Being Charlie
Being Charlie
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| Estados Unidos 2015 • cor • 97[1] min | |
| Gênero | drama romance[2] |
| Direção | Rob Reiner |
| Produção | Stephanie Rennie Simon Goldberg Rob Reiner Johnson Chan |
| Roteiro | Nick Reiner Matt Elisofon |
| Elenco | Nick Robinson Morgan Saylor Devon Bostick Susan Misner Ricardo Chavira Common Cary Elwes |
| Música | Chris Bacon |
| Cinematografia | Barry Markowitz |
| Edição | Bob Joyce |
| Companhias produtoras | Jorva Entertainment Productions Defiant Pictures Castle Rock Entertainment |
| Distribuição | Paladin (Estados Unidos) |
| Lançamento |
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| Idioma | inglês |
| Orçamento | US$ 2 milhões[3] |
| Receita | US$ 32 964[4] |
Being Charlie é um filme de drama norte-americano de 2015, dirigido por Rob Reiner e escrito por Matt Elisofon e Nick Reiner. O elenco é estrelado por Nick Robinson, Common, Cary Elwes, Devon Bostick, Morgan Saylor, Susan Misner e Ricardo Chavira. O filme foi exibido na seção Apresentações Especiais do Festival Internacional de Cinema de Toronto de 2015, em 14 de setembro de 2015. A obra é baseada nas experiências de Nick Reiner com seu vício em heroína e no período em que viveu nas ruas. O filme foi lançado nos Estados Unidos em 6 de maio de 2016, pela Paladin.
Enredo
Charlie é um dependente químico problemático há anos entra e sai de clínicas de reabilitação. No dia de seu 18.º aniversário, ele foge de uma clínica de reabilitação para jovens em uma área rural de Utah e atira uma pedra em um vitral da capela da instituição. Pedindo carona, Charlie é apanhado por um homem que está acompanhado de sua mãe doente. O homem concorda em deixá-lo em uma rodoviária após levá-la para casa; no entanto, ao descobrir que Charlie roubou os analgésicos de oxicodona da mãe, expulsa-o da caminhonete. Charlie então liga para Adam, seu melhor amigo e traficante, pedindo que o busque. Ao chegar à casa dos pais, em Los Angeles, estes organizam uma intervenção .
Diante da escolha entre mais uma tentativa de reabilitação ou a prisão em Utah por danificar os vitrais, Charlie relutantemente opta por um programa de reabilitação para adultos. No local, ele conhece Eva, que se torna cúmplice de seus problemas com drogas.
O período de Charlie na clínica de internação passa rapidamente, seguindo uma rotina constante de reuniões em grupo, sessões de ioga, visitas familiares e participação em terapias coletivas. Quando ele se muda para uma casa de recuperação ambulatorial, a rotina continua, embora com maior liberdade. A responsável pela casa tenta explicar a Charlie os riscos de se envolver em um relacionamento amoroso durante a recuperação, afirmando que o processo exige certo egoísmo, assim como o vício, e alertando que sua relação com Eva pode não dar certo. A mãe de Charlie lhe oferecer conselhos diretos e apoio compassivo, enquanto o relacionamento com seu pai, David, é mais tenso. David é um ex-ator que concorre ao cargo de governador e enfrenta dificuldades com a imprensa negativa devido aos problemas do filho.
Após Charlie e Eva passarem um fim de semana juntos, ele toca no assunto do amor, mas ela reage com medo e indiferença. Eva afirma que o programa não está funcionando. Charlie acredita que, desta vez, a recuperação está dando certo porque eles têm um ao outro, mas Eva percebe que ele não compreende. Sem aviso prévio, ela vai embora. Charlie abandona a reabilitação para procurá-la e, usando o carro da mãe, encontra-a em Venice Beach. Ele declara seu amor ao abraça-la, mas Eva demonstra distanciamento. Charlie a leva para sua casa de praia e, embora ela adormeça em seus braços, na manhã seguinte não está mais lá.
Fora do programa, Charlie sofre uma recaída. Ele passa quase duas semanas vivendo nas ruas até ser assaltado. Sem dinheiro, procura ajuda do amigo Adam. Os dois saem para festejar juntos, mas Adam sofre uma overdose e morre. Charlie é preso, porém posteriormente inocentado, embora o caso ganhe repercussão na mídia. No dia seguinte ocorre a eleição para governador, na qual David tem poucas chances de vencer. Acreditando que perderá a disputa, David acompanha a esposa embriagada para descansar, quando um assessor o informa de sua vitória. Ele aceita o resultado sozinho.
No dia seguinte, David procura Charlie. Os dois fazem as pazes, e Charlie decide sair pelo mundo em busca de uma carreira como comediante de stand-up.
