Carlos Etchevarne
| Carlos Etchevarne | |
|---|---|
![]() Carlos Etchevarne em Caetité, 2022 | |
| Residência | Salvador |
| Cidadania | Argentina |
| Ocupação | arqueólogo, professor universitário |
| Empregador(a) | Universidade Federal da Bahia |
Carlos Alberto Etchevarne é um professor universitário radicado em Salvador desde 1984.
É autor da obra Escrito na Pedra: Cor, Forma e Movimento nos Grafismos Rupestres da Bahia, vencedor do Prêmio Clarival do Prado Valladares.
Biografia e carreira acadêmica
Em 1995 finalizou o doutorado em Quaternaire Geologie Paleontologie Humaine et Pré-Histoire pelo Institut de Paléontologie Humaine do Museu Nacional de História Natural de Paris e em 2005 o pós-doutorado em Arqueologia na Universidade de Coimbra.[1]
É Professor Titular aposentado do Departamento de Antropologia da Universidade Federal da Bahia, onde também atuou nas pós-graduações de Antropologia, de Museologia e de Estudos Étnicos e Africanos. Atua na pós-graduação em Arqueologia e Patrimônio Cultural da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, é pesquisador colaborador no Centro de Estudos em Arqueologia, Artes e Ciências do Patrimônio da Universidade de Coimbra, e atuou na pós-graduação em Arqueologia da UFPE.[1]
Em 2006 venceu o prêmio Clarival do Prado Valladares, num valor de R$ 532.400,00, para a concretização de um livro que retratasse a arte rupestre no estado da Bahia. Em 2013 Etchevarne foi um dos vencedores do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.[2]
Conselheiro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN de 2008 a 2010), é membro fundador da Associação Brasileira de Arte Rupestre, da qual também foi presidente[3] entidade pela qual organizou o mais importante encontro internacional sobre o tema já realizado na Bahia, e que teve lugar na cidade de Lençóis entre 23 a 25 de agosto daquele ano.[4]
Obras

Etchevarne é autor de Escrito na Pedra: Cor, Forma e Movimento nos Grafismos Rupestres da Bahia, que traz um inventário dos principais sítios arqueológicos do estado brasileiro da Bahia.[5] É também autor de Sítios dunares do sub-médio São Francisco, de 1991.[1]
Fundou o Museu de História do Pantanal, na cidade de Corumbá, destinado ao registro da ocupação humana na região pantaneira do Brasil.[6]
Referências
- ↑ a b c Institucional. «Carlos Alberto Etchevarne». UFBA. Consultado em 25 de fevereiro de 2017. Cópia arquivada em 25 de fevereiro de 2017
- ↑ Marcelo Leite. «Paleoconcretismo baiano». Folha de S.Paulo. Consultado em 22 de novembro de 2022. Cópia arquivada em 22 de novembro de 2022
- ↑ Institucional. «Carlos Alberto Etchevarne». UFBA. Consultado em 25 de fevereiro de 2017. Cópia arquivada em 25 de fevereiro de 2017
- ↑ Institucional (20 de agosto de 2010). «Bahia sedia o mais importante encontro de Arte Rupestre da sua história». Ipac. Consultado em 25 de fevereiro de 2017. Cópia arquivada em 25 de fevereiro de 2017
- ↑ Gabriela Martin (2009). «Resenha do livro» (PDF). Clioarq, vol. 24, nº 1. UFPE. Consultado em 25 de fevereiro de 2017. Cópia arquivada em 25 de fevereiro de 2017
- ↑ «Museu de História do Pantanal». EBC - TV Brasil. 28 de outubro de 2014. Consultado em 18 de novembro de 2022. Cópia arquivada em 6 de dezembro de 2014
Ligações externas
- Diálogo com o Pesquisador, com Carlos Etchevarne no YouTube, pelo PPGAG/UFRB em 16 de setembro de 2020
