Carlos de Lima Mayer
| Carlos de Lima Mayer | |
|---|---|
![]() Carlos de Lima Mayer. | |
| Nascimento | 1846 Lisboa |
| Morte | 28 de fevereiro de 1910 Lisboa |
| Cidadania | Reino de Portugal |
| Ocupação | médico |
Carlos de Lima Mayer (Igreja de São Luís dos Franceses, Lisboa, c. 1844 — Santos-o-Velho, Lisboa, 28 de Fevereiro de 1910) foi um médico, empresário e intelectual português, que pertenceu ao grupo dos Vencidos da Vida.
Biografia
Descendente do primeiro Mayer a chegar a Portugal, Armand Charles Mayer, um dândi que acompanhava os exércitos de Napoleão como encarregado do seu abastecimento. Era filho de António Mayer Júnior, um cidadão francês naturalizado português, e de Maria Clementina de Lima Mayer. Era irmão de Adolfo de Lima Mayer (pai de Adolfo de Lima Mayer Júnior).[1][2][3]
Frequentou a Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, depois a Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa, acabando o seu curso de Medicina na Bélgica e em França. Trocou depois a clínica pela gestão de empresas financeiras em Moçambique, Angola, Açores e Algarve.
A 2 de maio de 1875, casou na capela do Palacete do Visconde dos Olivais, na freguesia da Lapa, em Lisboa, com Amélia Veiga de Araújo (Lapa, Lisboa, c. 1854), filha de João Francisco de Araújo e de Clotilde Veiga de Araújo, irmã da 2.ª Viscondessa dos Olivais.[2] Deste casamento nasceram seis filhos: Margarida, André, Genoveva, João Vicente, Maria Teresa e Isabel.[1]
Suicidou-se a 28 de fevereiro de 1910, na Rua das Janelas Verdes, n.º 70, freguesia de Santos-o-Velho, em Lisboa. Foi sepultado no Cemitério dos Prazeres.[3]
Notas
- ↑ a b Joana Leitão de Barros (17 de outubro de 2025). «Margarida de Lima Mayer (1876-1962) A escultora intempestiva». Revista do Expresso (2764)
- ↑ a b «Livro de registo de casamentos da paróquia da Lapa - Lisboa (1860-1883)». digitarq.arquivos.pt. Arquivo Nacional da Torre do Tombo. p. 251 e 251v, assento 19 (de 1875)
- ↑ a b «Livro de registo de óbitos da paróquia de Santos-o-Velho - Lisboa (1910)». digitarq.arquivos.pt. Arquivo Nacional da Torre do Tombo. p. 17 e 17v, assento 81
