Brasílio Celestino
Brasílio Celestino de Oliveira Júnior[nota 1] (Rio Negro, Paraná, 10 de março de 1911 — Joaçaba, Santa Catarina, 1999)[1] foi um advogado e político brasileiro.[2]
Brasílio Celestino de Oliveira Júnior | |
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| Senador por Santa Catarina | |
| Período | 1959 a 1961 |
| Dados pessoais | |
| Nascimento | 10 de março de 1911 Rio Negro, PR |
| Morte | 1999 Joaçaba, SC |
| Progenitores | Mãe: Maria José Celestino de Oliveira Pai: Brasílio Celestino de Oliveira |
| Cônjuge | Iracema Corrêa de Almeida |
| Partido | UDN MDB |
Vida pessoal
Filho de Brasílio Celestino de Oliveira e de Maria José Celestino de Oliveira, casou com Iracema Corrêa de Almeida em 13 de novembro de 1947.
Formado em direito pela Universidade do Rio de Janeiro/RJ, se destacou pela sua carreira na advocacia em Joaçaba/SC, onde integrou o Conselho Administrativo da Faculdade de Administração de Joaçaba (FAJO), além de fundar a subseção da OAB no município. Também atuou na maçonaria, sendo Patrono da cadeira 32 da Academia Catarinense Maçônica de Letras.
Faleceu e está sepultado no Cemitério Municipal de Joaçaba.[2]
Carreira política
Começou sua carreira política pela União Democrática Nacional (UDN), da qual foi um dos fundadores em Santa Catarina em 1945. Nas eleições de 1947 se candidatou a deputado federal, obtendo 10.957 votos e ficando na suplência.[3] Durante o governo Jorge Lacerda, foi nomeado Secretário de Estado do Interior e Justiça, permanecendo no cargo de 2 de fevereiro de 1956 a 25 de janeiro de 1957.
Em 10 de fevereiro de 1958, assumiu a presidência da UDN no estado, após a renúncia de Irineu Bornhausen para disputar o senado nas eleições de 1958, onde Celestino foi indicado para a suplência de Irineu. Foi eleito com 193.786 votos para suplente de senador, ou 44,67% do total, assumindo juntamente com o também vitorioso Irineu.
Assumiu a vaga de senador por Santa Catarina na 41ª Legislatura, de 1959 a 1961,[4] em virtude do afastamento de Irineu para concorrer sem sucesso ao governo catarinense nas eleições de 1960.
Em 1966, com a instituição do bipartidarismo no Brasil pelo Ato Institucional Número 2 (AI-2), filiou-se ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB), sigla de oposição ao regime militar.
Nas eleições de 1966 concorreu ao senado pelo MDB, obtendo 102.572 votos, ou 18,19% do total, ficando em segundo lugar e perdendo a disputa para Celso Ramos (ARENA).
Homenagens
- Praça Brasílio Celestino de Oliveira, em Joaçaba.
- Rua Brasílio Celestino de Oliveira, Centro, Rio Negro/PR.
- Rua Brasílio Celestino de Oliveira, Centro, Mafra/SC.[2]
Notas
- ↑ Também grafado como "Brazílio" em algumas fontes
Referências
- ↑ Brazilio Celestino de Oliveira Junior, “Brasil, Santa Catarina, Registro Civil, 1850-1999”. «Entry for Brasilio Celestino de Oliveira Junior». FamilySearch. Consultado em 8 de novembro de 2025
- ↑ a b c Brasílio Celestino, Memória Política de Santa Catarina, em memoriapolitica.alesc.sc.gov.br
- ↑ Dirceu André, GERARDI. «Partidos políticos e eleições em Joaçaba: origem e composição social (1947-1960)» (PDF). Universidade de Passo Fundo. Consultado em 8 de novembro de 2025. Cópia arquivada (PDF) em 20 de maio de 2021
- ↑ Senadores da 41ª Legislatura (1959 - 1963), na página do Senado Federal do Brasil


