Brasa Dormida
Brasa Dormida
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1928 • p&b • 123 min | |
| Género | drama romântico |
| Direção | Humberto Mauro |
| Produção | Agenor Cortes de Barros Homero Cortes Domingues Silvio de Figueiredo (letreiros) |
| Coprodução | Phebo Brasil Filme |
| Roteiro | Humberto Mauro |
| Elenco |
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| Cinematografia | Humberto Mauro |
| Direção de fotografia | Edgar Brasil |
| Companhia produtora | Universal Pictures do Brasil |
| Distribuição | Universal Pictures do Brasil |
| Lançamento |
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| Idioma | português |
Brasa Dormida[a] é um filme mudo brasileiro de 1928, dirigido por Humberto Mauro e produzido por Agenor Cortes de Barros e Homero Cortes Domingues.[1][2]
Considerado pelos críticos de cinema, um dos melhores filmes nacionais de todos os tempos, Brasa Dormida foi realizado pelo "pai" do cinema nacional Humberto Mauro, e lançado em 4 de março de 1929.[3]
Elenco
- Nita Ney (Anita Silva)
- Luiz Soroa (Luis Soares)
- Máximo Serrano (Máximo)
- Pedro Fantol (Pedro Bento)
- Rozendo Franco (empregado antigo)
- Côrte Real (Carlos Silva)
- Pascoal Ciodaro (amigo de Carlos Augusto Barros)
- Haroldo Mauro (torcedor do Jockey Club)
- Juca de Godoy (torcedor do Jockey Club)
- Bruno Mauro
- Ben Nill
- Lelita Rosa
- Carmen Violeta
- Silvio Schnoor
- Chico Soroa
- João Pacheco
Notas e referências
Notas
- ↑ Na grafia da época, Braza Dormida.
Referências
- ↑ Santiago, Luiz (9 de junho de 2020). «Crítica | Brasa Dormida». Plano Crítico. Consultado em 26 de março de 2023
- ↑ Braza Dormida (1929) - FILME COMPLETO. História do Cinema Brasileiro. Consultado em 26 de março de 2023 – via YouTube
- ↑ «"Braza Dormida" vae no cinema ideal». Correio da Manhã. 5 de março de 1929. Consultado em 18 de setembro de 2023 – via Biblioteca Nacional do Brasil
