Caryodendron orinocense
Caryodendron orinocense
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| Estado de conservação | |||||||||||||||||||
![]() Pouco preocupante (IUCN 3.1) [1] | |||||||||||||||||||
| Classificação científica | |||||||||||||||||||
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| Nome binomial | |||||||||||||||||||
| Caryodendron orinocense H.Karst. | |||||||||||||||||||
| Distribuição geográfica | |||||||||||||||||||
![]() Área de distribuição aproximada de Caryodendron orinocense[1]
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Caryodendron orinocense[1] é uma árvore perenifólia da família Euphorbiaceae.
Essa espécie de angiosperma é nativa do noroeste da América do Sul, particularmente das bacias hidrográficas dos rios Orinoco e Amazonas, localizadas em países como Colômbia, Venezuela, Equador, Peru e Brasil. Descrita originalmente por Gustav Hermann Karsten em 1858, a árvore se destaca por sua copa densa e frondosa, bem como pela produção de frutos, cada um contendo três nozes comestíveis. Caryodendron orinocense é notável pelo óleo extraído de suas nozes, que é comestível e também utilizado em cosméticos.
Descrição

Caryodendron orinocense é uma árvore que pode atingir de 30 a 40 m de altura em florestas.[2] Em plantações, alcança até 15 m.[3] Seu tronco é reto e cilíndrico antes de se ramificar em numerosos galhos.[2] A casca externa é lisa e se desprende periodicamente em placas laminares. Possui um sistema radicular amplo e superficial, com raízes grossas que, por vezes, ficam visíveis acima do solo.[2] A longevidade da espécie ultrapassa 60 anos.[4]
É uma árvore perenifólia com uma copa densa e frondosa.[4] Suas folhas são simples e dispostas em arranjo alternado no caule. Têm formato elíptico ou oval, medindo de 12 a 25 cm de comprimento por 4 a 10 cm de largura.[3]
É uma planta dioica, com indivíduos machos e fêmeas. Sua inflorescência masculina é um racemo terminal com pequenas flores esverdeadas de 2,5 a 3,5 mm de diâmetro. Nem as flores masculinas nem as femininas possuem pétalas. A inflorescência feminina é uma espiga terminal, também com flores esverdeadas de 2,5 a 3,5 mm de diâmetro, contendo brácteas grandes e persistentes.[2]
Seu fruto é uma cápsula oval e lenhosa, de cor marrom-acinzentada, com 3,2 a 4,5 cm de diâmetro. Cada fruto contém três nozes ou sementes (raramente duas ou quatro), que são levemente convexas e possuem três faces.[2][5] Cada noz contém uma única semente coberta por uma testa e pesa aproximadamente 2,7 g.[6]
Taxonomia e etimologia

A espécie Caryodendron orinocense foi descrita em 1858 pelo botânico alemão Gustav Hermann Karsten e publicada em Florae Columbiae.[7] O nome científico Caryodendron deriva do grego antigo káryon, que significa "noz", e déndron, que significa "árvore". O epíteto orinocense indica que a espécie foi inicialmente identificada próxima ao rio Orinoco.[4]
Caryodendron orinocense está classificada na seguinte árvore filogenética dentro da tribo Caryodendreae [en].[notas 1] O número entre parênteses indica o ano em que a espécie foi descrita.[9][10]
Caryodendreae [en]
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Nomes comuns
Os nomes comuns de Caryodendron orinocense (em outros idiomas) incluem:
- Cacay[3][11][12][13][14]
- Inchi[2][3][4][5][11][14][15][notas 2]
- Tacay[4][11][3]
- Noz do Orinoco[17] ou Orinoconut[18]
- Maní de árbol[3][11]
- Nuez ou nogal de Barquisimeto[3][11][19]
- Nuez de Barinas[20]
- Meto huayo[11] ou Metohuayo[15]
- Palo de nuez[2]
- Nueza criolla[21]
Distribuição, habitat e ecologia

