Joaquim Antônio de Araújo e Silva
| Joaquim Antônio de Araújo e Silva | |
|---|---|
| Nascimento | Joaquim Antônio de Araújo e Silva 25 de dezembro de 1827 Rio de Janeiro |
| Morte | 18 de novembro de 1903 |
| Cidadania | Brasil |
| Ocupação | médico |
| Título | barão, visconde |
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Joaquim Antônio de Araújo e Silva, primeiro e único barão com grandeza de Catete e visconde de Silva,[1] (Rio de Janeiro, 25 de dezembro de 1827 – Rio de Janeiro, 18 de novembro de 1903), foi um médico brasileiro, proprietário e capitalsta. Seus pais, avós e demais ascendentes eram da nobreza de Portugal, das famílias dos Silvas e Araújos.
Filho do capitão João da Silva e de Rosa Maria do Sacramento. Casou-se com Maria Carolina da Piedade Pereira Baía, viúva de Miguel Calmon du Pin e Almeida, marquês de Abrantes, e filha de Manuel Lopes Pereira Baía, barão de Meriti.[1]
Recebeu os graus de comendador das ordens de Cristo e de Nossa Senhora de Vila Viçosa e de oficial da Imperial Ordem da Rosa.[1]
Recebeu o baronato por decreto de 28 de junho de 1876, grandezas por decreto de 13 de outubro de 1887, ambos de D. Pedro II do Brasil.[1] O título faz referência ao distrito carioca onde o nobre possuía seu solar, antigo palacete de D. Carlota Joaquina.
Seu título de visconde foi concedido pelo Rei de Portugal e Algarves, D. Luís I, em 03 de novembro de 1873, conforme documento original em poder de seu familiar Luís Filipe Paim da Luz Bruno Lobo.
Referências
Bibliografia
- Vasconcelos, Smith de (1918). Arquivo Nobiliárquico Brasileiro. Lausana: La Concorde
