Canuto (cantor)

Canuto
Nome completoDeocleciano da Silva Paranhos
Nascimento
Rio de Janeiro (RJ)
País Brasil
Morte27 de novembro de 1932 (29 anos)
Rio de Janeiro (RJ)
Gênero(s)Samba
OcupaçãoCantor, compositor, instrumentista e lustrador de móveis.

Canuto nome artístico de Deocleciano da Silva Paranhos (Rio de Janeiro, 1903 - Rio de Janeiro, 27 de novembro de 1932), foi um cantor, compositor, instrumentista de samba, lutador de boxe e lustrador de móveis.[1]

Tendo um grande convívio em meios musicais como o Ponto Cem Réis em Vila Isabel, conviveu com Noel Rosa, Braguinha, Almirante e outros.

Embora não muito conhecido, atuou ativamente nos anos 1920. Um de seus maiores sucessos foi o samba “Vou à Penha rasgado”, interpretado na Festa da Penha na década de 1920. Em 1927, teve a canção “Canção antiga” gravada por Francisco Alves na Odeon. Em 1929, tocou tamborim na gravação do samba “Na Pavuna”, de Almirante e Homero Dornelas feita por Almirante e o Bando de Tangarás, a primeira em que se utilizou instrumentos de percussão em gravações.[2]

Em 1930, seu samba “Não quero amor nem carinho” foi gravado na Parlophone por João Gabriel de Faria. Em 1931, gravou os sambas “Eu agora fiquei mal”, de Noel Rosa e Antenor Gargalhada e “Esquecer e perdoar”, de sua autoria e Noel Rosa. Teve ainda o samba “Já não posso mais”, com Almirante, Puruca e Noel Rosa gravado pelo Bando de Tangarás com vocal de Almirante.[2]

Discografia

  • ”Não julgues que é dor”
  • ”Não quero/O amor é um buraco”
  • ”Eu agora fiquei mal/Esquecer e perdoar”

Notas e Referências

  1. «Biografia no Cravo Albin». dicionariompb.com.br. Consultado em 26 de dezembro de 2013 
  2. a b Hortencio, Luciano (5 de fevereiro de 2014). «A turma lá de casa quer ouvir Canuto». GGN. O Jornal de Todos os Brasis. Consultado em 31 de maio de 2021