Aucubina
Aucubina
| |||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
![]() | |||||||||
| Nomes | |||||||||
| Nome IUPAC | (2S,3R,4S,5S,6R)-2-[-(1S,4aR,5S,7aS-5-hidroxi-7-(hidroximetil-1,4a,5,7a-tetrahidrociclopenta-[c]-piran-1-il]-oxi]-6-(hidroximetil)-oxano-3,4,5-triol | ||||||||
| Outros nomes | Aucubina | ||||||||
| |||||||||
| |||||||||
| Página de dados suplementares | |||||||||
| Estrutura e propriedades | n, εr, etc. | ||||||||
| Dados termodinâmicos | Phase behaviour Solid, liquid, gas | ||||||||
| Dados espectrais | UV, IV, RMN, EM | ||||||||
| Exceto onde denotado, os dados referem-se a materiais sob condições normais de temperatura e pressão. Referências e avisos gerais sobre esta caixa. Alerta sobre risco à saúde. | |||||||||
A aucubina é um metabolito secundário muito comum, do grupo dos iridoides. É o glicosídeo formado pela combinação da aglicona aucubigenina e uma unidade de glicose. Tal como os outros monoterpenos, é composto por duas unidades de isopreno, cada uma com cinco átomos de carbono, sintetizadas na planta. Entretanto, ao contrário da maioria dos iridoides, de dez carbonos, a estrutura da aucubina contém apenas nove, pois durante a sua biossíntese um grupamento metila é oxidado a carboxila e então eliminado, por descarboxilação.
Referências
Bibliografia
- R. Hänsel, O. Sticher: Pharmakognosie, Phytopharmazie, 8. Auflage, Springer Verlag, Berlin 2007, ISBN 3-540-34256-7.