Caryodendron orinocense é uma espécie nativa das bacias hidrográficas dos rios Orinoco e Amazonas, sendo encontrado em países como Colômbia, Venezuela, Equador, Peru e Brasil.[12] Na Colômbia, está distribuído em Piedemonte llanero [en][notas 3] nas encostas orientais dos Andes.[23] Também é encontrado na bacia do rio Magdalena.[1] A espécie foi registrada em cinco departamentos colombianos (Antioquia, Caquetá, Cundinamarca, Meta, Putumayo), influenciando três regiões naturais colombianas (Andina, Orinoquia e Amazônica).[24] Na Venezuela, a planta cresce nos estados de Apure, Lara e Barinas.[20][23] Também pode ser encontrada no Equador, Peru e Brasil na parte ocidental da bacia do rio Amazonas.[3][25]
A árvore cresce na transição entre floresta tropical úmida e floresta subtropical úmida, recebendo uma precipitação média anual de 2.000 a 5.000 mm.[3][26] Desenvolve-se preferencialmente em terrenos com boa drenagem que não inundam facilmente.[3] Tolera alguns meses de seca moderada, mas não suporta longos períodos de estiagem. A espécie também pode suportar curtos períodos de saturação de água, mas não tolera encharcamento permanente.[2][3] Caryodendron orinocense prospera em solos férteis originados de depósitos aluviais, mas pode se adaptar a diferentes tipos de solo, que são ácidos e pobres em nutrientes.[23]
Caryodendron orinocense se desenvolve melhor em climas quentes e em planícies de baixa altitude, com temperaturas médias de 22 a 28 °C e umidade relativa de 70 a 90%.[25][27] No entanto, pode ser encontrado em altitudes que variam do nível do mar até 2.300 m de altitude.[3]
Propagação

Em condições naturais, a reprodução de Caryodendron orinocense é sexuada; suas sementes germinam bem no solo, uma a duas semanas após caírem da árvore.[2][15] As sementes da espécie são recalcitrantes, pois perdem rapidamente sua viabilidade quando armazenadas.[2][28] Um estudo conduzido em 2012 por Judith García e Carmen Basso concluiu que as sementes de Caryodendron orinocense toleram até oito dias de armazenamento antes de perderem a viabilidade, preferencialmente em temperaturas de 12 a 13 °C.[28]
A espécie também pode se reproduzir por meios vegetativos (assexuados), especialmente por enxertia, comumente usada no cultivo de Caryodendron orinocense.[3][15] Por outro lado, a propagação por estaquia não produz resultados satisfatórios, pois, mesmo quando a planta apresenta crescimento de calo, não desenvolve novas raízes ou brotos.[15][29]
Cultivo

Caryodendron orinocense cultivado cresce lentamente no início. Durante essa fase, uma sombra moderada contribui favoravelmente para seu desenvolvimento.[15][21] Caryodendron orinocense pode ser plantado em sacos em um viveiro por cerca de um ano, até atingir uma altura de aproximadamente 50 cm.[30] Quando a árvore está produzindo frutos ativamente, é uma planta heliófita, embora tolere alguma sombra. Caryodendron orinocense deve ser plantado em paralelo com outra planta de crescimento rápido e com copa pequena, que forneça sombra à árvore jovem, mas não concorra por luz solar durante sua fase adulta.[15] Algumas plantações associam Caryodendron orinocense a outra cultura que fornece uma cobertura vegetal viva,[notas 4] como Pueraria lobata.[15]

