Carlos Maximiliano de Sousa
| Carlos Maximiliano de Sousa | |
|---|---|
| Nascimento | 1811 Rio de Janeiro |
| Morte | 1867 Lisboa |
| Cidadania | Portugal |
| Alma mater | |
| Ocupação | oficial, político |
Carlos Maximiliano de Sousa (Rio de Janeiro, 1811 — Lisboa, Castelo, Castelo de São Jorge, 1867) foi um oficial do Exército Português e administrador colonial que, entre outros cargos de relevo, foi governador da Praça de Bissau (1847-1851) e governador da Guiné (1854-1855).[1][2]
Biografia
Era filho do chefe-de-divisão da Armada Real Francisco Maximiliano de Sousa e sua mulher Ana José de Mesquita Espinosa.
De família de militares, era filho do chefe-de-divisão da Armada Real, Francisco Maximiliano de Sousa, sendo seus tios paternos, Domingos Bernardino Ferreira de Sousa, marechal-de-campo, João José Ferreira de Sousa, tenente-general, Pedro Paulo Ferreira de Sousa, tenente-general e 1.º barão de Pernes, e José Carlos Ferreira de Sousa, capitão de Cavalaria.
Começou a sua carreira militar como alferes em 1833. Tenente (5.09.1837), capitão (15.12.1845), major (16.12.1847), e tenente-coronel de Infantaria (12.07.1862).
Foi Governador da Praça de Bissau (1847-1848) e comandante do Corpo Telegráfico (1851).[3]
Foi também vogal da Comissão Distrital de Lisboa (1859) e governador do Castelo de São Jorge (1866-1867), do qual foi o último governador, tendo morrido em funções.
Foi distinguido com o grau de cavaleiro da Real Ordem Militar de São Bento de Avis e de cavaleiro da Real Ordem Militar da Torre e Espada.
Referências
- ↑ GERMIL : «Carlos Maximiliano de Sousa».
- ↑ WorldStatesmen : Guinea Bissau.
- ↑ René Pélissier, História da Guiné, portugueses e africanos na Senegâmbia 1841-1936.