Boa Vista Serviços

Boa Vista Serviços
Razão socialBoa Vista Serviços S.A.
Empresa de capital fechado
AtividadeServiços financeiros
Fundação1 de novembro de 2010 (2010-11-01)[1]
SedeSão Paulo, SP,  Brasil
Área(s) servida(s)Em todo o Brasil
Proprietário(s)Equifax
PresidenteDirceu Gardel
Empregados700 (2011)[2]
ProdutosServiços de informação de crédito, bureau de crédito
Websitewww.boavistaservicos.com.br

Boa Vista Serviços é uma empresa de analytics [3] que administra dados que reúnem informações comerciais e cadastrais de mais de 130 milhões de empresas e consumidores com abrangência nacional.[4]

História

Lançada em dezembro de 2010, para operar o SCPC, a Boa Vista Serviços nasce a partir da parceria da Associação Comercial de São Paulo, o Fundo de investimentos TMG Capital, o Clube dos Dirigentes Lojistas do Rio de Janeiro, a Associação Comercial do Paraná e a Câmara dos Dirigentes Lojistas de Porto Alegre com um capital inicial de cerca de R$ 808 milhões.[5]

Em junho de 2011, assume as operações brasileiras da Equifax, empresa com sede nos Estados Unidos, líder mundial no segmento de informação de crédito.[6][7] Com essa ação a empresa passa a cerca de 40% de participação no mercado de informações crediticias no país.[2] Em 2023, a Equifax passou a ser o controlador da Boa Vista Serviços.[8]

Serviços

O SCPC, o serviço central de proteção ao crédito, atende a mais de um milhão de clientes direta ou indiretamente, com cerca de 145 milhões de transações realizadas mensalmente.[9]

A empresa possui uma iniciativa para orientar o movimento de conscientização do uso do crédito e gestão do orçamento doméstico. Através do Movimento de Apoio ao Consumidor, a empresa orienta o consumidor e apoia no controle de orçamento doméstico.[10]

A Boa Vista Serviços está preparada para o Cadastro positivo, e apresenta soluções para atender essa nova realidade na concessão de créditos no mercado brasileiro.[11]

No dia 5 de novembro de 2025, a empresa foi condenada no Supremo Tribunal de Justiça pela disponibilização indevida de informações pessoais através da venda de banco de dados para terceiros, revertendo decisão de tribunais inferiores. A decisão foi a primeira a estabelecer que a disponibilização indevida de dados pessoais por empresas é uma violação dos direitos de personalidade e um dano moral presumido.[12][13]

Ver também

Referências

Ligações externas