O fruto maduro de Caryodendron orinocense se separa fisiologicamente da planta e cai no chão.[3] As árvores de Caryodendron orinocense começam a produzir frutos entre 4 e 7 anos de idade. Uma única árvore de 10 anos pode produzir de 100 a 250 kg de nozes por ano,[30] embora algumas árvores tenham sido relatadas produzindo até 800 kg de nozes por ano.[3]
Propriedades e usos
Óleo de Caryodendron orinocense
Caryodendron orinocense é renomado pela qualidade de seu óleo vegetal.[5] Cada fruto de Caryodendron orinocense geralmente produz três nozes, das quais pode ser extraído um óleo líquido de cor amarelo-esverdeada.[2] Esse óleo representa entre 40 e 60% do peso da semente.[2][3][23] Vários estudos (Pérez 2001, Cisneros Torres 2006) relatam que o óleo de Caryodendron orinocense é composto por 71 a 75% de ácido linoleico, um ácido graxo essencial da família dos ácidos graxos ômega-6, importante para cuidados com a pele.[6][8][20] Outros estudos relataram teores de ácido linoleico de 58% (Medeiros de Azevedo 2020) e 85% (Radice 2014).[32][33] Essa alta concentração de gordura poli-insaturadas (neste caso, ácido linoleico) é superior à do óleo de soja (60%), óleo de milho (55,5%), óleo de gergelim (42%), óleo de amendoim (26%), óleo de coco (14%), azeite (9,5%) e azeite de dendê (8%).[3]
O óleo de Caryodendron orinocense é utilizado na produção de cosméticos, como sabonetes, protetores solares e cremes para a pele.[21] O potencial desse óleo para fins cosméticos ainda está sendo desenvolvido; no entanto, vários estudos (Pérez 2001, Ortega Álvarez 2014) já destacaram seu futuro promissor nesse campo.[11][20] O óleo de Caryodendron orinocense também é usado diretamente como óleo comestível.[3][21]
Nutrição

| Propriedades | Quantidade |
|---|---|
| Óleo vegetal | 40-60%[2][3][23] |
| Gordura poli-insaturada (no óleo) | 71-75%[6][8][20] |
| Calorias por noz | 641-691[8][27] |
| Proteína | 15-19%[6][8][19] |
| Amido | 17%[8] |
A noz de Caryodendron orinocense é rica em fósforo, cálcio e ferro.[8][27] Cerca de 15 a 19% da noz é composta por proteína, enquanto a matéria orgânica seca após a extração do óleo contém de 43 a 46% de proteína.[3][8] As nozes de frutos maduros são comestíveis e têm um sabor agradável, semelhante ao do amendoim.[3][27] Podem ser consumidas cruas, torradas, fritas ou cozidas com sal. As nozes também podem ser usadas para preparar alimentos como bolos, nougat, bebidas e biscoitos. Após a moagem, a farinha da noz pode ser usada para produzir suplementos vitamínicos e elaborar alimentos funcionais.[13]
Outros usos
Sua madeira pode ser usada em estruturas de madeira, como lenha e na produção de carvão vegetal.[5][23] As árvores de Caryodendron orinocense também podem ser usadas para fornecer sombra a outras culturas que necessitam dela (como plantações de café) e para animais.[23][30] No âmbito da agrossilvicultura, as árvores de Caryodendron orinocense podem ser introduzidas em áreas inadequadas para atividades agrícolas intensivas ou pecuária.[23] Além disso, a árvore atrai abelhas por meio do néctar excretado de suas folhas, auxiliando na polinização.[21] Por fim, a matéria orgânica seca após a extração do óleo da noz pode servir como alimento para gado devido ao seu alto teor de proteínas e minerais.[21]
Valor ecológico
Caryodendron orinocense foi identificado como uma das várias árvores nativas da região Orinoquia da Colômbia que podem contribuir para a restauração ecológica de áreas de savana contendo espécies invasoras de gramíneas, como Brachiaria humidicola.[34] Cultivos de Caryodendron orinocense, assim como de outras árvores nativas, podem ajudar na conservação e reflorestamento do ecossistema de sua área.[35]
Notas
- ↑ Em algumas fontes, o nome científico Dioicia tetrandia L. aparece como sinônimo de Caryodendron orinocense.[2][8]
- ↑ Caryodendron orinocense não deve ser confundido com Plukenetia volubilis [en].[16]
- ↑ Piedemonte Llanero é uma zona no flanco leste da Cordilheira Oriental da Colômbia.[22]
- ↑ Uma cultura de cobertura é uma planta que fornece uma cobertura vegetal do solo, temporária ou permanente, plantada em associação com outra cultura.[31]
Referências
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Ligações externas
- «Caryodendron orinocense H. Karst.», Encyclopedia of Life.
- «Caryodendron orinocense Karst.», Global Biodiversity Information Facility.


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