília. Consultado em 24 de junho de 2025 
  13. a b Viana, Luana (24 de junho de 2025). «TV na Indonésia mostra imagem de brasileira morta, apaga e se desculpa». www.metropoles.com. Consultado em 26 de junho de 2025 
  14. «Parque fecha trilha para resgate de Juliana Marins». G1. 24 de junho de 2025. Consultado em 24 de junho de 2025 
  15. Gortázar, Naiara Galarraga (23 de junho de 2025). «Brasil, pendiente del rescate de una turista accidentada en un volcán de Indonesia». El País América (em espanhol). Consultado em 24 de junho de 2025 
  16. Bustamante, Anna (25 de junho de 2025). «'Estou triste, não consegui salvá-la, mas segurei seu corpo a noite inteira', lamenta voluntário que liderou equipe para salvar Juliana na Indonésia». O Globo. Consultado em 26 de junho de 2025 
  17. Rosa, João (24 de junho de 2025). «Itamaraty lamenta morte de brasileira que caiu em vulcão na Indonésia». CNN Brasil. Consultado em 26 de junho de 2025 
  18. «Brasileira Juliana Marins, que caiu em vulcão na Indonésia, é encontrada morta». BBC News Brasil. 24 de junho de 2025. Consultado em 24 de junho de 2025 
  19. «Brasileira Juliana Marins é encontrada morta na Indonésia quatro dias após cair em trilha». Folha de S.Paulo. 24 de junho de 2025. Consultado em 24 de junho de 2025 
  20. «Brasileira Juliana Marins é encontrada morta em vulcão na Indonésia». VEJA. Consultado em 24 de junho de 2025 
  21. Viana, Luana (25 de junho de 2025). «Veja momento em que corpo de brasileira é içado de vulcão na Indonésia | Metrópoles». www.metropoles.com. Consultado em 25 de junho de 2025 
  22. «Médico de autópsia diz que Juliana Marins morreu 20 minutos após queda». CNN Brasil. 27 de junho de 2025. Consultado em 27 de junho de 2025 
  23. «Morte de Juliana Marins em vulcão na Indonésia: o que autópsia revela». BBC News Brasil. 27 de junho de 2025. Consultado em 27 de junho de 2025 
  24. Bustamante, Anna (27 de junho de 2025). «Pai e irmã de Juliana Marins souberam de resultado de autópsia pela imprensa: 'Ninguém falou com a gente'». O Globo. Consultado em 27 de junho de 2025 
  25. Toledo, Madu (30 de junho de 2025). «Família pede nova autópsia quando corpo de Juliana voltar ao Brasil». Metrópoles. Consultado em 3 de julho de 2025 
  26. «Corpo de Juliana é liberado após autópsia no Rio; laudo sai em até 7 dias». UOL. 2 de julho de 2025. Consultado em 3 de julho de 2025 
  27. «Nova perícia no corpo de Juliana Marins 'vai oferecer um pouco mais do que veio da autópsia da Indonésia', diz defensora pública». g1. 3 de julho de 2025. Consultado em 3 de julho de 2025 
  28. Nascimento, Rafael (1º de julho de 2025). «Nova autópsia no corpo de Juliana Marins pode levar caso a cortes internacionais, afirma Defensoria». g1. Consultado em 3 de julho de 2025 
  29. a b c Leitão, Leslie (8 de junho de 2025). «Polícia do RJ confirma que traumas de queda mataram Juliana Marins, mas diz que não é possível precisar a data». g1. Consultado em 9 de junho de 2025 
  30. Leitão, Leslie (8 de junho de 2025). «Caso Juliana Marins: Estado do corpo comprometeu parte das análises periciais, aponta laudo do IML». g1. Consultado em 9 de junho de 2025 
  31. «Nova necrópsia aponta que múltiplos traumas provocaram morte de Juliana Marins». Estadão. 8 de junho de 2025. Consultado em 9 de junho de 2025 
  32. «Autópsia indica que Juliana morreu em razão de traumas provocados por queda». UOL. 8 de junho de 2025. Consultado em 9 de junho de 2025 
  33. Coelho, Henrique (11 de junho de 2025). «Juliana Marins desceu 220 metros na primeira queda e morreu em uma segunda; perito estima que ela permaneceu viva 32 horas». g1. Consultado em 12 de junho de 2025 