Elenco
- Nick Robinson como Charlie Mills[5]
- Common como Travis[5]
- Cary Elwes como David Mills[5]
- Devon Bostick como Adam[5]
- Morgan Saylor como Eva[5]
- Susan Misner como Lisanne[5]
- Ricardo Chavira como Drake[5]
Produção
Em 22 de abril de 2015, foi anunciado que Nick Robinson, Morgan Saylor, Common, Devon Bostick, Susan Misner, Ricardo Chavira e Cary Elwes estrelariam o filme.[5] As filmagens principais começaram em abril de 2015 e terminaram em 7 de maio de 2015.[6][7] O filme é vagamente baseado no filho de Reiner, Nick, e em suas lutas contra o vício e a falta de moradia.[8][9]
Lançamento
O filme estreou no Festival Internacional de Cinema de Toronto de 2015 em 14 de setembro de 2015.[10] O filme foi lançado em 6 de maio de 2016 pela Paladin.[4]
Recepção
Being Charlie recebeu críticas negativas. No Rotten Tomatoes, o filme tem uma classificação de 24%, com base em 42 críticas. O consenso dos críticos do site diz: "Being Charlie tem ótimas intenções e uma atuação central forte, mas uma história real comovente se perde no excesso de clichês do roteiro."[11] No Metacritic, o filme tem uma pontuação de 47 em 100, com base em 18 críticas, indicando avaliações "mistas ou medianas".[12]
Em dezembro de 2025, foi relatado que o filme, na verdade, não apenas refletia as lutas pessoais de seu roteirista, Nick Reiner, mas também se tornou uma maneira de fazer com que Nick se aproximasse mais de seu pai.[13] No entanto, Nick voltaria a mostrar sinais de comportamento errático em uma festa de Natal realizada em 13 de dezembro de 2025 e, posteriormente, foi preso sob suspeita de assassinato de seus pais após uma discussão com seu pai nessa festa.[13]
Referências
- ↑ Barker, Andrew (17 de setembro de 2015). «'Being Charlie' Review: Rob Reiner's Intriguing Addiction Drama». Variety. Consultado em 19 de setembro de 2015
- ↑ «Being Charlie». AdoroCinema. Consultado em 18 de dezembro de 2025
- ↑ Benardello, Karen (11 de setembro de 2016). «Interview: Rob Reiner Talks Being Charlie (Exclusive)» (em inglês). Consultado em 16 de dezembro de 2025
- ↑ a b «Being Charlie». Box Office Mojo. Consultado em 18 de dezembro de 2025
- ↑ a b c d e f g h Ford, Rebecca (22 de abril de 2015). «Nick Robinson, Common Join Rob Reiner's 'Being Charlie' (Exclusive)». The Hollywood Reporter. Prometheus Global Media. Consultado em 10 de junho de 2015
- ↑ «Rob Reiner to direct movie filming in Utah next month». 9NEWS. KUSA-TV. 17 de março de 2015. Consultado em 10 de junho de 2015
- ↑ SSN Insider Staff (11 de maio de 2015). «On the Set for 5/11/15: Cameras Roll on 'Barbershop 3', Jason Blum's Film 'Stephanie' & Rob Reiner's 'Being Charlie Wrap Up». SSN Insider. Consultado em 10 de junho de 2015. Arquivado do original em 10 de junho de 2015
- ↑ Berman, Eliza (9 de maio de 2016). «Watch an Exclusive Clip From Rob Reiner's Father-Son Drama Being Charlie». Time. Consultado em 15 de dezembro de 2025
- ↑ Zeitchik, Steven (15 de setembro de 2015). «Rob Reiner and his son exorcise drug demons with 'Being Charlie' at Toronto Film Festival». Los Angeles Times (em inglês). Consultado em 15 de dezembro de 2025
- ↑ Punter, Jennie (18 de agosto de 2015). «Toronto Fest Adds Sandra Bullock, Tom Hiddleston, Cate Blanchett Pics». Variety. Penske Business Media. Consultado em 8 de maio de 2016
- ↑ «Being Charlie (2016)». Rotten Tomatoes. Fandango Media. Consultado em 15 de dezembro de 2025
- ↑ «Being Charlie Reviews». Metacritic. Consultado em 7 de maio de 2020
- ↑ a b Anderson, Eric (16 de dezembro de 2025). «Rob Reiner, Wife Michele 'Tried Everything' to Help Son Nick Before They Died in 'Nightmare' Murder (Exclusive Sources)». People. Consultado em 16 de dezembro de 2025
Ligações externas
- Being Charlie no IMDb
- «Being Charlie» (em inglês) no Rotten Tomatoes
