Carlos Manato
Carlos Humberto Manato | |
|---|---|
![]() Carlos Humberto Manato | |
| Deputado federal pelo Espírito Santo | |
| Período | 1º de fevereiro de 2003 até 1º de fevereiro de 2019 (4 mandatos consecutivos) |
| Dados pessoais | |
| Nascimento | 7 de agosto de 1957 (68 anos) Alegre, Espírito Santo |
| Partido | PSDB (1994-2000) PDT (2001-2013) Solidariedade (2013-2018) PSL (2018-2020) PL (2022-presente) |
| Profissão | Médico |
| Ocupação | político |
Carlos Humberto Manato (Alegre, 7 de agosto de 1957) é médico e político brasileiro, atualmente se encontra filiado ao Partido Liberal (PL).[1]
Biografia
Médico ginecologista, Manato iniciou a vida pública como Secretário de Serviços da Prefeitura Municipal de Serra de 2001 a 2002, quando deixou o cargo para disputar e ser eleito deputado federal pelo Espírito Santo.[2]
Escolhido por 56.219 eleitores capixabas no pleito de outubro de 2002, assumiu seu primeiro mandato eletivo em fevereiro de 2003, e acabou sendo reeleito por 4 mandatos consecutivos, exercendo por três ocasiões a vice-liderança da bancada do PDT.[1] Em 2013, após 11 anos no PDT, se filiou ao Solidariedade, pelo qual se reelegeu em 2014 com 67.631 votos, e chamou a atenção da mídia nacional pela atuação na crise política de 2016, quando promoveu um "bolão" no Congresso para o impeachment da presidente Dilma Rousseff, e lançou sua candidatura à presidência da Câmara para suceder Eduardo Cunha, que renunciara após dois meses de afastamento em meio à denúncias de corrupção.[2]
Em 2018, após quatro mandatos como deputado no Congresso Nacional, se lançou candidato a Governador do Espírito Santo pelo PSL, ficando em 2º lugar, com 525.973 votos (27,22% dos votos válidos).[3][4]
Em 2019, após encerrar sua passagem pelo Congresso, foi convidado pelo presidente Jair Bolsonaro a assumir a Secretaria Especial da Casa Civil para a Câmara dos Deputados, permanecendo no cargo até junho daquele ano, quando foi exonerado.[5]
Foi Presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae-ES[6]
Em 2022, já filiado ao PL, Manato se candidatou novamente ao Governo do Espirito Santo[7] com apoio de Bolsonaro, e obteve 800.598 votos (38,48%) no primeiro turno, avançando para a etapa final contra o então governador e candidato à reeleição Renato Casagrande (PSB). No segundo turno, acabou derrotado com 1.006.021 votos (46,20% dos votos válidos), mas se garantiu como influente liderança política do estado, sendo um dos principais opositores ao terceiro governo Casagrande.
Votações
Em 17 de abril de 2016, votou pela abertura do processo de impeachment de Dilma Rousseff.[8][9]
Posteriormente, votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos.[9] Em abril de 2017, votou contra a Reforma Trabalhista.[9][10] Em agosto de 2017, votou a favor do processo em que se pedia abertura de investigação do então presidente Michel Temer.[9][11]
Referências
- ↑ a b Brasil, CPDOC-Centro de Pesquisa e Documentação História Contemporânea do. «Carlos Humberto Mannato». CPDOC - Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil. Consultado em 2 de maio de 2021
- ↑ a b «Perfil de Carlos Manato no portal da Câmara dos Deputados». Câmara dos Deputados. Consultado em 4 de fevereiro de 2017
- ↑ https://especiais.gazetadopovo.com.br/eleicoes/2018/candidatos/es/governador/manato/
- ↑ http://www.tse.jus.br/imprensa/noticias-tse/2018/Outubro/renato-casagrande-psb-e-eleito-governador-do-espirito-santo-em-1deg-turno
- ↑ Rodrigues, Douglas (10 de junho de 2019). «Onyx demite Carlos Manato, ex-deputado que fazia articulação com a Câmara». Poder360. Consultado em 30 de outubro de 2022
- ↑ «Sebrae-ES terá novo comando nos próximos anos». 18 de dezembro de 2018. Consultado em 23 de outubro de 2023
- ↑ «Candidato Manato | Eleições 2022». Estadão. Consultado em 23 de outubro de 2023
- ↑ «Deputados autorizam impeachment de Dilma, saiba quem votou a favor e contra». EBC. 17 de abril de 2016. Consultado em 5 de maio de 2016
- ↑ a b c d «Veja como deputados votaram no impeachment de Dilma, na PEC 241, na reforma trabalhista e na denúncia contra Temer». G1. Globo.com. 2 de agosto de 2017. Consultado em 11 de outubro de 2017
- ↑ Redação (27 de abril de 2017). «Reforma trabalhista: como votaram os deputados». Consultado em 18 de setembro de 2017
- ↑ Deutsche Welle (3 de agosto de 2017). «Como votou cada deputado sobre a denúncia contra Temer». Carta Capital. Consultado em 18 de setembro de 2017