  34. «Brasileira desaparecida em vulcão será resgatada neste domingo». Metrópoles. 23 de junho de 2025. Consultado em 24 de junho de 2025 
  35. Rocha, Valentina (24 de junho de 2025). «Deputados protocolaram pedido junto ao Itamaraty para investigar demora no envio de ajuda a Juliana Marins». VEJA. Consultado em 25 de junho de 2025 
  36. Rinaldi, Renold (25 de junho de 2025). «Brazilian climber's death at Rinjani questions over Indonesia's rescue protocols». Indonesia Business Post (em inglês). Consultado em 25 de junho de 2025 
  37. «Dancer tourist found dead in active volcano crater after 4-day rescue op». The Sun (em inglês). 24 de junho de 2025. Consultado em 24 de junho de 2025 
  38. «Morreu brasileira que esperava resgate em vulcão na Indonésia». SIC Notícias. 24 de junho de 2025. Consultado em 24 de junho de 2025 
  39. Wee, Sui-Lee; Suhartono, Muktita (24 de junho de 2025). «Helicopter Being Sent for Brazilian Who Fell While Hiking Indonesian Volcano». The New York Times (em inglês). ISSN 0362-4331. Consultado em 24 de junho de 2025 
  40. Clarín, Redacción (24 de junho de 2025). «Hallaron muerta a la joven brasileña que cayó hace tres días en un volcán en Indonesia». Clarín (em espanhol). Consultado em 24 de junho de 2025 
  41. à 08h45, Par Julie Bernichan Le 24 juin 2025; À 17h13, Modifié Le 24 Juin 2025 (24 de junho de 2025). «« Elle n'a pas résisté » : la touriste de 26 ans coincée depuis trois jours dans un volcan actif d'Indonésie est morte». leparisien.fr (em francês). Consultado em 24 de junho de 2025 
  42. «Indonésia presta condolências oficiais à família de Juliana Marins dois dias após confirmação da morte». cbn. 26 de junho de 2025. Consultado em 26 de junho de 2025 
  43. Capuano, Amanda (26 de junho de 2025). «TV da Indonésia impõe um último descaso a Juliana Marins após a morte | Tela Plana». VEJA. Consultado em 26 de junho de 2025 
  44. Mathias, Lucas. «Prefeitura de Niterói vai assumir translado do corpo de Juliana Marins ao Brasil». VEJA. Consultado em 26 de junho de 2025 
  45. Durães, Uesley (25 de junho de 2025). «Por que Itamaraty não trará corpo de brasileira morta na Indonésia?». Uol. Consultado em 26 de junho de 2025 
  46. Teixeira, Lucas Borges (26 de junho de 2025). «Lula fala com pai e manda trazer corpo de Juliana Marins ao Brasil». UOL. Consultado em 26 de junho de 2025 
  47. Bonets, Vitor (26 de junho de 2025). «Lula contradiz Itamaraty e promete traslado de brasileira morta em vulcão». CNN Brasil. Consultado em 26 de junho de 2025 
  48. a b Lula da Silva, Luiz Inácio (26 de junho de 2025). «DECRETO Nº 12.535, DE 26 DE JUNHO DE 2025 - DOU - Imprensa Nacional». www.in.gov.br. Consultado em 27 de junho de 2025 
  49. Santos, Robson (27 de junho de 2025). «Lula altera decreto de 2017 sobre traslado de corpos do exterior». UOL. Consultado em 27 de junho de 2025 
  50. Pécora, Giovanna (27 de junho de 2025). «Juliana Marins: família escolhe ajuda de Niterói para pagar traslado | Metrópoles». www.metropoles.com. Consultado em 27 de junho de 2025 
  51. «Romário protocola projeto de lei 'Juliana Marins' para repatriação de brasileiros mortos no exterior». O Globo. 25 de junho de 2025. Consultado em 28 de junho de 2025 
  52. «Como é a trilha para o vulcão onde brasileira caiu na Indonésia». G1. 22 de junho de 2025. Consultado em 24 de junho de 2025 
  53. «Caso Juliana Marins: por que monte Rinjani é tão perigoso e quantas mortes ocorreram?». BBC News Brasil. 24 de junho de 2025. Consultado em 24 de junho de 2025 
  54. «Juliana Marins é 10ª pessoa a morrer no Monte Rinjani, na Indonésia, nos últimos 5 anos». www.otempo.com.br. Consultado em 24 de junho de 2025 

Ligações externas